Feeds:
Posts
Comentários

Archive for setembro \30\UTC 2010

As coleiras da Dog Chique são feitas com base em cadarço macio e enfeitados com fita

EXCLUSIVO | INSATISFEITA com as coleiras “sem graça” encontradas nos pet shops – e que não combinavam com o estilo cheio de pose da sua Buldogue Francês Zuzu – a artista plástica Chrissie Wirths decidiu sentar na máquina de costura e criar a primeira coleira com a sua assinatura.


Modelo bolinhas vermelhas, disponível para pescoços de 26 até 45 cm

PRONTO, estava criada a marca Dog Chique. “O sucesso foi tamanho que amigos e conhecidos começam a fazer encomendas”, lembra a artista plástica alemã, radicada no Brasil desde 2001.

A PRINCIPAL marca da grife de coleiras é o acabamento impecável. “Só trabalho com materiais de primeira qualidade”, afirma a artista. Os modelos são fabricados sob medida e feitos com base em cadarço macio, enfeitados com fita decorativa. São três tipos diferentes de coleiras, peitorais e guias para cães de pequeno e médio porte. Com mais de 20 padrões para todos os gostos. Os produtos são vendidos no site da marca.

As coleiras disciplinadoras são feitas com cadarço largo para deixar seu bicho mais confortável

ALÉM DAS coleiras disciplinadoras que são feitas com cadarço largo. “O que os diferencia dos enforcadores de corrente de metal, dando a vantagem de deixar seu cachorro confortável, seguro e chique”, conta Chrissie Wirths.

LEIA também :

Guias, coleiras e fru-frus

Read Full Post »

Evento em São Paulo é exclusivo para profissionais do setor pet e veterinário

O PET South America já chega a sua nona edição e é considerada uma das maiores feiras de produtos e serviços para a linha pet e veterinária do mundo. Para a tristeza de muitos, a feira não é aberta ao público. Somente profissionais do setor irão encontrar as últimas novidades em produtos e serviços do setor espalhados pelos corredores do Expo Center Norte, na zona norte de São Paulo.

A BOA notícia é que a equipe do CaninaBlog fará a cobertura do Pet South America. Nós sereremos os seus olhos e ouvidos durante o evento que acontece entre os dias 6 e 8 de outubro. Por isso, a partir da próxima quarta-feira, você vai acompanhar diversos posts com novidades que serão encontradas nos pet shops brasileiros nos próximos meses ou só no ano que vem. Além de entrevistas super interessantes com profissionais ou personalidades da área. Não perca!

Pet South America

Data: 6 até 8 de outubro de 2010

Local: Expo Center Norte, Pavilhão Vermelho – São Paulo, SP

Mais informações: http://www.petsa.com.br

Read Full Post »

"Cachorros adoram novidades. Por isso apreciam alimentos adocicados e gordurosos, mesmo quando não têm fome", explica a veterinária Keila Regina de Godoy

ELE FAZ aquela cara de fome e até solta uns latidos enquanto olha concentrado para um pedaço de bolo. Se você alimentou seu cão com a quantidade de ração indicada na embalagem ou pelo veterinário, não se preocupe, ele não está com fome. É pura gula. “Para controlar esse apetite, é indicado não ceder a olhares ou latidos insistentes à beira da mesa. Cada concessão reforça o comportamento indesejável e prejudicial, que nada mais é do que uma “chantagem” do bicho”, explica a médica veterinária Keila Regina de Godoy, da PremieR Pet.

ESSE comportamento guloso tem uma explicação na origem dos cães. Como sabemos, o cachorro descende do lobo que caça para obter seu alimento. Mas nem sempre as caçadas são bem-sucedidas e, em geral, ele pode passar quatro ou cinco dias sem comer até que capture uma presa para saciar sua fome. Este mesmo instinto de sobrevivência está presente nos cães domésticos. “É como se uma voz em seu interior falasse: trate de comer o máximo possível porque amanhã não sabemos se haverá comida”, brinca a veterinária. No entanto, é muito importante lembrar que toda essa chantagem do animal obedece a um instinto. Mas não significa que esteja mal alimentado.

PARA que seu cachorro não entre para o grupo de 25% de cães obesos no mundo (ou seja, aqueles que estão 15% acima do peso ideal), confira abaixo as principais dúvidas que donos têm sobre o comportamento alimentar. As respostas são da médica veterinária da PremieR Pet, Keila Regina de Godoy.

Fracionar refeições em três ou quatro porções diárias, dividindo a quantidade e não aumentando, pode ajudar a driblar a gula do seu cachorro

COMO posso driblar a gula do meu cão?

