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Archive for junho \27\UTC 2013

Loja Starbucks no bairro Itaim Bibi em São Paulo tem espaço pet

Loja Starbucks no bairro Itaim Bibi em São Paulo tem espaço pet

NOVIDADE | O FRIO chegou de vez na maior parte do Brasil. Assim como a vontade de tomar aquele café, chocolate ou chá quente para aquecer o corpo e o coração. Cachorro nenhum está autorizado a consumir bebidas quentes, mas nem por isso ele precisa  ficar de fora. Tem coisa melhor do que sentar no sofá com seu cachorro enroladinho ao seu lado debaixo do cobertor? Ou ainda levar seu cachorro para passear em um dos cafés da sua cidade? Para tornar essas duas opções possíveis, o CaninaBlog reuniu duas sugestões.

Caneca é vendida no site da loja Oppa por R$ 39,90

Canecas são vendidas no site da loja Oppa por R$ 39,90

A PRIMEIRA é exclusiva para quem mora ou visita a cidade de São Paulo. A rede americana de cafeterias Starbucks inaugurou há cerca de um mês mais uma loja no bairro Itaim Bibi, especificamente na movimentada esquina das ruas Bandeira Paulista com Jesuíno Arruda. O melhor da nova loja? O ensolarado deck externo decorado com mesas ao ar livre onde os cães são super bem-vindos. Tanto que a Starbuck instalou um bebedouro com água fresquinha para os pets. É chegar, pedir um café e relaxar na companhia do seu melhor amigo.

São vários modelos de caneca pet de 300ml

São vários modelos de caneca com estampa pet de 300ml

CANECAS descoladas

NÃO mora nem tem planos de viajar para São Paulo? Então aproveite o aconchego do seu sofá e prepare aquela bebida quente favorita em uma dessas canecas super divertidas vendidas na loja de decoração Oppa. Cada caneca com toque pet (e são vãrios modelos) é vendida pelo site da loja por R$ 39,90. Uma ótima dica de presente para aquele amigo ou amiga que curte cachorro tanto quanto você. Aliás, a campanha de inverno da Oppa é com um charmoso cachorrinho da raça Jack Russel. Vale conferir!

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Pesquisadora afirma que cães e bebês são igualmente dependedentes de humanos adultos

Pesquisa afirma que cães e bebês são igualmente dependentes de humanos adultos

PESQUISA | CHAMAR seu cachorro de filho e tratá-lo como um bebê pode ter uma explicação científica. Um novo estudo publicado na revista PLoS One revelou que cães e bebês humanos são muito semelhantes quando o assunto é a dependência dos humanos adultos. Isto é o que afirma uma reportagem publicada no site da revista norte-americana The Week.

O JORNALISTA que assina a reportagem, Chris Gayomali, faz uma viagem ao passado e lembra que os primeiros cães domésticos teriam começado a seguir nossos antepassados entre 15.000 a 33.000 anos atrás. Embora a razão desta aproximação ainda é uma questão em discussão no meio científico. Alguns  cientistas acreditam que os seres humanos domesticaram os primeiros lobos quando os encontraram bisbilhotando nos arredores da aldeia por restos de comida. Outros especialistas acreditam que foram os cães que desenvolveram uma relação com os nossos ancestrais caçadores-coletores muito mais cedo, roubando pedaços que sobravam de grandes caçadas.

Pesquisadora ainda quer descobrir quando e como os cães se tornaram dependentes dos humanos

Pesquisadora ainda quer descobrir  como os cães se tornaram dependentes dos humanos

NOVA pesquisa

NESTE novo estudo publicado na revista PLoS One a pesquisadora Lisa Chifre da Universidade de Medicina Veterinária de Viena procurou examinar exatamente como os cães são dependentes de seus cuidadores humanos. Para isso, ela e sua equipe observaram um grupo de cães de teste, que poderiam ganhar alimentos como recompensas através da interação com certos brinquedos em três condições diferentes: enquanto o proprietário estava ausente; enquanto o proprietário estava presente, mas em silêncio; e enquanto o proprietário estava incentivando o cão. Os pesquisadores descobriram que, quando o proprietário não estava próximos, os cachorros eram muito menos interessados ​​em conseguir as guloseimas.

