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Posts Tagged ‘Alessandra Keidann’

Indústria de ração sofre com os efeitos da inflação no Brasil

Indústria de ração sofre com os efeitos da inflação no Brasil

EXCLUSIVO |  LEVANTE a mão quem não tem voltado assustado do supermercado, depois de ver a conta do restaurante ou de qualquer serviço. A inflação no Brasil, que segundo economistas acumulou alta de 6,59% nos últimos 12 meses, tem preocupado especialistas. O último susto para quem tem um cachorro foi o aumento do preço da ração nos petshops. No final do mês passado fui fazer buscar em uma loja pet o pacote de 7,5 quilos que costumo comprar para Ciccilo.

QUAL não foi meu susto quando percebi que o preço do pacote tinha aumentado 20% desde a última compra nem dois meses atrás. Assustada, fui correndo até o concorrente mais próximo e, qual não foi minha surpresa, ao perceber que o preço era exatamente igual. Ao comentar meu susto no blog, percebi que vários leitores e donos de cachorro passaram, revoltados e confusos, pela mesma experiência. O que explicaria esse aumento nos preços da ração muito acima da inflação?

"Clientes nos questionam sobre outras opções que se enquadrem no perfil do cão", contam Thais e Adriano da Pro Cane

“Clientes nos questionam sobre outras opções que se enquadrem no perfil do cão”, contam Thais e Adriano da Pro Cane

COMO funciona o mercado

A INDÚSTRIA de alimentos para cães pratica aumentos periódicos, geralmente anuais ou divididos em dois períodos do ano. Sendo assim, a inflação acumulada nestes períodos acaba claramente refletida no preço do pacote.

OUTRA novidade que pode ter mexido no preço dos alimentos para pet: aumento dos impostos. Desde outubro de 2012, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que, nas rações para cães e gatos em embalagens com mais de dez quilos, incide alíquota de 10% relativa ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Até então, todos alimentos pet eram isentos deste imposto. Mas segundo o ministro Benedito Gonçalves, defensor do imposto neste caso, a diferenciação entre os itens da tabela leva em consideração o princípio da seletividade. “Os alimentos para cães e gatos são destinados a público com alto poder aquisitivo, que opta pelo fornecimento de tais alimentos, em vez de utilizar formas mais básicas de nutrição”, declarou o ministro na época. Leia mais a respeito clicando aqui.

SENDO assim, a não ser que o lojista tenha um estoque muito grande, os aumentos da indústria de ração são sentidos em todos os petshops, dos mega àqueles pequenos comerciantes de bairro. “O aumento necessariamente precisa ser repassado ao consumidor final, por isso eles vêm em onda”, explicam os proprietários da loja de alimentos pet Pro Cane, Thais Gagliardi e Adriano Gargioni. Segundo os empresários, o aumento varia muito por fabricante. “Geralmente, de 5% a 12%”. Mas a mudança de preço de um fabricante em especial assustou até mesmo os experientes comerciantes de Porto Alegre. “Esse último aumento da Royal Canin está causando alvoroço pois foi de 20% para alguns produtos”, garantem.

"Às vezes o cliente acaba deixando de comprar imaginando que vai encontrar com preço melhor em outra loja. Acaba voltando com o tempo", revela  Alessandra Keidann do Bolicho do Bicho

“Às vezes o cliente acaba deixando de comprar imaginando que vai encontrar um preço melhor em outra loja. Acaba voltando com o tempo”, revela Alessandra Keidann do Bolicho do Bicho

REAÇÃO diante dos preços

O COMPORTAMENTO do dono do cachorro é obvio diante de um aumento desta proporção: pesquisar na concorrência. “Às vezes o cliente acaba deixando de comprar imaginando que vai encontrar um preço melhor em outra loja. Acabam voltando com o tempo pois o reajuste mais cedo ou mais tarde precisará ser repassado pelos demais lojistas”, afirma a dona do pet shop Bolicho do Bicho Alessandra Keidann. Segundo a empresária, a margem de lucro trabalhada pelo comércio varejista em geral para alimentos para animais é baixa. “Dificilmente a empresa consegue absorver os aumentos sem repassar.”

QUANDO o cliente não tem mais escapatória, começa a se questionar se vale ou não a pena mudar de marca de ração. Segundo Thais e Adriano da Pro Cane, muitos dos seus clientes têm buscado consultoria. “Eles nos questionam sobre outras opções que se enquadram no perfil do cão.” Para os comerciantes, existem sim outras opções de marcas premium e super premim de ração no mercado com preços mais em conta ou em promoção. Basta pesquisar.

