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Protestos no Brasil contaram com a presença de defensores da causa animal

Protestos no Brasil contaram com a presença de defensores da causa animal

EXCLUSIVO | AS RUAS do Brasil foram tomadas de manifestantes no último mês. Embora tudo tenha começado por protestos contra o aumento da tarifa de ônibus, aos poucos, milhares de pessoas passaram a bloquear ruas por outras pautas: saúde, educação, corrupção e, entre elas, a causa animal. Não é à toa que testemunhamos vários bichos, cachorros principalmente, acompanhando seus donos nas passeatas.

ENTRE as pessoas que foram às ruas se manifestar pela causa animal estava o advogado Guilherme Pessoa Franco de Camargo, especialista em Direito Animal e fundador do grupo “Não Vote em Quem é Contra os Animais”, atualmente com 119 mil membros. Ao lado de 40 mil manifestantes em Campinas, interior de São Paulo, lutou mais uma vez por reivindicações antigas da causa animal, como: mais hospitais públicos veterinários; a criação e desenvolvimentos de órgãos administrativos voltados aos animais, como a Secretaria de Defesa Animal ou Conselhos de Proteção Animal; abrigos públicos; e leis mais severas aos maus tratos de animais.

Guilherme Camargo é especialista em Direito Animal e fundador do grupo “Não Vote em Quem é Contra os Animais”,

Guilherme Camargo é especialista em Direito Animal e fundador do grupo “Não Vote em Quem é Contra os Animais”,

O CANINABLOG conversou com o advogado Guilherme Pessoa Franco de Camargo a respeito dessas manifestações públicas e revelou porque quem gosta de bichos ainda tem muito pelo que lutar. Confira as melhores partes dessa conversa:

CANINABLOG: Você percebeu outras pessoas defendendo a causa animal nessas manifestações?

Guilherme Camargo: Sim, dezenas de pessoas. Algumas até levaram seus cachorros (algo que censuro em razão dos acontecimentos de violência e depredação). Aliás, era uma das maiores causas de representação.

CANINABLOG: Que tópicos ligados a causa animal estão esquecidas ou ainda não foram discutidas pelos políticos ou dependem de apoio político?

Camargo: Principalmente aquelas ligadas aos crimes de rodeio e a estruturação administrativa interna da causa animal (desmembrada do meio ambiente ou da pasta de saúde pública) na esfera federal. As demais matérias estão sob os holofotes dos políticos e algumas inclusive em discussão atualmente no Congresso Nacional, tais como a criação de hospitais públicos e o aumento da pena para crimes contra os animais.

CANINABLOG: Você acredita que uma manifestação pública como essa tem algum efeito concreto?

Camargo: A manifestação pública é a forma mais eficaz de pressionar os políticos e promover mudanças. Os próprios protetores ligados à causa animal já praticam esses protestos há anos. As passeatas são a expressão maior das reivindicações gerais de certos movimentos. A causa animal tem uma boa oportunidade de obter novos direitos ou assegurar aqueles já adquiridos. A causa animal, dada sua grandeza de representação, deveria promover mais protestos (conjuntos ou próprios) pelo Brasil inteiro.

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Lei brasileira proíbe que cão seja transportado no colo ou ao lado do motorista

EXCLUSIVO |A LEI brasileira não é muito específica sobre o transporte de animais domésticos dentro do carro. Apenas diz que o animal não pode ser transportado do lado de fora do veículo, no colo  ou ainda ao lado motorista. E que estas irregularidades são passíveis de multa e pontos na carteira. Talvez por isso, muitos donos transportam seus cachorros soltos no banco traseiro. Mas a falta de informação em torno dos riscos do transporte inadequado é possivelmente o principal fator dessas irregularidades e consequentes acidentes.