EM SEGUIDA, o experimento foi repetido, só que com um estranho no lugar do dono do cão. Os pesquisadores ficaram surpresos quando os cães foram, em grande parte, indiferentes ao calor de outro ser humano e incentivo, mesmo quando petiscos foram usados ​​como motivação.

HORN e sua equipe chamam isso de “efeito da base segura”. Originalmente publicada pelo psicólogo John Bowlby, é descrito como uma “conexão psicológica duradoura entre os seres humanos”. Isso significa que as crianças são dependentes de seus pais para o alimento, abrigo e amor, o que cria uma “base segura” para eles como eles exploram um mundo desconhecido. Aparentemente, o mesmo é verdadeiro para os cães.

APLICADO aos cães

CACHORROS olham diretamente para humanos específicos – não algum impostor com um petisco em punho – como uma base resistente, mesmo em ambientes desconhecidos, exatamente igual aos bebês humanos. “O estudo fornece a primeira evidência da semelhança entre o efeito de base segura encontrado no dono do cão e as relações criança-cuidador. Não vemos a hora de descobrir como esse comportamento evoluiu nos cães”, afirma a pesquisadora. (Publicado originalmente: The Week)

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Andrea Rosa e Fenomeno_Foto_de_Xinhua_Yang Lei

Nem todo cachorro é como Fenômeno, que curtiu os jogos da Copa na África do Sul

ADESTRAMENTO | A COPA das Confederações 2013 começa neste sábado, dia 15 de junho às 16h. O pontapé inicial será dado pelo Brasil e o Japão que jogarão no Estádio Nacional Mané Garrincha em Brasília. Sabendo que brasileiro é apaixonado por futebol, já sabemos que milhões estarão com a cara colada em frente à televisão e, se a seleção comandada pelo técnico Felipão der certo, centenas de rojões, cornetas, buzinas, bombinhas e até gritos serão soltos durante os jogos.

MAS será que seu cachorro também aproveitará essa festa toda? A verdade é que os cães podem sofrer muito com todo este barulho e agitação. Segundo o veterinário responsável pelo Clube de Cãompo, hotel fazenda para cães, localizado em Itu (SP), Aldo Macellaro Jr, os pets têm audição diferente da nossa e por isso os ruídos agudos incomodam ainda mais. “O barulho realmente irrita o animal. Se alguns fogos de artifício são altos e doem os nossos ouvidos, isso também acontece com o deles.”

Confira dicas de como ajudar seu cão a lidar com o barulho dos jogos

Confira dicas de como ajudar seu cão a lidar com o barulho dos jogos

CONSEQUÊNCIAS comportamentais

ALÉM do incômodo físico, o estampido dos rojões, muito comuns durante os jogos, pode provocar medo e até mesmo fobia em animais que passaram por um treinamento errado. “Os cães que apresentam fobia a fogos de artifício foram, em sua maioria, condicionados de maneira errada a esse comportamento. O animal entende o barulho como algo fora da rotina dele e apresenta algumas alterações de comportamento. Se o proprietário responde a essas alterações, pegando no colo ou mimando demais o animal acaba reforçando a ideia de que é uma situação de perigo e que o animal deve temer”, explica Macellaro.

O MEDO pode gerar uma situação de estresse e provocar uma série de alterações físicas e de comportamento no animal, como taquicardia, tremores e salivação. Se o cão sofre com problemas cardíacos e convulsões, pode ainda sofrer ataques durante os períodos de maior intensidade do barulho.

