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A rede de pet shop Cobasi fez um manifesto a respeito do aumento

A rede de pet shop Cobasi fez um manifesto a respeito do aumento

ENTREVISTA | HÁ 20 anos no Brasil e presente em mais de 90 países, a marca francesa de alimentos para pets Royal Canin é uma das mais conhecidas no mercado de ração super premium.  A empresa sempre fez questão de ressaltar que a qualidade dos produtos vendidos é idêntica em qualquer lugar do mundo. Embora todo pacote vendido aqui no Brasil seja produzido nacionalmente na unidade em Descalvado, interior de São Paulo. “Sendo assim, se um cachorro consome Royal Canin aqui no Brasil e passar a comer a versão francesa, não encontrará nenhum problema de adaptação”, afirmou o presidente da Royal Canin no Brasil, Bernard Pouloux, em 2010 em uma entrevista exclusiva para o CaninaBlog (clique aqui para ler na íntegra).

UM dos segredos do sucesso da marca é a parceria com vários criadores de raças no Brasil e também o treinamento dos vendedores dos petshops parceiros, que aprendem como ajudar os clientes a escolher a ração mais indicada para seu pet. Mas essa relação foi abalada quando seus clientes e até lojistas levaram um  susto no último mês de março quando encontraram alguns produtos da marca com mais de 20% de aumento no preço. A rede de pet shops Cobasi chegou a colocar nas prateleiras das suas lojas notas dizendo que foi o fornecedor (Royal Canin) quem impôs o aumento no preço e que não concordava com o reajuste (confira imagem de abertura).

Royal Canin fabrica no Brasil todos produtos consumidos nacionalmente

Royal Canin fabrica no Brasil todos produtos consumidos nacionalmente

PARA explicar esse aumento, conversamos com o porta-voz e diretor de Marketing da Royal Canin no Brasil Christian Pereira. Confira abaixo as principais partes dessa conversa:

CANINABLOG: Muitos donos de cães se assustaram com o aumento no preço da ração. Esse aumento tem origem na indústria ou na loja?

Christian Pereira: Nestes últimos meses, os preços de matérias-primas e embalagens, que atendem as exigências de qualidade da Royal Canin, sofreram aumentos significativos. Absorvemos este acréscimo pelo maior tempo possível. No entanto, para continuar garantindo a segurança e qualidade de nossos alimentos, decidimos reajustar o preço de nossos produtos nesse momento.

CANINABLOG: Que elementos causaram esse aumento no preço?

Christian Pereira: Principalmente o preço das matérias primas e da embalagem. A Royal Canin realiza um trabalho diferenciado na seleção de suas matérias-primas e embalagens e, consequentemente, na escolha de fornecedores, que são homologados em nossa matriz na França e também na filial do Brasil.

Apenas os melhores fornecedores são selecionados e os mesmos recebem auditorias periódicas realizadas por nossa equipe de controle de qualidade. Além disso, buscamos as principais inovações tecnológicas para o desenvolvimento e aprimoramento de formatos e composição das embalagens de nossos produtos.

Vale ressaltar também que mais de 30% das matérias-primas utilizadas em nossos alimentos são importadas e que a Royal Canin utiliza matérias-primas que não são usualmente utilizadas no mercado pet food brasileiro.

CANINABLOG: Quando foi a última vez que a Royal Canin aumentou os preços dos seus produtos?

Nosso último aumento ocorreu em março de 2013. Não existe uma frequência previamente definida.

CANINABLOG: O preço do quilo da ração premium no Brasil é parecido com países como Estados Unidos, por exemplo, atualmente o maior mercado pet do mundo?

Christian Pereira: Não. Os preços nos Estados Unidos são menores do que no Brasil, assim como ocorre em diversas outras categorias. Vários fatores contribuem para essa diferença como escala, custos de logística, preço dos insumos, carga tributária, dentre outros.

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Filme dos estúdios Disney estreia dia 2 de novembro nas salas de cinema do Brasil

EXCLUSIVO | A DATA do lançamento no Brasil do novo filme do director Tim Burton não poderia ser mais propícia: 2 de novembro, Dia de Finados, e um pouco depois do Dia das Bruxas (31 de outubro). O novo longa-metragem em stop motion (em que os personagens são movimentados e fotografados quadro a quadro) conta a história de Victor Frankenstein, um garoto que cria filmes caseiros de horror estrelados pelo seu cachorro Sparky da raça Bull Terrier. Mas o mundo de Victor desaba quando seu melhor amigo de quatro patas morre.

PRODUZIDO em preto e branco, o filme “Frankenweenie” traz imagens marcantes, como quando Victor ressuscita o cachorro com uma descarga elétrica, bem ao estilo Frankstein. O menino tenta esconder sua criação por algum tempo, mas quando Sparky escapa, os colegas de sala de Victor, seus professores e toda a cidade ficam horrorizada ao saber que ele está vivo. Além disso, o que Victor não esperava era que seu melhor amigo voltasse com hábitos, digamos, um pouco diferentes.

O FILME está sendo lançado pelos estúdios Disney. Mas não espere aquele formato cheio de cores e música tradicionais de Walt Disney. O filme que chega as salas de cinema no Brasil também na versão 3D tem a cara de Tim Burton, ou seja, um aspecto bem sombrio característico do também diretor da nova versão de “Alice no País das Maravilhas” para os cinemas.

CURIOSO a respeito desse novo filme de Tim Burton? Para assistir ao trailer em português de “Frankenweenie”, basta clicar na imagem abaixo:

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Máquina para secar o pêlo tem raio infravermelho que promete ajudar até na saúde dos cachorros

NOVIDADE | IMAGINE colocar seu cachorro completamente molhado dentro uma máquina e, depois de alguns minutos, retira-lo totalmente seco? Esse é o milagre prometido pela Pet Dry Room, uma máquina de secagem dos pelos que, além do tratamento de higiene e beleza, promete cuidar de forma terapêutica da pele dos animais. Importada no Brasil pela Allcase Pet Line, a máquina estaria sendo usada em larga escala nos EUA e na Europa.

ALÉM de secar o pêlo de cachorros de todos os portes, a secadora Pet Dry Room produz ações semelhantes à luz solar por meio de raios infravermelhos que irradiam em todo o corpo do animal. Os raios infravermelhos são utilizados em muitos hospitais para tratar várias enfermidades humanas, como bursites, doenças vasculares periféricas, artrite, dores musculares e doenças de pele. No caso dos pets, afirma a importadora, contribui na manutenção de uma pele saudável e livre de irritações e de doenças dermatológicas, já que os raios também desinfetam o corpo dos animais e aceleram o processo de regeneração das células.

BENEFÍCIOS da tecnologia

DURANTE a secagem na Dry Room, também ocorre a dilatação dos poros, ativação da circulação sanguínea e consequente eliminação das toxinas. “E, além de tudo, os jatos de ar com distribuição uniforme e temperatura controlada contribuem para o embelezamento dos pelos, evitando que fiquem frisados ou embaraçados”, afirma a empresa.

A MÁQUINA também é indicada para aqueles cães que detestam o secador de pêlo tradicional, isso porque trabalha de forma silenciosa e sem aquele barulhão tradicional dos pet shops. Além disso, a fabricante afirma que o ar quente dentro da máquina é sentido pelo bicho como uma “brisa de verão, agradável como o ambiente”. Alguém se habilita a testar no seu cãozinho? No final deste post você pode conferir um vídeo explicativo sobre a Pet Dry Room.

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Um cachorro obeso, assim como os humanos, pode desenvolver diabetes 

SAÚDE | A QUANTIDADE de pessoas diabéticas no Brasil é assustadora. Nada menos que 5 milhões de brasileiros têm a chamada doença silenciosa – e muitos nem sabem disso. Assustador também é a quantidade de cachorros vítimas dessa doença. Segundo uma pesquisa realizada pela Applied Research and Knowledge (BARK) nos EUA, com base na ficha médica de 1,9 milhões de cães, a diabetes atinge principalmente animais machos castrados com mais de 10 anos e a obesidade tem uma relação direta com a doença.

OS SINTOMAS da diabetes podem ser visíveis não só ao veterinário, mas também ao dono. Se seu cachorro é gordinho, toma água sem parar, apresenta um início de formação de catarata e começou a perder peso rapidamente, é bom ficar de olho. Ele pode ter diabetes.

TRATAMENTO de graça em São Paulo

A BOA notícia é que a faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Santo Amaro (UNISA – SP) está oferecendo 28 vagas para tratar gratuitamente cães e gatos obesos e/ou diabéticos. Os pacientes caninos e felinos receberão acompanhamento veterinário gratuito por até três (3) meses, além de exames clínicos e laboratoriais e também alimentação com ração especial. Será cobrada somente uma taxa única de R$ 30 por animal.

A VETERINÁRIA endocrinologista responsável pela iniciativa e professora da UNISA Viviani De Marco explica que os projetos também têm como objetivo conscientizar os donos dos animais sobre a diabetes e a obesidade. “A maioria das pessoas só procura o veterinário quando o cão obeso já está ofegante, mais cansado e com dificuldades locomotoras. Os donos dos animais desconhecem as conseqüências da obesidade e síndrome metabólica e não sabem como fazer um manejo nutricional adequado”, diz a veterinária. Os animais gordinhos serão submetidos aos exames e a uma restrição calórica moderada com ração terapêutica hipocalórica, a Equilíbrio Obesity & Diabetics da Total Alimentos, parceira da Universidade nestes projetos.

OS INTERESSADOS em participar do Projeto Obesidade devem escrever para projetoobesidade@hotmail.com. Já os interessados no Projeto Diabetes, devem se manifestar pelo endereço projeto.diabetes@hotmail.com. Cada um dos projetos está oferecendo sete (7) vagas para cães e sete (7) para gatos.

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Confira orientações dos organizadores antes de participar do evento na sua cidade

EXCLUSIVO | A IMPRENSA abriu os olhos de muitas pessoas nos últimos meses para os diversos crimes contra animais cometidos aqui no Brasil. Casos como do cão Lobo, que foi arrastado pelo dono pelas ruas de Piracicaba (SP), ou ainda da enfermeira que teria batido no seu York Shire até a morte em Goiás, geraram mais do que comoção, mas revolta e indignação. Nos dois casos, as condenações pareceram muito brandas para a maioria dos defensores dos animais.

COMO fruto desta revolta, milhares de pessoas devem se reunir no dia 22 de janeiro em 175 cidades brasileiras para uma manifestação pública batizada de Crueldade Nunca Mais. “O grande objetivo do evento é reunir as pessoas que estão indignadas com os terríveis casos de crueldades e maus-tratos contra animais”, explica uma das coordenadoras do evento aqui no Brasil, Fernanda Oliveira de Barros Marchetti, que também é vice-presidente da ONG Projeto Segunda Chance e membro do Projeto Salvacão. Milhares de pessoas também devem se reunir neste domingo nas cidades de Nova York, São Diego, Miami e Londres.

POR leis mas duras no Brasil

AQUI no Brasil os organizadores também preparam um projeto de lei de iniciativa popular chamado de Lei Lobo (#LeiLobo). “Prentedemos conseguir a assinatura de 1.5 milhão de pessoas no país e assim enviar diretamente ao Congresso Nacional, pedindo punição mais severa para quem é condenado por maus-tratos”, explica Fernanda. Baseado no resultado da campanha nas redes sociais, os organizadores aguardam em São Paulo por volta de 2.500 a 3 mil pessoas, já no Rio de Janeiro o cálculo é de aproximadamente 1.500 pessoas.

QUER saber mais sobre o evento e como participar? Então não deixe de conferir a entrevista exclusiva que Fernanda Oliveira de Barros Marchetti, membro do comitê organizador da campanha Crueldade Nunca Mais, deu para o CaninaBlog:

CANINABLOG:Como as pessoas podem se preparar para o evento?

Fernanda Marchetti é membro do comitê organanizador

Fernanda Marchetti: As pessoas devem procurar as orientações disponibilizadas no site do Crueldade Nunca Mais, vestir camiseta branca, levar garrafinha de água e sempre lembrar de jogar lixo no lixo. Nossa orientação é para não levar animais de estimação pois entendemos que a manifestação não é um local agradável aos bichos devido ao barulho, exposição excessiva ao sol ou falta de abrigo contra chuva. Mas se as pessoas quiserem trazer seus bichos, solicitamos que não se esqueçam de trazer água e saquinho para recolher os dejetos. O evento possui um organizador em cada cidade, que segue as diretrizes e orientações da organização central em São Paulo que também estão disponibilizadas no site.

CANINABLOG: Qual é a situação do Brasil em relação a crueldades cometidas contra animais?

Fernanda Marchetti: Os problemas enfrentados no Brasil são piores que nos países de primeiro mundo, que em sua cultura já reconhecem os animais como seres que merecem ser respeitados e possuem leis e mecanismos de fiscalização estabelecidos e mais eficientes, como Estados Unidos e países da Europa. Já em relação à países asiáticos, o Brasil me parece melhor. Nestes países o próprio governo financia a matança de baleias, tubarões e golfinhos, além de permitir  a extração de pele de cães, gatos, coelhos e de diversos animais em nome do lucro. A vida destes animais não tem valor para esta população e governo, já no Brasil o cenário é diferente e estes crimes não são permitidos.

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Com a ajuda de Boris, Thays conquistou a liberdade de circular com cães-guia

EXCLUSIVO | QUEM passa pela advogada Thays Martinez e seu cão Diesel no metrô ou pela Avenida Paulista em São Paulo não tem ideia de quanto isso significa uma grande vitória. Deficiente visual, Thays ainda era uma criança quando ouviu falar pela primeira vez em cão-guia, mas desde então decidiu que um dia teria o seu próprio cão. Mas foi na adolescência, quando ansiava por independência, que essa busca se tornou mais efetiva.

A LUTA para conseguir um cão-guia, que se tornou realidade somente aos 26 anos, até então parecia ser sua maior batalha na vida. Infelizmente, não foi. Todos os seus conhecimentos como advogada foram testados quando Thays foi impedida de entrar no metrô e em locais públicos com seu primeiro cão-guia, Boris. Foi assim que ela se tornou o rosto e a maior defensora dos milhões de deficientes visuais brasileiros que lutavam pela igualdade de direitos e o livre acesso de seus cães. “Sinto-me feliz ao saber que contribui para essa mudança; e mais satisfeita ainda por ter sido essa minha ação uma prova de que somos capazes de ajudar a transformar a sociedade em que vivemos”, afirma Thays, personagem principal do livro “Minha vida com Boris”, lançado este ano pela editora Globo.

Livro conta a história de Thays e Boris e vale R$ 24,90

A ADVOGADA e palestrante Thays Martinez falou com exclusividade para o CaninaBlog. Confira abaixo as principais partes dessa conversa:

CANINABLOG: Como você descreve a relação com seus cães-guia?

Thays Martinez: Costumo dizer que minha busca por um cão-guia foi o típico caso de unir o útil ao agradável. Sempre fui apaixonada por cães e recebi Boris quando eu tinha 26 anos, em abril de 2000, e foi uma das melhores coisas da minha vida. Boris me ensinou muitas coisas, tanto que digo que divido minha vida em AB e DB, antes e depois do Boris. Primeiramente, ele me ensinou que não existem limites para quem acredita em seus sonhos. Ele me ensinou a valorizar não apenas as grandes realizações da vida, mas as pequenas alegrias do dia a dia. Com ele, aprendi a importância de se apontar sempre, por mais repetitivo que seja, os acertos de alguém – e ficar feliz por entregar o merecido reconhecimento.