MAS o que explicaria o aumento de até 20% no preço da ração de uma das marcas mais conhecidas e consumidas de alimentos super premium no Brasil? Para explicar esse aumento, conversamos com o porta-voz e diretor de Marketing da Royal Canin no Brasil, Christian Pereira. Confira no post que publicaremos ainda essa semana as melhores partes dessa conversa.

DICA EXTRA: Se o dono do cão escolher trocar de ração, o importante é buscar não somente o preço, mas sim uma relação de custo-benefício interessante para a saúde do cão e seu bolso. “Busque pacotes maiores, quanto maior a embalagem, melhor o custo do quilo. Mas é muito importante comparar a duração do pacote, a quantia diária recomendada e os níveis de vitaminas, proteínas, fósforo e antioxidantes”, ensinam Thais Gagliardi e Adriano Gargioni, donos da loja de alimentos pet Pro Cane de Porto Alegre.

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Cachorro destruidor ou muito estressado nunca deve ficar sozinho no carro

EXCLUSIVO | QUEM nunca deixou seu cachorro sozinho dentro do carro, mesmo que por 5 minutos, que jogue a primeira pedra. As desculpas são variadas: “tive que dar um pulinho no supermercado depois de passar no pet shop”, ou ainda, “meu cachorro está acostumado a ficar sozinho” e “deixei uma fresta da janela aberta para ele respirar”. Mas qual é o limite deste comportamento?

NO ESTADO da Califórnia, nos Estados Unidos, desde 2006 entrou em vigor uma lei que proíbe que donos deixem seus cães sozinhos no carro, nem que seja por alguns minutos. Segundo o governador do estado, o ex-ator Arnold Scharzenegger, a lei foi criada para proteger cães do intenso calor ou frio. As penalidades começam com US$ 100 até US$ 500 e a lei prevê até mesmo 6 meses de prisão se a pessoa for pega repetindo o delito.

NO BRASIL não existe uma lei que proíba donos de cães de deixarem os bichos sozinhos dentro do carro. Entretanto, um juiz pode considerar o comportamento como mau-trato quando o carro e o cão estiverem sob um intenso calor. Nestes casos, ter bom senso é essencial. “A primeira coisa a fazer é se programar. Se está nos planos passar no supermercado ou outro ambiente onde pet não pode entrar ou não há local adequado para ficar, o correto é deixar o cão em casa onde ele ficará seguro e confortável”, recomenda a médica veterinária Alessandra Keidann, do Bolicho do Bicho. Mas imprevistos acontecem e, caso você realmente precise estacionar com o bicho dentro do carro, procure seguir estas dicas da médica veterinária:

Enforcamentos com a guia ou cinto são uma possibilidade quando não estamos por perto

TEMPERATURA e ventilação

Procure um estacionamento coberto e com temperatura amena (principalmente no verão). Deixar a janela entreaberta é fundamental no que diz respeito à circulação de ar, mas não é a solução do problema em condições de temperaturas extremas.

PERIGOS dentro do carro
Lembre-se que qualquer veículo é cheio de locais onde seu pet pode se prender e se machucar. O ideal é que ele permaneça com seu cinto de segurança afivelado. Verifique se o cinto de segurança é curto o suficiente para que ele não possa pular ou cair do banco ou se enrolar. Enforcamentos acidentais na guia ou cinto de segurança são uma possibilidade quando não estamos por perto.

CACHORROS que nunca podem ficar sozinhos

Mesmo tomando todas as medidas citadas, não é recomendado deixar um animal que tem tendência a roer ou comer objetos. O bicho poderia, por exemplo, comer a espuma do banco ou qualquer outro elemento tóxico. Animais muito estressados também podem sofrer em demasia e até mesmo entrar em choque em uma situação fora do cotidiano como esta.

DICA extra
Avise o segurança do estacionamento que está deixando o animal no carro e onde vai para que possam encontrá-lo se houver algum contratempo. Volte o mais rápido possível.

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Raças com carinha achatada, como Bulldog Francês e Pug, merecem cuidado especial

EXCLUSIVO | COMPRIDOS, redondos, achatados, pretos e até branquinhos. Existe uma infinidade de formatos e cores de focinhos. Mas nem sempre o formato tem a ver com função deste órgão tão importante do corpo canino. “Originalmente, já existiam cães de focinhos longos e curtos. Mas, hoje em dia, quem controla a reprodução e define quais características os animais devem ter somos nós. Essa é uma grande responsabilidade”, lembra a médica veterinária Alessandra Keidann, do Bolicho do Bicho.

