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Archive for outubro \31\UTC 2011

Sessão é uma homenagem ao Halloween e o personagem da série Dexter do canal Fox

IMAGEM DA SEMANA | NÃO importa se você comemora o Halloween ou o nacionalista Dia do Saci, hoje é dia de fazer festa. Para comemorar a data, o estúdio fotográfico Cão em Quadrinhos, de Porto Alegre (RS), fez uma sessão super especial.

NAS fotos a modelo Cecília incorporou o personagem e série Dexter, exibida no canal pago Fox, e entrou num clima bem sangrento. Quem não acompanha a série, saiba que o enlatado americano conta a história de Dexter, um personagem polêmico que, ao mesmo tempo que ajuda a polícia a encontrar serial killers, também adora matar outros criminosos e assassinos com requintes de crueldade.

Personagem Dexter é conhecido por ser um "serial killer bonzinho"

A SESSÃO especial de Halloween do Cão em Quadrinhos contou com vários efeitos especiais, como o falso sangue dentro do potinho de comida de Cecília, feito com tinta guache, cola vermelha e água. Um toque super criativo das irmãs e fotógrafas Ana Carolina e Manoela Dutra.

PARA conferir a sessão completa no site do Cão em Quadrinhos, clique aqui.

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Uivar é uma herança dos lobos que usavam o som para se comunicar

EXCLUSIVO |  ELES são chamados de melhores amigos dos homens e até de membros da família. Enfim, são nossos filhos caninos. Por esta razão, muitas vezes os tratamos como humanos, batemos altos papos com nossos cães e até os vestimos da mesma maneira que nós, os humanos.

ESTA transformação na maneira como tratamos nossos cães ao longo de cerca de 14 mil anos de convivência, entretanto, mudou praticamente só do lado humano. O cachorro que conhecemos hoje pouco mudou desde então. “Nossos cães hoje compartilham 98% dos padrões comportamentais dos lobos”, afirma o especialista em comportamento animal Gustavo Campelo.

A ORIGEM

A RELAÇÃO entre humanos e lobos começou por uma questão de sobrevivência. Enquanto hoje encontramos nos cães uma companhia contra a solidão, no começo o mais provável é que os lobos se beneficiavam dos restos de alimentos, enquanto os homens se aproveitavam da segurança que os lobos proporcionavam. “A partir de então, os mais mansos e sociáveis começaram a interagir com os homens”, explica Campelo.

POR SELEÇÃO natural, os lobos mais calmos e menos medrosos tinham mais chances de se relacionar com os humanos. “Além disso, a neotenia, que é a presença de características de filhotes mesmo em animais adultos, começou a acontecer. Lobos com orelhas e focinhos mais arredondados e maiores, assim como bichos cada vez mais brincalhões, se aproximaram do homem.”

QUASE um lobo

Girar e girar antes de deitar para dormir dos cães é herança dos seus ancestrais

ESSAS mudanças físicas e comportamentais, entretanto, correspondem a apenas 2% do cachorro moderno – até mesmo aquele que aparentemente se comporta como gente. Para quem duvida, Gustavo Campelo lembra que a mais forte marca que é herdada dos lobos é a formação de matilhas com hierarquia bem estabelecida.

MAS podemos citar muitas mais, como uivar olhando para a lua, imagem que ligamos, muitas vezes, aos lobos. “Alguns cães se comportam dessa maneira para reunir o grupo para caçar, já que nas noites de lua cheia é possibilidade de sucesso é maior. O uivo é um excelente meio de comunicação principalmente quando não é possível ter contato visual”, explica. Mas atenção: cães também podem uivar quando existem fêmeas no cio por perto.

GIRAR e girar no local de dormir antes de se deitar, enterrar a urina e as fezes, também são comportamentos herdados dos lobos. O primeiro servia para ajeitar o local de dormir e tirar pedras e plantas que poderiam incomodar. O segundo é para esconder as necessidades, pois são indícios para predadores maiores que lá existem lobos. O interessante é que ainda hoje os cães tentam cavar e esconder as necessidades mesmo quando estão em um piso duro, como asfalto ou cimento. “Entre os lobos, somente os lideres deixavam suas necessidades a mostra marcando o território e os subordinados escondiam suas necessidades”, relata Campelo.

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EXCLUSIVO | DAR a preferência na fila para pessoas mais velhas, dizer “bom dia” e obrigado”, lavar as mãos antes de comer e não jogar lixo na rua. Todas estas lições são ensinadas, mas nem sempre aprendidas, quando somos crianças. Para quem já chegou a fase adulta e ainda não entendeu que a minha liberdade vai até a liberdade do próximo, o videoblog TemporadaFora criou uma série de vídeos que tem como objetivo conscientizar o público sobre temas relacionados ao meio ambiente e bem viver.