FRACIONAR refeições em três ou quatro porções diárias, dividindo a quantidade e não aumentando, ajuda bastante. Assim como estabelecer uma rotina de alimentação, com horários fixos. Outra dica é oferecer brinquedos e passeios para o animal não encontrar na comida sua única fonte de distração e prazer. Você também pode oferecer “petiscos” não calóricos e que suprem a necessidade e ansiedade do animal, tais como os ossinhos de couro.

DAR frutas nos intervalos das refeições é uma boa alternativa?

A LIVRE ingestão de frutas pelos pets não é um consenso entre os nutricionistas. Deve-se ter cuidado, pois frutas também têm calorias e, em quantidades inadequadas, podem desequilibrar a alimentação, promover amolecimento das fezes e aumento de peso. Alimentos considerados saudáveis e naturais não necessariamente são menos calóricos. Outro ponto importante é que frutas cítricas não são apropriadas para os pets.

POR que cachorros gostam de doces?

O CÃO é neofílico, ou seja, gosta de novidades. Assim, as experiências sensoriais com alimentos diversos são gratificantes para ele, que aprecia principalmente alimentos adocicados e gordurosos. Estes ele consome mesmo sem fome.

POSSO trocar a ração pela versão light e assim oferecer uma maior quantidade de alimento?

SE O animal é guloso e está com tendência ao ganho de peso (considerando menos espaço para se exercitar, castração, excesso de petiscos) pode-se sim trocar a alimentação para a versão light. Isto porque se apenas houver a redução da quantidade de um alimento convencional o animal bem possivelmente passará fome – já que a sensação de saciedade está também ligada à plenitude gástrica, ou seja, o estômago precisa estar “cheio” para o animal se sentir satisfeito. Entretanto, não é porque o alimento é light que se pode aumentar a quantidade. É importante seguir a recomendação da embalagem e do veterinário.

LEIA também no CaninaBlog:

Doenças que (infelizmente) compartilhamos com os cães

Vídeo: Cão gordinho não é saudável

Meu cachorro precisa de dieta?

Read Full Post »

Choro ou o rosnado não são os únicos parâmetros para avaliar a presença de dor

EXCLUSIVO | COMO pais preocupados, nós também olhamos para os nossos filhotes caninos e perguntamos: será que ele está se desenvolvendo como deveria? Esta também é a preocupação da leitora do CaninaBlog, Rosana Galhardo, que nos escreveu cheia de dúvidas sobre a saúde da sua cadelinha de apenas seis meses. “Nossa Pug está correndo com dificuldade. Ela junta as duas patinha traseiras para correr. Mas quando mexemos na patinha ela não reclama de dor”, conta a preocupada mãe de cachorro.

PARA tirar, pelo menos um pouco, da preocupação da Rosana, conversamos com a a fisioterapeuta veterinária do Reabilitadog, Sthefânia Yamazaki Muccilli. “Existem animais tão bonzinhos que, mesmo com dor, não reclamam para seu dono. Por isso apenas o choro ou o rosnado não são os únicos parâmetros para avaliar a presença ou ausência de dor”, explica a fisioterapeuta.

APENAS um veterinário, após um minucioso exame físico, saberá fazer uma avaliação. “Além de saber como procurar a dor nas articulações, na musculatura, tendões e ligamentos, ele também está mais preparado para avaliar sinais de dor”, explica Sthefânia.

PROBLEMAS possíveis

SEM UMA avaliação profissional in loco, é difícil saber qual pode ser o problema da Pug da nossa leitora. No entanto, Sthefânia levanta duas possibilidades: “como a cadela é bem novinha, andar com as duas patinhas de trás pode ser apenas alguma mania ou ainda pode indicar dor em ambos os membros”. Ao apoiar o corpo durante a corrida nas duas patinhas traseiras, a Pug pode estar tentando suportar melhor o peso e assim diminuir a sensação dolorosa pela metade. Mas, como Stefhânia já indicou, é sempre bom consultar um veterinário.

UMA recomendação que vale para qualquer idade

A FISIOTERAPEUTA, no entanto, tem uma dica para qualquer dono de cachorro, filhote ou adulto. Para previnir problemas ortopédicos – ou até mesmo evitar que doenças já existentes piorem – não deixe que o bichinho corra e derrape em um piso liso. “A dica é  brincar com ele na rua. Não só na grama ou terra, um piso acimentado ou mais rústico já é bem melhor que o piso liso.”

CONFIRA mais posts sobre ortopedia canina já publicados no CaninaBlog:

Transformando meu cachorro em um atleta

O efeito da massagem nos cães

Chão liso: um gerador de problemas ortopédicos nos cães

Exercícios na medida certa

Read Full Post »

Quem de nós não se preocupa com a segurança dos bichinhos dentro do avião?