UM DOS problemas mais comuns relacionados ao formato do focinho acontece com aqueles cães com carinha achatada, como Pug e Bulldog Francês. “Optar por gerar animais de focinho cada vez mais curto, apenas por serem ‘engraçadinhos’, trás consigo outras alterações genéticas que fazem do animal um ser ainda mais dependente, com dificuldade para se alimentar e se reproduzir”, lembra Alessandra.

MAS cães com focinhos de todos os formatos merecem uma atenção especial. Por essa razão, a médica veterinária indica que o dono acostume seu animal a ser tocado no focinho e na boca desde pequenos. “Você precisa manipular esta região para poder saber se está tudo bem”, argumenta.

Pelo hábito de "cheirar" as novidades, há grandes chances da região do focinho ser picada por insetos

CONFIRA abaixo os principais cuidados que devemos ter com o focinho do nosso melhor amigo. Dicas da médica veterinária Alessandra Keidann, do Bolicho do Bicho:

FOCINHO curto

QUANTO mais curto o focinho, mais trabalho teremos. Isso acontece por que é necessário condensar muitas estruturas em um pequeno espaço que acabam ficando “espremidas” e “retorcidas”. Todas as raças de focinho curto precisam de cuidados especiais para manter o local sempre limpo e seco, impedindo a proliferação de fungos e bactérias o que em geral, não é uma tarefa fácil.

PRINCIPAIS problemas

O FOCINHO pode ser acometido por problemas de pele (sobre este assunto, confira o link no final deste post), como alergias, infecções ou infestações e até mesmo problemas bucais. Uma boca doente pode inclusive abrir feridas para o lado de fora que parecem ser da própria pele. Qualquer inchaço, coceira, vermelhidão, ferida, sangue (da pele ou do nariz), crostas, perda da coloração normal, são sinais que algo não está certo e você deve procurar um médico veterinário.

Acostume seu cachorro a ser tocado e manipulado desde pequeno no focinho

FOCINHO branco

ANIMAIS de focinho despigmentado (branco ou clarinho) devem receber proteção contra os raios solares. Existem protetores especiais para animais que devem ser aplicados periodicamente e sempre que o animal for exposto ao sol. Esse cuidado não é necessário para aqueles cães de focinho pigmentado (preto).

PICADA de inseto

POR não ter pêlos e pelo hábito dos cães de “cheirar” as novidades, há grandes chances da região do focinho ser picada por mosquitos, abelhas, formigas ou outros insetos. Como nós humanos, existem animais mais sensíveis que os outros, portanto observe o que acontece após o episódio. Seu animal pode desenvolver um quadro de choque e, neste caso, corra para o veterinário mais próximo. Caso a picada apenas inche um pouco e ele fique um pouco mais sensível, basta um agradinho extra e um pouco de paciência que ele logo estará pronto para brincar outra vez.

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A perda de um cachorro pode ser uma oportunidade para aprendermos sobre a morte

EXCLUSIVO  | DIA 2 de novembro é dedicado àqueles que já se foram. Cemitérios de todo país estarão lotados de familiares e amigos que, motivados pela saudade, levam flores e até conversam com as lápides. Esta tradição católica, com origem no século II, foi criada para que os mortos, muitas vezes esquecidos, recebessem uma oração pelo menos uma vez no ano.

A DOR do luto é uma das mais profundas que sentimos e ela não se restringe aos seres humanos. Quem já amou e perdeu um cachorro sabe o quanto dói dizer adeus. “É muito normal sentirmos um vazio enorme que parece que não será mais preenchido. Chorar e sofrer pela perda é normal e saudável”, afirma a médica veterinária Alessandra Keidann do Bolicho do Bicho. “O que não podemos deixar acontecer é que este sentimento se prolongue por muito tempo.”

O PAPEL da fé

A RELIGIÃO e a fé sempre auxiliaram o ser humano a lidar com esta perda. Para a zootecnista Fernanda Vieira, criadora do blog Os Animais e o Espiritismo, acreditar que a vida de qualquer ser vivo acaba no momento em que seu corpo padece é desconfiar das perfeitas leis que regem o mundo. “É acreditar que seres vivos são como máquinas, que quando inutilizadas, já não existem mais”, argumenta.

PARA o Espiritismo, todos os animais não-humanos estão sob os cuidados dos espíritos superiores, são como anjos da guarda que, no momento do desencarne, auxiliam os outros animais a desligarem-se do corpo físico. “Quando o dono é uma pessoa amorosa que verdadeiramente cuida de seu amigo, a equipe espiritual tem maior facilidade neste processo.” Isso significa que o amor que o tutor direciona ao animal, auxiliaria no encaminhamento do cachorro para o plano espiritual e na continuidade da sua evolução espiritual.

