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Um bom criador não deve avaliar somente a beleza do filhote, mas também a saúde

Um criador sério não deve avaliar somente a beleza do filhote, mas também a saúde

EXCLUSIVO | TODO mês recebo aqui no CaninaBlog dezenas de mensagens de leitores que relatam problemas de saúde nos seus cães de raça. São problemas como displasia de quadril em cães de grande porte, epilepsia, problemas cardíacos, sarna demodécica… e a lista parece não ter fim. Mas afinal, o pedigree não deveria garantir que os filhotes têm uma saúde exemplar? A verdade é que, graças a criadores que não levam a sério a reprodução assistida da sua prole, cachorros têm sido vendidos com problemas sérios de saúde, inclusive genéticos.

MUITOS são os atalhos de quem não cria cães de forma séria. Segundo o criador premiado internacionalmente Roberto Rodrigues, proprietário dos canis Summer Storm Kennel Labs e Black Labs, muitos criadores não se certificam se o cão é potencialmente correto para reprodução e também não levam em conta o caráter e a índole do bicho. “E o pior de tudo, negligenciam os testes de saúde que não são obrigatórios segundo o regulamento das entidades de registro, mas que todo criador sério tem como principio básico realizá-los”, denuncia o criador com 22 anos de experiência.

Roberto Rodrigues é criador premiado internacionalmente e proprietário dos canis Summer Storm Kennel Labs e Black Labs

Roberto Rodrigues é criador premiado internacionalmente e proprietário dos canis Summer Storm Kennel Labs e Black Labs

O DESAFIO

O PROBLEMA é que muitos problemas de saúde em cães são difíceis de serem detectados pelos futuros donos ou sem um exame correto. “Existem casos onde o cão é displásico e vive bem até a velhice, não manca ou mostra qualquer sinal. Mas ele não deve jamais se reproduzir para não criar descendentes que talvez não tenham a mesma sorte”, relata Rodrigues.

HÁ ainda casos mais complicados, como de cães que carregam o gene da atrofia progressiva. Neste caso, há três perfis: o cão clear (limpo) que é isento do gene que determina a doença; o carrier que é o portador da atrofia, mas não apresenta sintoma; e o afetado que é o cão que manifesta a doença e ficará cego em algum estágio da vida. “Neste caso, fica clara a importância de se realizar os exames pois um cão afetado não deve ser usado jamais na reprodução, já o carrier que é portador do gene deve ser usado com muito critério e em parceiros clear, para que não haja surpresas adiante.”

O problema é que muitos problemas de saúde em cães são difíceis de serem detectados pelos futuros donos ou sem um exame correto

Muitos problemas de saúde em cães são difíceis de serem detectados pelos futuros donos ou sem um exame correto

COMO se prevenir

SE VOCÊ está planejando a compra de um cão em um canil, há maneiras de se prevenir contra problemas genéticos. As dicas são do criador Roberto Rodrigues:  “Primeiro, pesquise quais são as doenças genéticas que acometem a raça pretendida. Depois,  pergunte abertamente ao criador quais exames ele costuma aplicar em seus cães antes de reproduzi-los”. Rodrigues avisa que, em alguns casos, o criador pode ser responsabilizado judicialmente se a negligência for constatada e comprovada.

O JEITO  certo

CRIADOR de duas raças de cães em São Bernardo do Campo (SP), Roberto Rodrigues ponta a maneira correta de se fazer esse controle antes de reproduzir os cães no canil. Confira abaixo:

  1. Primeiro: É preciso se certificar de que os filhotes sejam realmente típicos e de qualidade superior, somente exemplares com muita qualidade devem se reproduzir.
  2. Ultrapassada essa fase, é preciso agora se certificar por meio de exames clínicos se esse cão, mesmo sendo lindo é saudável, também que não possui doenças genéticas que serão transmitidas para seus descendentes;
  3. Por fim, se o cão tem índole e caráter compatível com a raça, ou seja,  um longo processo que geralmente termina aos dois anos de idade, só ai o criador pode levar esse cão para a reprodução.
  4. Agora, caso alguma doença ou desvio de caráter seja detectado, um proprietário consciente e responsável deve providenciar a castração do animal a fim de que ele não reproduza nem por acidente levando adiante a doença ou falha genética.

(Fotos:  Canis Summer Storm Kennel Labs e Black Labs)

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Raça possui temperamento dócil e alegre, por isso é chamado de cão da família

PERFIL CANINO | ELES são perfeitos cães de trabalho, atuando como guias de deficientes visuais e até farejadores de bombas e vítimas. São delicados com crianças e pessoas idosas, por isso muito recomendados na terapia animal. Tudo isso sem deixar de ser um cão rústico que precisa de poucas idas ao pet shop e que exige somente uma escovação semanal.