SEMPRE com muito bom humor e com animações rápídas, o videoblog já dispõe de duas animações que falam sobre a importância de se acabar com os campos minados – uma braincadeira sobre os cocô de cães deixados pelas calçadas) e também sobre o abandono de animais. “Brincadeiras a parte, as fezes não recolhidas podem ter muitas consequências negativas para a comunidade”, avisa a equipe do TemporadaFora.

“ALGUMAS pessoas pensam que não há problema em deixar o cocô de cachorro, porque se desintegra naturalmente. No entanto, o processo de biodegradação é muito lento, e especialmente em locais onde a população de cães é alta, o cocô de cachorro abandonado pode acumular muito mais rápido do que se imagina”, diz o texto que acompanha o vídeo.

PARA conferir os dois vídeos do TemporadaFora, clique na imagem de abertura e no final deste post.

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Não tratada, a otite pode causar alterações irreversíveis no canal auditivo

EXCLUSIVO| PROBLEMAS no ouvido perseguiram a vida de todos os Cocker Spaniels com a qual convivi na infância. Não era raro ver Toby, meu primeiro cachorro, coçando a orelha e até com moscas voando ao redor das suas orelhas inflamadas. Limpar a orelha de Toby logo virou uma rotina familiar.

MUITOS médicos veterinários recomendam o uso do algodão nas orelhas dos pets durante o banho e secar as orelhas dos cães que entram em lagos ou piscinas. “Também é importante manter as orelhas ventiladas e tosadas, principalmente dos cães com orelhas pendentes, como é o caso das raças Cocker Spaniel, Basset Hound e Setter Irlandês, por exemplo”, comenta Dr. Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care.

VERMELHIDÃO da orelha, coceira persistente, odor desagradável, secreções amareladas ou marrons são os principais sintomas de que seu cachorro tem algum problema nos ouvidos. “Muitas vezes vemos o animal com a cabeça pendente para um dos lados ou apresentando dor e desconforto no simples toque de mãos na orelha, o que também indica alguma alteração”, explica Dr. Marcelo Quinzani. Um dos problemas mais comuns que acometem a região é a otite, uma inflamação ou infecção do canal da orelha.

CAUSAS

A OTITE pode se desenvolver devido a diversos fatores que levam à proliferação do cerume, fungos e bactérias, causando diferentes tipos de otites. Entre as causas mais comuns, Dr. Marcelo Quinzani cita as seguintes:

– Parasitas: carrapatos, sarna de orelha;

– Presença de corpos estranhos: grama, medicação ressecada, cerume, pelos mortos, água;

– Alergias: dermatite atópica, alergia alimentar;

– Ambientais: calor e umidade;

– Anatômicas: estenose de conduto ou orelhas abafadas;

– Doenças que alteram a renovação de pele: desordens de queratinização.

A IMPORTÂNCIA do tratamento

SE NÃO for tratada corretamente, a otite pode causar alterações irreversíveis no canal auditivo, como, por exemplo, estreitamento, a perfuração do tímpano e encefalite decorrente da presença de bactérias. “Se o canal auditivo fica muito estreito e não for possível fazer o tratamento correto, recomenda-se até uma cirurgia para retirada do mesmo”, afirma. “Nem sempre uma melhora geral,  como a diminuição da secreção, odor e o animal não aparentar mais desconforto são sinais de que o problema está resolvido. Muitos donos suspendem a terapia precocemente, o que diminui as chances de cura”, alerta Quinzani.

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EXCLUSIVO | OS PARQUES de São Paulo são o principal ponto de encontro da cachorrada. Locais como o Parque da Aclimação e Ibirapuera, ambos na zona sul, recebem milhares de pets de todos os portes semanalmente. E o que a cachorrada deixa de presente? Cerca de 25 kgde dejetos, segundo uma pesquisa feita pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo (SIEMACO).

QUAL destino dar ao cocô da cachorrada não é um problema exclusivo brasileiro. Talvez por isso tenha surgido tantas soluções para esta questão fedorenta (confira links sobre o assunto no final deste post).

Fabricante afirma que a cáca é transformada em cinzas sem cheiro algum

A ÚLTIMA novidade vem de Israel. A Paulee Clean Tem desenvolveu o primeiro dispositivo do mundo que remove e acaba com o cocô do cão em tempo real, no local onde ele ocorreu. Tudo isto sem contato humano ou poluição ambiental, garante a empresa. A invenção, que ainda está em fase experimental, foi batizada de AshPoopie (algo como “cinzas do cocô” em português).