COMO lidar com o problema, dicas do veterinário Aldo Macellaro Jr:

Medicamentos não são recomendados: O veterinário desaconselha o uso de tampões e ataduras para tentar amenizar o barulho. “Isso pode provocar ainda mais estranheza no animal e não vai resolver o problema”. O especialista lembra que o uso de sedativos e outros medicamentos só devem ser realizados sob a prescrição médica. “Só ele vai poder avaliar as características do animal corretamente”. O ideal seria educar o animal desde filhote a não associar esses sons e ruídos a algo que ele deva ter medo.

Não reforce o comportamento de medo: Nas primeiras vezes em que ele apresentar sinais desse sentimento, tente associar o barulho a algo positivo, oferecendo a ele o brinquedo preferido dele ou algum petisco. Não pegue o animal no colo e tente mostrar a ele que aquela não é uma situação que ele deve temer”.

Animais com fobia: Se o problema foi identificado agora que começaram os jogos e a barulheira, uma boa solução imediata é afastar completamente o cão do barulho, levando-o a locais protegidos. Entretanto, o recomendado é um treinamento de recondicionamento que deve ser feito por especialistas, ou seja, adestradores ou comportamentalistas animais.

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Existem fortes evidências de que cachorros que convivem com donos fumantes podem sofrer com a fumaça e apresentar processos alérgicos

Cachorros com donos fumantes podem apresentar processos alérgicos

SAÚDE | O TABAGISMO é a principal causa de morte evitável no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Todo ano, cerca de 5 milhões de pessoas morrem por causa do cigarro. Nada menos que 50 doenças, de câncer até impotência sexual, são relacionadas ao fumo. Por isso, muitos estados brasileiros têm proibido a presença do cigarro em locais fechados e punido donos de estabelecimentos que não cumprem as regras. Mesmo assim, cerca de um terço da população mundial adulta é fumante.

SE você fuma ou está tentando parar, saiba que não é somente a sua saúde que está em risco, mas também das pessoas ao seu redor. Segundo a OMS, nada menos que sete fumantes passivos morrem por dia no mundo. Além disso, o tabagismo passivo aumenta em 30% o risco de câncer de pulmão e 24% o risco para infarto.

"Animais de fumantes já devem ser colocados em grupo de risco", afirma veterinário Marcelo Quinzani

“Animais de fumantes já devem ser colocados em grupo de risco”, afirma veterinário Marcelo Quinzani do Hospital Vet Pet Care

RISCO para seu melhor amigo

AINDA não está convencido? Então saiba que existem fortes evidências de que os cachorros que convivem com donos fumantes podem sofrer com a fumaça e apresentar processos alérgicos como rinite, traqueite, bronquite e também a possibilidade de desenvolverem carcinoma pulmonar, pneumopatia e cardiopatia secundária.

“POTENCIALMENTE, todos os cães que vivem dentro de um ambiente fechado e convivem com o fumante e a fumaça do cigarro correm esse risco independente da raça ou porte. O cigarro faz mal para todos. Fumantes ativos e passivos correm o mesmo risco, inclusive os animais  que por fidelidade acompanham o dono em todo momento e lugar”, afirma Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care. O veterinário afirma ainda que animais de fumantes já devem ser colocados em grupo de risco.

CUIDADOS

SE VOCÊ é fumante e nota estes sintomas no seu cachorro, é recomendável levá-lo ao médico veterinário para exame clínico e exames diagnósticos como rx de tórax, tomografia, ecocardiograma e hemograma. Mas o melhor para prevenir as doenças respiratórias e todas as outras causadas pelo tabaco, tanto para o dono, como para o animal, ainda é o abandono do vício.

“SABER que a fumaça do cigarro consumido faz mal ao melhor amigo é o melhor incentivo para largar o vício, mas para os que insistem em continuar fumando, adotar cuidados como: manter o animal mais longe possível da fumaça e fumar em locais abertos e ventilados ajudam a minimizar os danos à saúde do bicho”, finaliza o diretor.

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