EXCLUSIVO | “Ao sair da casinha, Doga estava feliz e contente, sem nenhum trauma aparente por causa da longa viagem.” O depoimento de Elciléia Dantas sobre a a viagem da cadelinha Doga Pitucha para Portugal é um alívio para quem pensa em levar seu cachorro para o exterior. Quem já começou a pesquisar a respeito sabe que transportar um cão para fora do País pode dar o maior trabalho. Afinal, cada país ou região no mundo tem suas próprias leis e as regras de transporte animal por parte das empresas aéreas também podem ser bem confusas. Além disso, quem de nós não se preocupa com a segurança dos bichinhos dentro do avião – ainda mais se ele for transportado no compartimento de cargas?

PARA ajudar esses donos de cães preocupados foi criada a Doc-Dog, uma empresa brasileira que presta serviço de consultoria e preparação de viagens internacionais para pets. Elcinéia é um dos clientes satisfeitos com a Doc-Dog: “em maio voltaremos para Portugal por 20 dias e queremos saber que documentação precisaremos para a Doga”. Segundo o o sócio-fundador da Doc-Dog, Luis Fernando Oliveira, a dúvida de Elcinéia é a mais comum entre os donos de pets que procuram a empresa. “Eles também têm dúvidas em relação à segurança da viagem, especialmente no compartimento de carga”, conta. Com contatos em várias partes do mundo, a empresa presta assessoria tanto para quem faz um viagem curta de turismo, como Elciléia e Doga, como quem está de mudança para o exterior.

VOCÊ está planejando levar seu cachorro para o exterior mas quase desistiu por causa da burocracia? Então não deixe de conferir a entrevista exclusiva (no post abaixo) com o sócio-fundador da Doc-Dog, Luis Fernando Oliveira, para o CaninaBlog. Nossas perguntas também podem ser as suas.

LEIA também no CaninaBlog:

Testamos o serviço de transporte da Webjet

“O ideal é que o pet se sinta seguro dentro da caixa”

Como escolher a caixa de transporte para seu cachorro

Read Full Post »

"Os cães não sentem tanto viagens longas. Parece não fazer diferença se a viagem é para Buenos Aires ou para Tóquio", afirma o sócio da Doc-Dog, Luis Oliveira

EXCLUSIVO | QUER viajar tranquilo com seu cachorro para o exterior? Então não deixe de ler essa entrevista com o sócio-fundador da Doc-Dog, Luis Fernando Oliveira, empresa brasileira que presta serviço de consultoria e preparação de viagens internacionais para pets – e que tem na bagagem a experiência de levar bichos mensalmente até para o Japão.

CANINABLOG: Algumas pessoas têm receio de viajar com seus cães na área de cargas. Qual é a sua experiência a respeito?

Luis Fernando Oliveira: Muita gente tem medo de que o cão viaje no compartimento de cargas. A verdade é que o local é tão seguro quanto na cabine, pois o compartimento de carga é pressurizado e climatizado igualzinho à cabine. O ideal é que o pet se sinta seguro dentro da caixa de transportes. Isso acontece quando o dono acostuma o pet a ficar na caixa e ele se sente em casa lá dentro.

CANINABLOG: É uma boa ideia levar seu cachorro em uma curta viagem de turismo para o exterior?

Luis Fernando Oliveira: Eu não indicaria levar o pet para viajar a menos que a viagem tenha mais de duas semanas. Geralmente, neste caso, o stress da viagem (ida e volta) para o animal e o dono não compensam a separação. Até porque para voltar, também é necessário emitir uma série de documentos e se o prazo for muito curto pode complicar.

CANINABLOG: Há alguma caso que você não recomenda a viagem?

Luis Fernando Oliveira:Creio que depende muito da situação. Em mudanças e viagens longas, não acredito que haja nenhum motivo para não levar os cães. Seria o mesmo que não levar um membro da família por qualquer motivo. Há países que exigem quarentena de vários meses, como é o caso da Inglaterra, nestes casos, creio que seja importante pensar se há alternativas (como naturalizar o cão em outro país antes para evitar a quarentena).

CANINABLOG: Qual são os cuidados necessários em uma viagem longa?

A empresa cuida de toda a burocracia da viagem do seu pet

A empresa cuida de toda a burocracia da viagem do seu pet para o exterior

Luis Fernando Oliveira: Embarcamos mensalmente animais para o Japão, e também há algumas rotas complicadas que exigem mais de uma parada. Nestes casos, é importante certificar-se de que haverá água para a viagem inteira, e um pouco de comida também. Geralmente, os cães não sentem tanto viagens longas. Parece não fazer diferença a eles se a viagem é para Buenos Aires ou para Tóquio. Como a memória deles é episódica, eles percebem o tempo de forma diferente, e parece passar mais rápido, pois chegam muito bem mesmo em viagens longas.