Manter cachorro preso é mais seguro pra ele e para quem estiver dentro do carro

EMBORA não existam dados estatísticos sobre acidentes com animais, pois não são contabilizados como vitimas, sabe-se pelos jornais e televisão de várias tragédias causadas por bichos soltos não só nas ruas, mas também dentro do carro. “É comum também eles pularem pela janela, visto que não identificam que o veículo está em movimento”, retrata o engenheiro mecânico Denis Martins Rodrigues, que desenvolveu cintos de segurança especiais para animais de estimação fabricados pela marca Bracannes.

PARA tentar esclarecer para a população dos riscos de se manter cachorros soltos dentro do carro, será realizado neste sábado (10/11), das 10h30 às 14h, em São Paulo, o 1º Pet Safe. O evento contará com um circuito de palestras em torno do assunto e haverá ainda, ao vivo, um test drive em que serão simuladas situações onde cães bonecos são transportados com ou sem segurança.

UM DOS palestrantes do 1º Pet Safe será o engenheiro mecânico Denis Martins Rodrigues que concedeu uma entrevista exclusiva para o CaninaBlog a respeito do tema. Confira abaixo as principais partes dessa conversa:

CANINABLOG: Quais são os perigos de um cão solto dentro do veículo?

Denis Martins Rodrigues: Um animal, ou qualquer outra carga solta dentro do veiculo, é sempre um risco pra quem está em volta. No caso de um ser vivo, também é um risco para ele próprio. O que ocorre é que todos os elementos dentro do veículo estão na mesma velocidade do próprio veículo e, no momento do impacto, o que estiver solto permanece na mesma velocidade e só para quando bater em alguma coisa. Para se ter uma ideia da violência desse impacto, se cairmos do 3º andar de um prédio, atingimos a velocidade de aproximadamente 60km/h, ou seja, bater desprotegido a apenas 60km/h significa cair do 3º andar de um prédio.

CANINABLOG: Quais são as maneiras seguras de se transportar um cão dentro do carro?

Rodrigues: Como qualquer usuário de um veículo, o item mais importante de segurança ainda é o cinto de segurança. A caixa de transporte também proporciona a segurança dos demais usuários do veículo, desde que esteja bem ancorada no veículo e seja de boa qualidade para não haver quebras e estilhaços.

Evento contará com um test drive em que serão simuladas situações onde cães bonecos são transportados com ou sem segurança

Serviço:

1º Pet Safe

Data: sábado (10/11),

Horário: 10h30 às 14h

Endereço: Rua Minerva, 307. Perdizes, São Paulo – SP

Mais informações: (11) 3672-7093

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A guarda responsável de animais deve ser ensinada em casa e na escola

EXCLUSIVO | UMA CRIANÇA ganha um cachorrinho como presente de aniversário. No início, tudo é felicidade, até que os pais percebem que o filho puxa a orelha e arrasta o bichinho pelo pescoço. Brincadeira criança? Talvez não. A verdade é que esse comportamento na infância pode ser um indício de algum problema psicológico ou comportamental. O FBI, órgão federal de investigação dos EUA, afirma que 80% dos assassinos em série iniciaram sua psicopatologia já na infância, matando ou torturando animais.

A FALTA de conhecimento de pais e educadores sobre o assunto, geralmente, acaba escondendo problemas muito graves, mas que ainda teriam solução. “Como não recebem educação ambiental e nem tratamento psicológico na infância e na juventude, passam a cometer estes atos de barbarismo contra seres humanos também na idade adulta”, conclui o presidente da ONG Pense Bicho e secretário do Conselho Municipal de Proteção aos Animais (Comupa) de Curitiba, Aurélio Munhoz.

“Uma criança que não aprende a respeitar os animais reproduzirá este comportamento pela vida toda”, afirma Aurélio Munhoz da ONG Pense Bicho

PROJETO de educação

PARA combater este problema, a ONG Pense Bicho tem trabalhado desde 1998 no Paraná com o objetivo de educar e sensibilizar crianças e também adultos para os cuidados com os animais de estimação. A última novidade é uma peça teatral chamada de “Bicho não é Lixo”, da autora e presidente de honra da ONG Karin Birckholz, que ensina e dá dicas de como cuidar melhor dos animais de estimação, com foco na conscientização para a guarda responsável desses animais.