A GERINGONÇA funciona da seguinte maneira: basta inserir um cartucho contendo as cápsulas especiais do AshPoopie no aparelho. Quando seu cão soltar aquele montinho, basta pressionar um botão no dispositivo e o braço do AshPoopie abre e se estende sobre o cocô. A cápsula então é liberada do cartucho e se mistura com o dejeto, tudo isto em alta velocidade. Em menos de um minuto, a cáca foi transformada em cinzas e você pode eliminar de forma segura as cinzas 100% estéril e sem cheiro.

A NOVIDADE será lançada mundialmente no primeiro semestre de 2012 e o preço ainda não foi divulgado. Para conferir como funciona, clique aqui ou na imagem de abertura deste post e assista o vídeo demonstrativo.

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Publicação pode ser conferida online, veja no link no final deste post

PET SOUTH AMERICA | EXISTEM cerca de 100 mil pontos de venda que comercializam algum produto para animais domésticos no Brasil, sendo que 40 mil são pet shops, e juntos faturam por ano algo em torno dos R$ 16 bilhões. Os dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (ANFALPET) revelam que o mercado continua em expansão no Brasil. Entretanto, nem sempre este crescimento aponta uma melhora na qualidade do atendimento dos pet shops.

PRINCIPAL canal de venda de alimento animal, os pet shops são responsáveis por 70% da distribuição do produto no País. Mas ter um pet shop é muito mais do que simplesmente revender ração. “Os pet shops costumam tratar de um animal de estimação cujos donos têm um valor sentimental muito forte por eles e, neste caso, torna-se um negócio com um certo risco. O empresário tem que estar atento à esta responsabilidade”, aponta o consultor do Sebrae-SP, Paulo Melchor.

ATENTO ao crescimento do setor no Brasil, o Sebrae-SP criou uma espécie de cartilha com 52 páginas de informações sobre como administrar bem um pet shop ou uma clínica veterinária com orientação nas questões de administração, finanças, legislação e tributos. O material foi desenvolvido por consultores do Sebrae-SP para capacitação de empresários, alunos e candidatos a empreender neste setor que cresce a cada dia.

A PUBLICAÇÃO foi lançada durante o Pet South America que recebeu cerca de 2 mil profissionais do setor na semana passada, mas também está disponível online no site do Sebrae-SP. Para consultar a cartilha, clique aqui.

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O desafio de produzir ração mais barata e de qualidade

“Não criamos ração pensando no dono, só na saúde do cão”

Pet South America apresenta tendências do mercado

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Pacote com 3 kg sai por cerca de R$ 70

PET SOUTH AMERICA | ACONTECE de um dia para o outro. Seu cachorro come a mesma ração há anos e, de repente, você descobre que ele tem alergia ao alimento. Muitas pesquisas apontam que os casos de hipersensibilidade alimentar constituem 1% de todas as dermatites observadas em cães e 10% a 20% de todas as respostas alérgicas em cães. Já a hipersensibilidade alimentar está entre dermatites de origem alérgica mais comuns.

POR muito tempo, cães com alergia alimentar sofriam com a coceira infernal. Já os donos sentiam uma dorzinha em uma área menos esperada: o bolso. As tais rações especiais custavam o olho da cara. Com o crescimento do setor, mais e mais empresas têm investido em ração hipoalergênica e, com a concorrência, o preço tende a baixar.

Embalagem com 2kg é encontrada por R$ 49

NOVIDADES

UMA das novatas no setor alimentos especiais é a marca gaúcha Supra que lançou no Pet South America deste ano o Frost Natural Fish & Rice, uma ração hipoalergênica que contém em sua composição peixes como única fonte de proteína. Segundo o fabricante, sua formulação não contém soja, milho, corantes e antioxidantes artificiais. O alimento é indicado para cães de pele sensível ou trato digestivo delicado, como Lhasa Apso, Shih Tzu, Spitz, Sharpei, Golden Retriver, Schnauzer e West Higlander.

RAÇAS pequenas

A TOTAL Alimentos também investiu em um lançamento para cães com tendência a problemas de hipersensibilidade. A ração Equilíbrio Cães Sensíveis Raças Pequenas é fabricada com carne de ovelha e proteína hidrolisada de soja, que segundo a fabricante, são ingredientes que favorecem a digestão.

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Cachorro com apetite caprichoso. Frescura ou doença?

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