CANINABLOG: E como foi a adaptação com seu segundo cão Diesel?

Thays Martinez: O início de minha relação com Diesel foi bem complicada porque ele era um cão bastante diferente de Boris. Estava adaptada ao Boris a ponto de sabermos os pensamentos e sentimentos um do outro e não aceitava ter de deixar a parceria maravilhosa com Boris e construir uma nova com Diesel. Depois de um intenso trabalho de autoconhecimento, consegui desenvolver uma relação excelente com Diesel. Hoje temos um vínculo muito sólido, formamos um time de sucesso, porque aprendemos a nos conhecer e a nos respeitar. E diria mais, minha parceria com o Diesel é fruto do quanto aprendi em minha relação com Boris. A segurança que o Boris me transmitiu me fez estar pronta para receber o Diesel – que precisa de meu suporte para revelar todo seu potencial. Ele é um cão encantador e traz muita alegria à minha vida.

Thays na companhia de Boris (deitado) e Diesel, primeiro e segundo cão-guia

CANINABLOG: Um cão pode auxiliar pessoas com outras deficiências?

Thays Martinez: Tenho notícia de muitos outros trabalhos maravilhosos desenvolvidos por cães em todo o mundo para ajudar pessoas com outros tipos de deficiência. Tem uma história emocionante de um cão que prestava assistência a uma mulher com deficiência auditiva. Ele a avisava sobre sons que ela não podia ouvir como, por exemplo, o toque da campainha e do telefone. Certo dia, ela estava dentro de casa e o cão foi desesperado chamá-la e a levou até a piscina onde a filhinha dela estava se afogando. Além disso, existem cães treinados para ajudar a entregar e receber coisas no balcão, abrir portas e pegar coisas no chão ou na mochila. Há também cães treinados para acompanhar pessoas com epilepsia. Parece que eles conseguem detectar a proximidade de uma crise e avisam a pessoa para que ela possa se colocar em segurança.

CANINABLOG: Muitos cães hoje são tratados como um filho pelo dono. Qual é a sua opinião a respeito disso?

Eu, particularmente, não trato os meus cães como filhos. Considero que são grandes amigos com a qual desenvolvemos uma relação peculiar que não se confunde com nenhuma outra. Acredito que eles fazem parte da família sim, mas devemos tomar cuidado para não querermos que ocupem um papel que não é deles. Penso que respeitá-los como cães, compreendendo a sua natureza e necessidades, é o único caminho para construirmos uma relação saudável com eles, tornando-os felizes.

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O Rottweiler de oito anos serve na Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército

IMAGEM DA SEMANA | CACHORROS nos fazem companhia, cuidam da nossa casa, são guias e até terapeutas. Todas estas funções são impressionantes, mas nada como um cão que trabalha com uma grande dose de aventura e munido de muita coragem. Esta é a função de Adam, um Rottweiler que serve na Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército brasileiro.

ESTE mês Adam fez o que muita gente nunca teria coragem, saltou com seu próprio paraquedas acompanhado por militares do Exército na Zona de Lançamento de Itaguaí. Segundo o site Bonde News, que acompanhou o salto, há mais de 10 anos a Força Aérea e o Exército não realizavam uma missão envolvendo lançamento de animais.

Salto experimental ajudará na criação de um paraquedas especial para cães

MAS este não foi o primeiro ato corajoso de Adam. O Rottweiler de oito anos tem experiência como cão de ataque e atuou na operação de garantia da lei e da ordem no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Segundo a equipe na Base Aérea do Afonsos (BAAF), a preparação para o salto começou no início do ano e demandou estudo e adaptações que garantissem sua segurança.

PARA ler a reportagem completa publicada originalmente no site Bonde News, clique aqui. Já para assistir ao vídeo com a reportagem exibida no Fantástico sobre Adam, o paraquedista, clique aqui.

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