MAS o presidente da ONG Pense Bicho, Aurélio Munhoz, quer mais. Sua ambição é de incluir a educação ambiental na grade curricular dos alunos da rede municipal de ensino de Curitiba e, quiçá, do Brasil. “Uma pessoa que não aprende a respeitar a natureza e os animais já na infância  reproduzirá este comportamento, muito provavelmente, pela vida toda”, insiste. Segundo Munhoz, os problemas dos maus tratos aos animais e de destruição da natureza não são motivados apenas pelo interesse econômico de quem lucra com a venda ou exploração da fauna e da flora, mas também pela cultura de desrespeito que ainda predomina na sociedade.

ONG criou uma peça de teatro com o objetivo de educar crianças e também adultos para os cuidados com os animais de estimação

ENQUANTO O sonho da ONG Pense Bicho não se realiza, Munhoz afirma que é possível que pais eduquem seus filhos dentro de casa. “Ao tratar animais domésticos com respeito, dentro e fora de casa, e ao estimular a adoção de cães e gatos abandonados, os pais já estarão inserindo essa consciência ambiental”, afirma o esperançoso presidente da ONG Pense Bicho.

DICA extra: Outra organização que tem trabalhado na conscientização de crianças nas escolas é o Instituto Nina Rosa (INR). A organização criou um material didático, composto de um DVD e material impresso, que mostra a história de Fulaninho, o cão que ninguém queria (clique na imagem abaixo para assistir). O vídeo tem sido adotado por Secretarias de Saúde de vários municípios para complementar a educação dos alunos.

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Existem vários sites de compra coletiva focados no mercaod pet no Brasil

ENTREVISTA | QUEM nunca se sentiu tentado por uma promoção de um site de compras coletivas que levante a mão (ou a pata). A moda da compra coletiva chegou com tudo no Brasil há cerca de cinco anos e hoje conta com quase 2 mil sites voltados ao negócio. Sendo que alguns sites resolveram segmentar. Depois de uma pesquisa rápida no Google, por exemplo, é possível encontrar uma meia dúzia focada somente no mercado pet: Dog Urbano, PetBoom, Vitrine Pet, Pet Red, Pet Urbano e Pet Off são apenas alguns deles.

A RESPONSÁVEL pelo departamento de Marketing do site Dsconto Mariana Real, que agrega as promoções dos mais diversos sites existentes no país e em um só lugar, lembra que tanto empresas como clientes podem sair beneficiados. “Os primeiros veem nas compras coletivas a possibilidade de divulgar o seu empreendimento, enquanto os consumidores podem usufruir dos peços baixos“, argumenta. Sites de compra coletiva pet, por exemplo, oferecem serviços de banho e tosa, adestramento e hospedagem por um preço muito mais em conta.

Com a falta de leis específicas e fiscalização, alguns sites não cumprem com o prometido

O PROBLEMA desta explosão do mercado de compra coletiva é que nem sempre a qualidade do serviço é mantida. Se você ainda não foi vítima deste problema, ainda será ou conhece alguém que não conseguiu usufruir do produto comprado ou foi surpreendido por um serviço de péssima qualidade. Eu mesma já comprei um serviço de massagem e descobri que a estética não tinha mais agenda em nenhum horário para me atender dentro do prazo.

CLARO quem nem sempre a experiência em um site de compra coletiva é ruim. Mas é sempre bom ficar atento a algumas dicas para fugir de dores de cabeça. A responsável pelo departamento de Marketing do site Dsconto Mariana Real deixa a dica de como se proteger:

CANINABLOG: Que tipo de cuidados você recomenda que o cliente tenha ao comprar em sites de compra coletiva?

Mariana Real: Devido ao grande crescimento dos sites de compra coletiva, a falta de leis específicas e fiscalização, acabam surgindo alguns sites que não cumprem com o prometido. Para evitar dores de cabeça, sempre pesquise sobre a confiabilidade do site e procure saber se ele possui um serviço de atendimento ao cliente eficaz para que seja possível solucionar eventuais problemas. Evite serviços que não sejam oferecidas por empresas físicas, as quais você pode visitar caso haja necessidade.

CANINABLOG: O que fazer quando surge algum problema?

Mariana Real: Sempre entre em contato o mais rápido possível com o site e com o local para o qual a oferta está sendo oferecida. Se necessário, procure o Procon.

DICA extra: Se o site de compra coletiva não garantir a qualidade dos serviços oferecidos, negar a devolução dos valores nos casos de não prestação do serviço e/ou informar percentual de desconto incorreto, procure o Procon (clique aqui).

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Grupo divulga nomes de políticos com posição contra os direitos dos animais

EXCLUSIVO | DIZ O ditado que três coisas não se discutem: política, religião e futebol. Mas o advogado e militante da causa animal Guilherme P. F. Camargo discorda do velho ditado quando o assunto é política. Foi por isso que criou a comunidade virtual “Não vote em quem não gosta de animais” no Facebook que conta atualmente com 6 mil membros diretos e cerca de 300 mil apoiadores indiretos.

TUDO começou com a publicação de uma reportagem da jornalista Juliana Castro, onde denunciava os atos de dois vereadores de Campinas (SP) que apoiavam o sacrifício de animais em sacrifícios religiosos. “Da minha indignação e de milhares de outros protetores surgiu o grupo Não vote em quem não gosta de animais”, explica Camargo. Segundo o criador do grupo, alguns membros são praticantes dessas religiões, mas se opõem a este tipo de sacrifício.

O GRUPO, que começou de forma até despretenciosa, forçou tais políticos a desistiram dos seus apoios e passaram a militar em defesa da causa animal. Este foi a primeira e grande vitória do grupo e novos desafios não param de surgir. Aliás, Camargo defende que todas pessoas que acreditam que todos os bichos devem ser defendidos pela lei, deveriam investigar qual é a posição do seu candidato a respeito.

SAIBA mais nesta entrevista exclusiva com Guilherme P. F. Camargo, advogado, militante da causa animal por diversos grupos de proteção, membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB Campinas e fundador do grupo que atua contra políticos que são contra os animais:

Guilherme Camargo é advogado e militante da causa animal

CANINABLOG: Qual é a importância da pessoa investigar a vida política do seu candidato em relação a causa animal?

Guilherme P. F. Camargo: O respeito aos animais reflete-se diretamente na personalidade e forma de gestão dos administradores e políticos. Estudos relevam que aqueles que praticam maus tratos aos animais possuem traços e transtornos de ordem psicológica que inviabilizam o convívio em sociedade e com menor razão, a gestão de milhares delas.
É impensável pensar em governabilidade sem projetos sobre meio ambiente e proteção animal, apesar do atual governo ter dados mostras de retrocesso.

CANINABLOG: Como a pessoa pode descobrir a posição do seu candidato em relação a esse assunto?

Camargo: No site da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) existe uma lista positiva sobre os políticos que militam pela causa animal. As redes sociais também têm se mostrado uma ferramenta poderosa para o conhecimento do real perfil do candidato ativo ou omisso. Caso seja necessário, a pessoa pode perguntar pelo seu candidato no nosso grupo Não vote em quem não gosta de animais, que possui pessoas do Brasil inteiro.

CANINABLOG: E como podemos nos posicionar e realmente fazer a diferença?

Camargo: De duas maneiras, ora tornando público os atos praticados por políticos contra os animais em sua região, ora mostrando o peso do voto animal, conscientizando as demais pessoas sobre o papel de cada candidato.

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Cachorro destruidor ou muito estressado nunca deve ficar sozinho no carro

EXCLUSIVO | QUEM nunca deixou seu cachorro sozinho dentro do carro, mesmo que por 5 minutos, que jogue a primeira pedra. As desculpas são variadas: “tive que dar um pulinho no supermercado depois de passar no pet shop”, ou ainda, “meu cachorro está acostumado a ficar sozinho” e “deixei uma fresta da janela aberta para ele respirar”. Mas qual é o limite deste comportamento?

NO ESTADO da Califórnia, nos Estados Unidos, desde 2006 entrou em vigor uma lei que proíbe que donos deixem seus cães sozinhos no carro, nem que seja por alguns minutos. Segundo o governador do estado, o ex-ator Arnold Scharzenegger, a lei foi criada para proteger cães do intenso calor ou frio. As penalidades começam com US$ 100 até US$ 500 e a lei prevê até mesmo 6 meses de prisão se a pessoa for pega repetindo o delito.

NO BRASIL não existe uma lei que proíba donos de cães de deixarem os bichos sozinhos dentro do carro. Entretanto, um juiz pode considerar o comportamento como mau-trato quando o carro e o cão estiverem sob um intenso calor. Nestes casos, ter bom senso é essencial. “A primeira coisa a fazer é se programar. Se está nos planos passar no supermercado ou outro ambiente onde pet não pode entrar ou não há local adequado para ficar, o correto é deixar o cão em casa onde ele ficará seguro e confortável”, recomenda a médica veterinária Alessandra Keidann, do Bolicho do Bicho. Mas imprevistos acontecem e, caso você realmente precise estacionar com o bicho dentro do carro, procure seguir estas dicas da médica veterinária:

Enforcamentos com a guia ou cinto são uma possibilidade quando não estamos por perto

TEMPERATURA e ventilação

Procure um estacionamento coberto e com temperatura amena (principalmente no verão). Deixar a janela entreaberta é fundamental no que diz respeito à circulação de ar, mas não é a solução do problema em condições de temperaturas extremas.

PERIGOS dentro do carro
Lembre-se que qualquer veículo é cheio de locais onde seu pet pode se prender e se machucar. O ideal é que ele permaneça com seu cinto de segurança afivelado. Verifique se o cinto de segurança é curto o suficiente para que ele não possa pular ou cair do banco ou se enrolar. Enforcamentos acidentais na guia ou cinto de segurança são uma possibilidade quando não estamos por perto.

CACHORROS que nunca podem ficar sozinhos

Mesmo tomando todas as medidas citadas, não é recomendado deixar um animal que tem tendência a roer ou comer objetos. O bicho poderia, por exemplo, comer a espuma do banco ou qualquer outro elemento tóxico. Animais muito estressados também podem sofrer em demasia e até mesmo entrar em choque em uma situação fora do cotidiano como esta.

DICA extra
Avise o segurança do estacionamento que está deixando o animal no carro e onde vai para que possam encontrá-lo se houver algum contratempo. Volte o mais rápido possível.

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A arte urbana ganhou força em São Paulo principalmente na década de 1980

IMAGEM DA SEMANA | A IMPRESSÃO de quem chega em São Paulo pela primeira vez pode ser de uma cidade tomada pelo concreto e pelo cinza. Puro engano. Além dos dezenas de parques que cortam a metrópole, há também milhares de intervenções artísticas que colorem as ruas, muros e fachadas da cidade. Basta parar para observar.

Cachorro grafitado no Beco do Batman na Vila Madalena

FOI com essa ideia na cabeça e uma máquina fotográfica na mão que decidi percorrer algumas regiões da cidade que são conhecidas pelo grafite e registrar aqueles que tem um cachorro como tema. Muito diferente de pichação, o grafite é considerado arte e hoje no Brasil há uma dezena de grafiteiros conhecidos internacionalmente como Osgêmeos, Kobra, Binho Ribeiro e Nina Pandolfo.

AS IMAGENS que você curte aqui neste post foram feitas especialmente na Vila Madalena. É no bairro que você encontra o Beco do Batman, entre as ruas Gonçalo Afonso e Medeiros Albuquerque, considerado um dos pontos de grafite mais famosos de São Paulo, o local é totalmente coberto por trabalhos de artistas nacionais e estrangeiros.

DESDE 2011 a Prefeitura de São Paulo resolveu incentivar grafiteiros locais e, por meio da Lei Cidade Limpa, liberou as laterais de prédios para a produção de murais que podem ser patrocinados. O primeiro painel autorizado pela Prefeitura foi assinado pelos irmãos Osgêmeos em um prédio no centro da cidade.

PARA saber mais sobre os principais pontos grafitados em São Paulo, confira no site de turismo oficial da cidade alguns endereços interessantes (clique aqui). E para ver todas as fotos com cães registradas, veja o álbum completo no perfil do CaninaBlog no Facebook.

Retrato da vida dos artistas marginalizados da cidade. Repare no cão policial

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Confira orientações dos organizadores antes de participar do evento na sua cidade

EXCLUSIVO | A IMPRENSA abriu os olhos de muitas pessoas nos últimos meses para os diversos crimes contra animais cometidos aqui no Brasil. Casos como do cão Lobo, que foi arrastado pelo dono pelas ruas de Piracicaba (SP), ou ainda da enfermeira que teria batido no seu York Shire até a morte em Goiás, geraram mais do que comoção, mas revolta e indignação. Nos dois casos, as condenações pareceram muito brandas para a maioria dos defensores dos animais.

COMO fruto desta revolta, milhares de pessoas devem se reunir no dia 22 de janeiro em 175 cidades brasileiras para uma manifestação pública batizada de Crueldade Nunca Mais. “O grande objetivo do evento é reunir as pessoas que estão indignadas com os terríveis casos de crueldades e maus-tratos contra animais”, explica uma das coordenadoras do evento aqui no Brasil, Fernanda Oliveira de Barros Marchetti, que também é vice-presidente da ONG Projeto Segunda Chance e membro do Projeto Salvacão. Milhares de pessoas também devem se reunir neste domingo nas cidades de Nova York, São Diego, Miami e Londres.

POR leis mas duras no Brasil

AQUI no Brasil os organizadores também preparam um projeto de lei de iniciativa popular chamado de Lei Lobo (#LeiLobo). “Prentedemos conseguir a assinatura de 1.5 milhão de pessoas no país e assim enviar diretamente ao Congresso Nacional, pedindo punição mais severa para quem é condenado por maus-tratos”, explica Fernanda. Baseado no resultado da campanha nas redes sociais, os organizadores aguardam em São Paulo por volta de 2.500 a 3 mil pessoas, já no Rio de Janeiro o cálculo é de aproximadamente 1.500 pessoas.

QUER saber mais sobre o evento e como participar? Então não deixe de conferir a entrevista exclusiva que Fernanda Oliveira de Barros Marchetti, membro do comitê organizador da campanha Crueldade Nunca Mais, deu para o CaninaBlog:

CANINABLOG:Como as pessoas podem se preparar para o evento?

Fernanda Marchetti é membro do comitê organanizador

Fernanda Marchetti: As pessoas devem procurar as orientações disponibilizadas no site do Crueldade Nunca Mais, vestir camiseta branca, levar garrafinha de água e sempre lembrar de jogar lixo no lixo. Nossa orientação é para não levar animais de estimação pois entendemos que a manifestação não é um local agradável aos bichos devido ao barulho, exposição excessiva ao sol ou falta de abrigo contra chuva. Mas se as pessoas quiserem trazer seus bichos, solicitamos que não se esqueçam de trazer água e saquinho para recolher os dejetos. O evento possui um organizador em cada cidade, que segue as diretrizes e orientações da organização central em São Paulo que também estão disponibilizadas no site.