CANINABLOG: Você recomendaria alguma companhia aérea?
Luis Fernando Oliveira: Algumas possuem políticas pet-friendly. A Lufthansa, por exemplo, possui um ótimo serviço para animais de estimação, tendo até um Animal Lounge em Frankfurt, para animais que estão em trânsito. A Continental Airlines garante que as variações de temperatura não afetem a saúde do pet, com o programa PetSafe. Eles possuem um hotel para animais em Houston (EUA) e no desembarque o pet vai direto para uma van climatizada. No Brasil, a TAM é a pior opção, por não confirmar o pet na viagem até 12 horas antes do voo (isso mesmo, 12 horas!) e por ter um pessoal muito mal treinado para cuidar de animais. A Gol é mais indicada para voos nacionais.

LEIA também no CaninaBlog:

Testamos o serviço de transporte da Webjet

Read Full Post »

Pastor Branco é um cão de guarda e por isso pode ficar horas sozinho solto no quintal

EXCLUSIVO | QUEM encontra esse cachorro todo branco com estrutura e porte de um Pastor Alemão pode até pensar que se trata de um cão albino. Mas o Pastor Branco Suíço é uma raça distinta desde a década de 1990. A história desse cão começa no século XVI, quando os nobres de uma região germânica chamada de Alsácia Lorena, passaram a criar Pastores Brancos para acompanhar suas carruagens.

AQUI no Brasil a raça chegou há mais de 20 anos e Lia Segadas Vianna, do Canil Schimmelpfeng de Petrópolis (RJ), é uma das mais antigas criadoras do Pastor Branco Suíço. “Fomos pioneiros nas exposições do Kennel de Pastor Branco quando a raça ainda nem era reconhecida pela Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC)”, lembra Lia. Por vários anos o canil ganhou o reconhecimento como melhor criador da raça. Mas o Pastor Branco ganhou notoriedade mesmo há poucos meses, com o lançamento do filme brasileiro “Nosso Lar”, baseado no livro do médium Chico Xavier. Nove dos 21 cães do canil Schimmelpfeng participaram das filmagens e, inevitavelmente, chamaram a atenção por sua pelagem branquíssima e porte elegante.

O filhote precisa de exercícios regulares e sem muita intensidade (Foto: Canil Schimmelpfeng)

QUEM se interessou pela raça vai gostar de saber que o Pastor Branco é um cão de guarda e pode se acostumar a ficar horas sozinho solto pelo quintal. “São extremamente amigos, dedicados a todos os moradores da casa. Fazem também a guarda da casa de forma tranquila e sem uma agressividade exagerada”, afirma a criadora. O Pastor Branco pode até viver em espaços pequenos, como apartamentos, mas é preciso no mínimo dois passeios diários de meia hora.

O PASTOR Suíço também é conhecido por sua saúde de ferro. Diferente do Pastor Alemão, que apresenta grande quantidade de cães com displasia coxo femural (cerca de 40% dos bichos), no Branco a doença genética atinge apenas 5% dos cães. “São muito saudáveis e raramente apresentam algum problema ao longo da vida.”

QUER saber se você é o dono certo para o Pastor Branco Suíço? Então confira mais características da raça:

PERSONALIDADE | Dedicado aos moradores da casa. Cão de guarda tranquilo e sem uma agressividade exagerada.

LONGEVIDADE | Cerca de 15 anos.


A raça é conhecida por sua saúde de ferro

TAMANHO | De 30 até 35 quilos.

PELAGEM | O desejado é o Branco Neve. Em alguns casos apresenta marcações cremes ou champagnes nas molduras de orelhas e dorso.

CUIDADOS | Dar atenção a àgua no ouvido durante o banho para não desenvolver otites.

ESPAÇO | É possível ter um cão em apartamento, desde que tenha dois passeios diários de pelo menos 30 minutos cada.

SAÚDE | A displasia coxo femural, muito comum em cães do mesmo porte, raramente atinge o Pastor Branco (apenas 5% dos filhotes apresentam o problema).

SOCIABILIDADE | Convive bem não só com outros cachorros, como também com gatos, aves e outros animais. Adora a companhia de humanos, mas fica muito bem sozinho por longos períodos.

PREÇO | Varia de R$ 1 mil e até R$ 2.500 por filhote com pedigree.

DICA DO CRIADOR | Na fase de crescimento o ideal é que o cão se exercite regularmente e sem muita intensidade.

DONO IDEAL | Por ser um cão muito versátil, se adapta a qualquer tipo de pessoa – da mais calma até a mais agitada. O importante é que seja um dono carinhoso pois o Pastor Branco é muito parceiro e precisa de carinho.

(Fonte: Canil Schimmelpfeng)

QUER saber mais?

Os cães brancos do filme “Nosso Lar”

PROCURANDO o cachorro ideal? Confira o perfil de outras raças publicadas aqui no CaninaBlog, basta clicar aqui.

Read Full Post »

Older Posts »

%d blogueiros gostam disto: