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Archive for the ‘Pergunte ao Vet’ Category

Ossos crus podem combater tártaro, mas não são única solução

Ossos crus podem combater tártaro, mas não são a única solução

SAÚDE | SABE aquela regra de se mastigar 30 vezes antes de engolir a comida? Bom, quem tem cachorro sabe que eles não conhecem e, muito menos, praticam essa regra. Cães praticamente engolem os alimentos inteiros quando comem e assim restos de comida ficam parados em sua boca e sobre seus dentes. A consequência é que as bactérias que já existem ali se juntam a estes restos de alimento e acabam formando então a placa bacteriana, também chamado de tártaro, que atinge nada menos que 80% dos cães.

TAL problema, quando agravado, pode ter conseqüências terríveis para o cão como a dificuldade para mastigação, mau hálito, perdas dentárias, infecções secundárias em importantes órgãos como rins, coração e dor ao se alimentar, lista a veterinária da PremieR pet Keila Regina de Godoy.

Tártaro não tratado pode causar até problema cardíaco

Tártaro não tratado pode causar até problema cardíaco

A BOA notícia é que a placa bacteriana pode ser facilmente removida, seja através da escovação, ossinhos e brinquedos. “No entanto, ocorre que, se não for removida, elas sofrem um processo de mineralização em que o cálcio contido na saliva se liga a ela, promovendo seu endurecimento. A partir daí já podemos considerar que existe o cálculo dental, o qual só pode ser removido por meio do tratamento feito pelo médico veterinário e precedido de anestesia geral”, explica Keila.

DICAS de combate

O USO de osso é recomendado para se combater o tártaro, mas segundo a zootecnista Tula Verusca Pereira, do blog Cão Natural, não é a solução perfeita para retirar o problema, principalmente para os dentes da frente, chamados de incisivos. “O ideal é que se escove os dentes todos os dias”. Ela ainda alerta que ossos cozidos são perigosos porque podem perfurar do esôfago ao intestino e nunca devem ser consumidos. “Os ossos, quando cozidos, tem sua estrutura modificada fazendo com que as pontas formadas possam perfurar o cão.” E o osso cru? “Bem, o osso cru não corre o risco de perfurar o cão. Mas, assim como ossos de couro, pode ocorrer engasgo. Sendo assim, supervisione sempre seu cachorro enquanto come um osso, ou a situação pode se transformar em uma tragédia”, adverte a zootecnista.

O PAPEL da alimentação

A VETERINÁRIA da PremieR pet Keila Regina de Godoy defende que o alimento seco industrializado (ração) pode auxiliar de duas maneiras no combate ao tártaro: mecânica e química. A mecânica inclui a ação de abrasão promovida pela mastigação de um grão de formato e tamanho apropriados ao porte do animal. Já a química evita o endurecimento da placa bacteriana, não permitindo que ela se transforme no cálculo dental. “Isso é obtido pelo uso, já na composição do alimento, de substâncias especializadas que em contato com a saliva (como o hexametafosfato de sódio) previnem a formação do tártaro em até 47%. Esses tipo de substância sequestra o cálcio presente e impede que o mesmo se ligue na referida placa”, explica.

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Agressividade ou medo podem atrapalhar o exame veterinário

Agressividade ou medo nos cães pode atrapalhar o exame veterinário

EXCLUSIVO | CACHORROS podem ter as mais diversas reações diante de um veterinário. Alguns tremem e fazem até xixi de medo. Outros ficam extremamente agressivos e tentem morder quem aparecer de jaleco (é o caso do meu Ciccilo). E ainda o despreocupado que deixa o veterinário praticamente virá-lo do avesso. Se o seu cachorro se encaixa no primeiro e segundo caso, esse post é para você. Veterinário do Pet Care, Centro Veterinário localizado me São Paulo, Marcelo Quinzani está acostumado a receber todo perfil de paciente canino. Segundo ele, a maioria mostra um comportamento que remete a insegurança e medo. “Dependendo da personalidade do cão, ele pode manifestar isso com agressividade ou timidez”, relata.

O VETERINÁRIO ainda explica que um cão de caráter dominante (também chamado de “alfa”), pode latir muito, ser agressivo ou investir contra outros animais e o veterinário. Já um cão mais tímido e submisso tende a se manifestar com tremores, escondendo-se junto ao dono. Mas Quinzani salienta: “Independente do tipo de caráter, esse comportamento pode atenuar-se quando o animal já se acostumou com a clínica devido às visitas constantes, deixando ele mais seguro em relação ao lugar”.

 Marcelo Quinzani é diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care de São Paulo

Marcelo Quinzani é diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care

CONVERSAMOS com o veterinário do Hospital Pet Care Marcelo Quinzani sobre a relação do veterinário e do cachorro. Confira abaixo as principais partes dessa conversa:

CANINABLOG: Se um dono percebe que o cachorro morre de medo do veterinário, deve pensar em mudar de profissional?

Marcelo Quinzani: Em um primeiro momento, não. Devemos mostrar para o cão que ele está seguro e que o dono esta ali para protegê-lo. Se isso se torna constante e o animal realmente não gosta do lugar, pode tentar mudar e ver se muda esse comportamento. Assim como as pessoas, existe a empatia movida exclusivamente por situações agradáveis. Muitas vezes o animal não gosta do lugar ou do veterinário por que ele teve uma experiência ruim e isso ficou marcado na memória dele. Se ele visitar o veterinário em uma situação agradável, como uma consulta de rotina ou mesmo um bom banho, pode perder esse medo.

CANINABLOG: Como o dono pode ajudar seu cão a reagir melhor diante do vet ou na hora de realizar exames?

Quinzani: Mostrando para ele que não tem problema e que ele está seguro. Acolher o animal de forma efusiva pode significar que ele realmente está correndo risco e isso pode deixar o animal mais inseguro. Muitas vezes, somente com palavras de conforto, sem tocar o animal, deixando que o veterinário o segure, pode mostrar ao cachorro que o dono dele confia no veterinário e que ele também deve confiar.

Cães podem memorizar experiências dolorosas com vets e clínicas

Cães podem memorizar experiências dolorosas com veterinários e clínicas

CANINABLOG: Quando o uso de focinheira e/ou anestesia é recomendada?

Quinzani: Somente em último caso, quando o animal não coopera de forma alguma. Geralmente isso acontece em animais adultos que não foram treinados ou que não tiveram contato prévio com o veterinário. Com filhotes, quando se percebe esse tipo de comportamento, deve se adestrar o quanto antes.

CANINABLOG: Um cachorro que não reage bem diante do veterinário pode prejudicar a avaliação clínica?

Quinzani: Evidentemente. Nos animais agressivos ou com muito medo, alguns parâmetros mudam consideravelmente, como pressão arterial, batimento cardíaco e até mesmo a resposta a dor. Isso pode prejudicar o diagnóstico e o exame clínico.

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Cães podem ficar roucos por causa da velhice ou depois da castração

Cães podem ficar roucos por causa da velhice ou depois da castração

EXCLUSIVO | LOGO após as férias, notei que Ciccilo, meu Fox Terrier Pêlo Duro, andava meio rouco. É isso mesmo, toda vez que ele latia, a voz dele parecia abafada, estranha. Fiquei preocupada. Mas após alguns dias o problema desapareceu e o latido dele voltou ao normal. Foi assim que surgiu a curiosidade: será que rouquidão pode ser sintoma de alguma doença nos cães?

PARA termos uma resposta confiável, conversamos com a médica veterinária Amanda Cologneze Brito, assistente técnica do Laboratório Veterinário Mundo Animal, que alertou que a rouquidão pode ser sintoma para uma série de doenças. “Como a tosse dos canis, cinomose, gripe e alguns tipos de tumore”, advertiu.

Se a causa for gripe, a rouquidão pode ser temporária

Se a causa for gripe, a rouquidão pode ser temporária, explica veterinária

SEU CACHORRO está rouco? Então confira abaixo as principais partes da conversa que tivemos com a médica veterinária Amanda Cologneze Brito:

CANINABLOG: Cachorros podem ficar roucos por causa de gripe?

Amanda Cologneze Brito: Sim, no geral doenças que afetam o trato respiratório podem levar ao sintoma.

CANINABLOG: A rouquidão pode ser sintoma de doenças graves?

Amanda: Sim, cinomose, por exemplo. E também do condrossarcoma, que é um tumor que acomete o tecido cartilaginoso, pode se desenvolver na laringe causando uma mudança na “voz” do animal.

CANINABLOG: Cachorros podem ficar com a “voz” rouca com a chegada à velhice ou depois de serem castrados?

Amanda: Sim. Assim como acontece com humanos em alguns casos, principalmente se o animal teve problemas respiratórios durante a vida.

CANINABLOG: É comum cachorros com rouquidão temporária?

Amanda: Se o que está causando o sintoma for uma gripe, por exemplo, ou outras doenças que afetam o trato respiratório temporariamente, como a tosse dos canis, o sintoma é temporário.

CANINABLOG: Quando o dono deve procurar um veterinário?

Amanda: Procure sempre visitar seu médico veterinário quando o animal apresentar qualquer sinal ou atitude que você não observa na rotina.

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Veterinária dá dicas de como ter uma viagem segura para seu pet

Veterinária dá dicas de como ter uma viagem segura com seu pet

FÉRIAS | NEM todo cachorro gosta de passear de carro. Meu Fox Terrier Ciccilo, por exemplo, costuma passar muito mal com os enjoos. Mas mesmo aqueles cães que curtem o vento na cara e um bom passeio, merecem cuidados especiais – principalmente se a viagem de carro durar algumas horas. Para que a viagem de carro não se torne um pesadelo para seu melhor amigo, conversamos com a médica veterinária Elaine Pessut, diretora do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária. “Quando as viagens forem feitas de carro o animal deve ter à disposição vasilhas para água, que deve ser sempre fresca ou gelada. As paradas são obrigatórias, para que ele possa sair para urinar e/ou defecar”, ressalta.

PRECISA parar para fazer aquele lanchinho na estrada? Vale lembrar que o animal nunca deve ser deixado no carro, especialmente no verão, pois a temperatura interna do carro é sempre maior do que a externa e as chances do pet ter uma crise de hipertermia é grande, alerta a médica veterinária. Por isso, escale alguém para tomar conta do pet enquanto o restante dos passageiros passam pelo restaurante.

Faça paradas a cada duas ou três horas nas viagens de carro

Faça paradas a cada duas ou três horas nas viagens de carro

CONFIRA abaixo mais dicas da médica veterinária Elaine Pessut:

• MUITOSs animais vomitam durante a viagem, por isso evite alimentá-lo ou dê apenas pouca ração;

• PARA deixar a caixa de transporte mais confortável, forre o interior com panos ou jornais. Coloque também um brinquedinho de que ele goste ou um tecido com seu cheiro dentro da caixa.

NO caso de transporte por carro, a cada a duas ou três horas dê água para o seu animal e deixe-o sair para andar um pouco e fazer suas necessidades;

• SE parar o carro por algum tempo, jamais deixe seu companheiro dentro quando estiver sol ou muito calor. Os cães não conseguem dissipar o calor transpirando como nós, podendo chegar ao óbito;

• ANTES de viajar com o seu animal, providencie uma plaqueta com seu nome, endereço e telefone, e coloque-a na coleira dele. Também vale a pena adicionar o nome e telefone do hotel em que você ficará hospedado.

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Veterinária dá dicas de como conservar e oferecer alimentos para seu cão

Veterinária dá dicas de como conservar e oferecer ração para seu cão

SAÚDE | O VERÃO é a época em que os casos de doenças transmitidas por alimentos acontecem com mais frequência. As temperaturas mais altas exigem que tenhamos mais cuidados com a conservação e ainda a adoção de alguns critérios básicos de higiene na manipulação dos alimentos, tendo atenção ao comprar, armazenar, preparar e consumir. E essas regras também valem para a alimentação do seu cachorro.

A VETERINÁRIA Keila Regina de Godoy da PremieR pet dá dicas de como preservar o alimento do seu cachorro nos meses mais quentes quando acontece um favorecimento da proliferação de pragas como insetos e roedores, bem como a presença de aves nos locais de refeição e armazenamento das rações. Confira:

Após a abertura da embalagem, a ração deve ser mantida, preferencialmente, em sua embalagem original

Após a abertura da embalagem, a ração deve ser mantida, preferencialmente, em sua embalagem original

HORA de comer

MUITOS cachorros mostram falta de apetite nas horas mais quentes do dia, principalmente no verão. Por essa razão, a veterinária indica que o alimento seja oferecido nos horários e locais mais frescos do dia, sempre à sombra. “Este manejo é particularmente importante para os animais com problemas cardíacos ou respiratórios e, ainda, os obesos, pois as altas temperaturas aumentam o desconforto respiratório e costumam levar à perda de apetite”, explica a veterinária.

VALE lembrar que o mais apropriado é sempre manter, nos casos de viagens ou hospedagens, o alimento habitual que o cão consome, pois mudanças bruscas na alimentação podem promover alterações gastrointestinais.

CONSERVAÇÃO dos alimentos

O VERÃO favorece a proliferação de pragas como insetos e roedores, bem como a presença de aves nos locais de refeição e armazenamento das rações. “Isso expõe o alimento à contaminação e o animal a doenças, algumas graves como a Leptospirose, causada pelo contato com a urina que os ratos liberam nos locais onde se alimentam”, relata Keila Regina.

AS aves também podem veicular doenças por meio de suas fezes e, por isso, é melhor mantê-las afastadas. Assim, torna-se fundamental adotar cuidados rígidos tanto com o alimento exposto quanto com o armazenado:

ARMAZENAMENTO 

NUNCA deixe o alimento armazenado em exposição direta à alta umidade, ao sol ou calor excessivo, pois estes fatores podem alterar a qualidade do alimento. “Assim, seja em casa ou no revendedortodo alimento deve ser armazenado em local fresco, seco, sem incidência direta da luz solar e sem contato direto com parede e chão”, recomenda a veterinária.

APÓS a abertura da embalagem, o produto deve ser mantido, preferencialmente, em sua embalagem original. Caso seja guardado em latas ou caixas plásticas, estas devem ter boa vedação e barreira contra a luz. “Estes cuidados são fundamentais para correta conservação do produto, prevenindo a rancificação da gordura, a oxidação de vitaminas e evitando o desenvolvimento de microorganismos contaminantes como fungos e bactérias.”

EVITAR exposição

QUALQUER alimento seco industrializado, como a ração, quando umedecido por água e/ou saliva e exposto às altas temperaturas do ambiente, sofre um processo de fermentação se não for imediatamente consumido. É fundamental que todas as sobras sejam sempre descartadas e que a cada refeição os comedouros sejam lavados com esponja, água e sabão para remoção completa de resíduos

“NÃO deixe a ração exposta na vasilha por mais de 30 minutos e recolha os grãos de ração que caiam ao redor, mantendo o local das refeições constantemente limpo”, recomenda a veterinária da PremieR pet.

DICA EXTRA: Comedouros anti-formiga podem ajudar contra esta praga comum nas residências, sendo facilmente encontrados nas versões para cães nas lojas especializadas.

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A foto é só uma brincadeira. Na verdade, cães e construção não combinam

EXCLUSIVO | MINHA mãe costuma dizer que um pedreiro é capaz de te dar duas felicidades na vida: quando ele aparece para trabalhar e quando ele finalmente vai embora. Brincadeiras à parte, a verdade é que uma obra ou reforma em casa é capaz de dar muita dor de cabeça. O que eu não imaginava era a repercussão de uma reforma recente que aconteceu em minha casa na vida e saúde do meu cachorro Ciccilo.

ALÉM da poeira inevitável de qualquer obra, era um entra e sai de pedreiro e pintor na casa que me deixava preocupada com a segurança do meu Fox Terrier Pêlo Duro. Além disso, Ciccilo não tirava o olho da marmita dos funcionários. Quando ele passou a espirrar sem parar, comecei a me preocupar ainda mais. Enfim, vivi um caos completo por todos os dias da reforma que, claro, demorou mais do que o previsto.

Se a reforma for pela casa inteira, o ideal seria mandar o pet para a casa de alguém ou para um hotelzinho, recomenda veterinária

SE VOCÊ já passou por isso ou está pensando em fazer alguma obra na sua casa, reunimos aqui algumas dicas da médica veterinária Andressa Gontijo da My Pets Nanny para evitar acidentes com seu pet. Mas ela já avisa: “Se for uma reforma pequena, em um cômodo da casa, o melhor é deixar seu bichinho longe desse local. Agora, se a reforma está pela casa inteira, o ideal seria mandá-lo para a casa de alguém ou para um hotelzinho”.

Confira mais dicas da médica veterinária Andressa Gontijo da My Pets Nanny:

ALERGIAS diversas

POEIRA, cimento e tinta, todos esses elementos podem causar vários tipos de problemas respiratórios em cães. Os primeiros sintomas podem ser espirros e tosse, mas há casos de alergias na pele em que alguns animais começam a perder os pêlos de uma região, a famosa dermatite. Os olhos também podem apresentar coceira e vermelhidão. Se alguns desses sintomas aparecer, consulte um veterinário e não esqueça de relatar que sua casa está em reforma.

PRECAUÇÃO contra acidentes

CÃES podem cair de andaimes, comer e inalar sujeira, beber água contaminada ou com tinta. Por isso, o ideal é deixar todas as vasilhas de comida e água bem longe do local que está a obra. Lembre-se também de trocar sempre a água. No caso de alimentos, o ideal é servir na hora que o animal for comer e depois retirar a vasilha.

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Nos dias mais secos, passeie cedo pela manhã, no final da tarde e a noite

EXCLUSIVO | A UMIDADE relativa do ar é considerada prejudicial quando está abaixo dos 30%. Como em vários estados brasileiros não chove há mais de um mês, a Defesa Civil alerta que a população deve evitar a prática de exercícios físicos em ambientes abertos, assim como ficar durante muito tempo em locais fechados, como teatros e cinemas.

Banhos quentes devem ser evitados em casa ou no petshop

MAS não são só os humanos que podem ser prejudicadas com a baixa umidade relativa no ar. “Os problemas para o sistema respiratório causados pelo tempo seco são vários, tanto para nós seres humanos como para os animais: pneumonias, gripes, alergias podem ocorrer quando a umidade cai e os índices de poluição, consequentemente, aumentam”, alerta a médica veterinária Andressa Gontijo da Clínica Home Vets. Sendo que os sintomas do tempo seco nos cães são diversos, como mal-estar, tontura, hipertermia, olhos vermelhos, boca seca, o que pode resultar em desmaios e desidratação.

COMO proteger seu pet

DURANTE o tempo seco, vigie ainda mais se seu cachorro tem água a disposição, pois o consumo aumenta e muito nesta época do ano. Além disso, converse com o petshop que você freqüenta pois os banhos quentes nos animais devem ser evitados. “Muitos cães sofrem de calor excessivo por causa dos pêlos e poderão passar mal durante um banho muito quente”, explica Andressa Gontijo.

EXERCÍCIOS sob controle

A PRÁTICA de esportes também merece atenção especial no tempo seco. O corpo se cansa mais facilmente, a garganta passa a ficar mais seca e os olhos ficam irritados com facilidade. “Mas não é por isso que seu pet não poderá por o nariz para fora de casa, o recomendado é que os exercícios físicos sejam feitos nas primeiras horas da manhã, no final da tarde ou à noite, quando o clima seco não incomoda tanto”, recomenda a médica veterinária. Sendo que o ideal é que os exercícios sejam ao ar livre em locais como parques e praças, que serão mais frescos. “E não esqueça de oferecer água para seu cachorro de hora em hora.”

DICA extra: outra prática recomendada pela médica veterinária Andressa Gontijo é aplicar compressas de água filtrada nos olhos dos cachorros que estiverem com os olhos irritados ou até mesmo o uso de um colírio de lágrima artificial.

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