CANINABLOG: Qual é a situação do Brasil em relação a crueldades cometidas contra animais?

Fernanda Marchetti: Os problemas enfrentados no Brasil são piores que nos países de primeiro mundo, que em sua cultura já reconhecem os animais como seres que merecem ser respeitados e possuem leis e mecanismos de fiscalização estabelecidos e mais eficientes, como Estados Unidos e países da Europa. Já em relação à países asiáticos, o Brasil me parece melhor. Nestes países o próprio governo financia a matança de baleias, tubarões e golfinhos, além de permitir  a extração de pele de cães, gatos, coelhos e de diversos animais em nome do lucro. A vida destes animais não tem valor para esta população e governo, já no Brasil o cenário é diferente e estes crimes não são permitidos.

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Lei exige que as salas de banho, tosa e secagem fiquem em espaços separados

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RECORD NEWS  | BASTA dar um volta pela mais populosa cidade do Brasil para perceber a imensa quantidade de pet shops. Há mais de 5 mil lojas na cidade de São Paulo, ou seja, um número maior do que de padarias, por exemplo. O problema é que, segundo apuração de uma reportagem do canal de televisão Record News, metade trabalha de forma irregular.

NO VÍDEO linkado neste post, a repórter explica que, para ter um pet shop, é preciso seguir algumas regras previstas por lei. “Por exemplo, as salas de banho, de tosa e de secagem devem ficar em espaços separados, o piso desses locais precisa ser impermeável e é preciso que um funcionário esteja de plantão para limpar os ambientes”, explica. Além, claro, do alvará de funcionamento.

PARA assistir a reportagem, clique na imagem de abertura.

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Saquinhos se decompõem sem deixar resíduos nocivos ao meio ambiente

EXCLUSIVO | SACOLAS plásticas estão com os dias contados. Agora a onda verde é usar as sacolas ecológicas feitas de tecido e que podem ser usadas diversas vezes. Uma das primeiras cidades brasileiras a dar fim às milhões de sacolas usadas diariamente no Brasil é São Paulo. A cidade sancionou uma lei que determina que, a partir de janeiro de 2012, está proibida a distribuição de sacolas plásticas por estabelecimentos comerciais.

SUPERMERCADOS, petshops, lojas, todos têm até o fim deste ano para se adequarem às novas exigências. Mas surge um novo problema: como milhares de donos de cachorro recolherão o cocô nas ruas da cidade? Afinal, atualmente, as sacolinhas são o principal material usado para este fim.

VÁRIOS condomínios da cidade de São Paulo já se anteciparam e se adaptaram à nova lei. Eles contam com o Acacabou, um dispenser que permite a retirada de saquinhos oxibiodegradáveis, que se decompõem sem deixar resíduos nocivos ao meio ambiente.

O PRODUTO foi lançado pela Wesco no início deste ano e tem sido instalado nos condomínios próximo aos elevadores ou portaria, justamente para facilitar a retirada dos saquinhos pelos moradores que saem para passear com os pets. “O Acacabou é uma alternativa prática e sustentável não só para os donos de cães, mas para todos os moradores do condomínio e do bairro, que poderão caminhar por ruas limpas, sem moscas e com menos enchentes, uma vez que nossos saquinhos não entopem bueiros por se degradarem em um curto espaço de tempo”, explica diretor comercial da Wesco, Wesley Garcia Gomes.

O ACACABOU também é vendido pela Wesco para o consumidor final, ou seja, o dono do pet. O dispenser custa R$ 170 e vem com 500 saquinhos. Ao término dos saquinhos, o dono pode solicitar a reposição, sendo que o pacote com 1 mil sai por R$ 95. No vídeo abaixo você pode conferir o Acacabou sendo testado pela apresentadora Ana Maria Braga no programa Mais Você, exibido pela rede Globo.

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