A REAÇÃO ao luto

A MÉDICA veterinária Alessandra Keidann confirma que a perda de um animalzinho é uma situação delicada. “Sempre que preciso encarar um proprietário que acabou de perder um animalzinho me coloco em seu lugar.” A questão é ainda mais profunda quando envolve crianças e pode servir, acreditem, como um grande aprendizado. “Acho interessante aproveitar a experiência para explicar sobre a vida e a morte. Afinal, morreremos um dia e é muito mais fácil falar sobre isso quando se trata de um animal do que quando se trata de um parente”, defende Alessandra que já viveu na pele a experiência.

“O PRIMEIRO bichinho dos meus filhos que faleceu foi a Marrie, uma gatinha que durou apenas 14 dias após a adoção. Eles tinham 3 e 1,5 anos quando isso aconteceu, mas não houve nenhum tipo de trauma. Pelo contrário, ambos choraram a perda (assim como eu), superaram e hoje eles falam sobre o assunto com normalidade e tem uma nova gatinha, a Mole”, relata.

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Nosso blog está na seção Clique e Decore do mês de agosto

EXCLUSIVO | TODA a equipe do CaninaBlog ficou mais do que feliz com uma nota publicada na edição de agosto da revista de decoração Minha Casa (ed. Abril). Na seção Clique & Decore deste mês, o CaninaBlog ganhou destaque e a recomendação da redação.

NO TEXTO é possivel ler: “apaixonada pelo tema, a jornalista Renata Faggion desenvolveu o CaninaBlog, que comenta novidades e esclarece questões relacionadas ao dia a dia com os cães”.

Ciccilo e seu grande sorriso ilustram a nota sobre o CaninaBlog

A JORNALISTA Cecília Arbolave, que assina a coluna, também recomenda um post em especial. A escolha foi pelo post com dicas da médica veterinária Alessandra Keidann, proprietária do pet shop virtual Bolicho do Bicho, e nossa grande parceira aqui do blog. O post é ilustrado com uma super foto de outra parceira e amiga Vanessa Fermino do estúdio FotoPets.

PARABÉNS à todos que fazem do CaninaBlog, agora confirmado pela revista Minha Casa: o blog do melhor amigo.

QUER conferir o post recomendado pela revista sobre como agir se o pet estiver com uma coceira? Basta clicar no link abaixo.

Coceira e mais coceira: problemas dermatológicos

CaninaBlog na revista Minha Casa

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As patas traseiras são fofinhas como almofadas e ajudam a amortecer os impactos

EXCLUSIVO | AS QUATRO patas do seu cachorro merecem cuidados especiais. Não deixar que eles caminhem sobre pisos muito quentes, cortar as unhas com frequência e secar bem depois do banho são alguns desses cuidados com as patinhas. “Assim como nós, os animais podem ter frieiras ou outras doenças de pele decorrentes do fato da pele ou do pêlo ter ficado molhado. Isso coça e causa lambeduras”, explica a médica veterinária Alessandra Keidann do Bolicho do Bicho.

POR ESSA razão, as patinhas dos cães devem ser mantidas sempre limpas. “Para aqueles cães de pêlo longo é necessário aparar o pelo das patas para que eles não deslizem ao caminhar e correr. O importante é que os pêlos não cubram as almofadas, não há necessidade de raspar muito curtinho”, explica a veterinária.

ABAIXO selecionamos algumas perguntas frequentes sobre o cuidado com as patas, dedos e unhas dos cachorros. Confira as dicas da médica veterinária Alessandra Keidann do Bolicho do Bicho.

É PRECISO cortar as unhas dos cachorros?

SIM, as unhas dos cães vão crescendo e se eles não tem onde gastar (caminham em piso liso, por exemplo) elas podem atrapalhar a angulação dos membros e até mesmo causar feridas. O corte deve ser feito apenas na parte não vascularizada da unha o que é muito fácil de ver em cães de unhas claras, mas impossível naqueles de unhas escuras.

POSSO cortar as unhas em casa?

SE VOCÊ pretende cortar as unhas em casa, minha sugestão é que vá cortando um pouquinho de cada vez até estipular com segurança qual o tamanho adequado de unha para o seu cão. Se ainda assim ficar na dúvida, leve na veterinária na primeira vez e depois mantenha o tamanho em casa. Existem cortadores com trava que são ótimos para quem está começando. Hoje também existem lixas elétricas ideais para quem é mais inseguro ou quer o serviço bem perfeitinho.

Alguns cães possuem o dedinho extra nas patas de trás também

CUIDADOS com o quinto dedinho

OS CÃES têm cinco dedos na frente e quatro atrás, este quinto (na verdade é o primeiro) dedo chama-se ergot. Não podemos esquecer dele na hora de secar os pezinhos nem na hora de cortar as unhas. Alguns animais possuem o dedinho extra nas patas de trás também, verifique se é o caso do seu cão e não deixe de conferi-lo sempre em suas revisões.

MEU cão precisa usar sapatinhos?

A PARTE dos pés dos cachorros que tocam o solo são as almofadas, elas são gordinhas e fofinhas como almofadas de verdade e estão ali para amortecer os impactos e proteger os cães das intempéries. É claro que temos que ter bom senso de não forçar um cão a caminhar sobre o asfalto escaldante ou sobre o gelo. Mas para as caminhadas em horários amenos no verão e considerando o frio do nosso inverno, não há nenhuma necessidade de se utilizarem sapatinhos para os cães.

É DIFÍCIL para os cães caminhar com sapatos, eles caminham nas pontas dos dedos, é um movimento muito delicado. Minha recomendação é que se o dia está tão difícil que na avaliação do proprietário sejam necessários proteções para levar o cão para sair de casa, não saiam, vai ser melhor para ele ficar protegido em casa.

DICA extra: Assim como as pessoas, os cães podem adquirir doenças utilizando material para corte de unhas não esterelizado no pet shop, então que tal montar para seu cão sua própria nécessaire para levar ao petshop?

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Acidentes podem ser causados por iscas de barata ou rato escondidas em casa

EXCLUSIVO | UM ANTIGO e temido crime atingiu meu bairro essa semana: quatro cachorros foram envenenados intencionalmente. Três deles foram encontrados pelo dono já mortos, tristemente deitados um ao lado do outro no quintal. A quarta vítima encontrou e comeu o veneno durante o passeio matinal, começou a passar mal e o dono ainda conseguiu levá-lo ao veterinário. Foi o único que se salvou.

A MALDADE humana nesses casos é de entristecer e revoltar. Afinal, o que faz uma pessoa matar um bicho inocente? A médica veterinária Alessandra Keidann, do Bolicho do Bicho, afirma que nenhum ato como esse pode ser justificado. Entretanto, a causa pode ser o estresse causado por um latido constante ou ainda agressividade dos cães com os moradores do bairro ou condomínio.

Cães que latem demais podem causar a ira de vizinhos e possíveis vinganças

“SE VOCÊ desconfia que existe algum risco de um vizinho envenenar intencionalmente seus animais, é uma boa hora de parar pra pensar no que está causando isso”, recomenda a médica veterinária. “Um cão que late demais pode ser um grande incômodo para um vizinho que tem crianças pequenas, por exemplo. Talvez você tenha muitos animais em um quintal que não é limpo todos os dias e fica com um odor desagradável.” Enfim, a recomendação é que cada um de nós pense como melhorar a qualidade de vida dos seus animais e daqueles que moram perto de você.

PERIGO dentro de casa

MAS nem todo envenenamento de cachorro é intencional. Há casos, aliás, que os próprios donos acabam gerando uma tragédia por descuido ou falta de informação. Segundo a veterinária Alessandra, esses são os casos mais comuns em seu consultório em Porto Alegre (RS). “Alguém coloca veneno para ratos em um lugarzinho escondido na garagem. O rato não encontra, mas o cachorro sim. Há ainda casos em que o rato toma o veneno e, já alterado com os sintomas do envenenamento, se torna uma presa fácil para o cão.”

ACIDENTES de intoxicação também podem ocorrer quando donos resolvem fazer o tratamento contra pulgas, carrapatos ou sarna com banhos em casa e sem o auxílio de um profissional. “Existe uma diluição exata para estes produtos e o animal também não pode ingerir nem secar ao sol ou secador quente”, adverte a veterinária. Enfim, o perigo pode estar dentro de casa.

SINTOMAS de envenenamento

A REAÇÃO de um cachorro envenenado varia de acordo com o produto que causou a intoxicação. Mas, em geral, o cachorro baba e a parte branca dos olhos fica avermelhada. “Além disso, vômitos, convulsões ou outros sintomas também podem ocorrer”, explica Alessandra Keidann.

AS CHANCES de um cachorro envenenado se recuperar vão depender da substância ingerida, de quanto o cachorro absorveu, quanto tempo demorou para começar o tratamento e da saúde geral do bicho antes deste episódio. Por isso, caso seu cachorro mostre os sintomas citados acima pela veterinária, não pense duas vezes e corra para o veterinário mais próximo. “Se você souber o que causou o envenenamento leve junto o frasco do produto. Isso pode ajudar a escolher o tratamento certo”, recomenda.

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