PARA quem tem ou já teve um cão da raça Labrador, este é o cachorro perfeito para qualquer família. “A característica principal da raça é o temperamento sempre dócil e alegre, jamais demonstrando qualquer traço de agressividade ou timidez”, afirma o coordenador geral do Conselho Brasileiro da Raça Labrador (CBRL), Roberto Rodrigues Júnior. Para se ter uma ideia do seu carisma canino, é a raça mais popular dos Estados Unidos nos últimos 25 anos e no Brasil sua fama não para de crescer.

MAS toda essa docilidade também é uma demonstração do quanto um Labrador precisa de companhia. “Todos os Labradores são dependentes do seus donos”, afirma Roberto, que também é proprietário do Canil Summer Storm, localizado em São Bernardo do Campo (SP). Isso significa que um Lab gosta de participar da rotina da casa, detesta estar sozinho e demonstra muito afeto inclusive com estranhos. “Caso não seja possível que fique dentro de casa, o ideal é providenciar um companheiro ou companheira canina”, recomenda o criador.

VOCÊ é apaixonado por Labrador? Então confira mais características da raça e descubra se você é o dono ideal para este cão eclético.

Labradores podem ser totalmente pretos, amarelos ou chocolate

PERSONALIDADE | Temperamento dócil e alegre, não demonstra traço de agressividade ou timidez. Facilmente adestrável.

LONGEVIDADE | Vive em média de 10 a 12 anos.

TAMANHO | Fêmeas variam de 34 a 40 quilos, machos de 38 até 46 quilos.

PELAGEM | Totalmente preto, amarelo ou chocolate.

CUIDADOS | Escovação semanal e banhos somente quando necessário pois precisam manter a oleosidade natural. Banho a seco é recomendado para eliminar odores. Para isso, basta uma solução com água (90%), vinagre (5%), álcool (5%) e uma toalha, deixando secar naturalmente.

ESPAÇO | Cães com um nível de atividade de média para alta. Isto significa que podem viver em apartamentos, desde que faça passeios pelo menos duas vezes ao dia. Do contrário, recomenda-se um quintal de tamanho médio.

SAÚDE | Tendência para doenças genéticas como Displasia cox femural e de cotovelo, atrofia progressiva da retina e problemas cardíacos. Por isso é tão importante adquirir um filhote de um criador sério que controla tais doenças.

SOCIABILIDADE | Convive bem outros animais, inclusive do mesmo sexo e já adultos, com gatos e outros animais domésticos, isso se acostumado desde pequeno.

PREÇO | Varia de R$ 1.800 até R$ 3.000 com pedigree.

DICA DO CRIADOR | Ao escolher o filhote de um criador, fique atento a rotina do canil e a forma como ele trata cães mais velhos. Verifique se ele oferece garantias, contrato de compra e venda e se realizou exames na ninhada.

DONO IDEAL | Labradores são muito ecléticos, convivem bem em família, com pessoas idosas que desejam companhia e com crianças que precisam de um amigo com muita energia.

(Fonte e imagens: Canil Summer Storm)

Antes de adquirir um filhote, verifique se o criador investigou problemas genéticos

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Alerta e corajoso, o Rottweiler impõe sua presença com bastante respeito e eficiência

PERFIL CANINO | SEUS 50 quilos bem distribuídos e a cor preta da pelagem são um aviso: aqui, ladrão não entra. Afinal, quem teria coragem de enfrentar um Rottweiler, um cão que, desde a origem, foi valorizado pelos Romanos e depois pelos alemães pela sua força. “A teoria mais aceita é a de que o Rottweiler descende dos cães molossos, que os romanos levavam em suas marchas através da Europa”, explica a proprietária do canil Reserva Negra Rottweilers, Cíntia Belloc Moreira, de Porto Alegre (RS). Já na Alemanha sua fama de cão forte e valente lhe deu a denominação de “Rottweiler Metzgerhund”, algo como cão de açougueiro de Rottweil, uma região alemã.

"Cão próprio para o convívio familiar", afirma a criadora Cíntia Belloc Moreira

NO SÉCULO XX descobriu-se que o Rottweiler era mais do que força e tamanho. “Alerta e corajoso, impõe sua presença com bastante respeito e eficiência. Ao mesmo tempo, é um cão próprio para o convívio familiar”, afirma a criadora. Aliás, Rottweiler não é o tipo de cão indicado para quem quer somente um cão de guarda para a parte externa da casa. “Eles precisam do contato com os membros de sua família, pois são cães muito companheiros, amáveis e inteligentes.”

LIDAR com um cão de grande porte, entretanto, exige muita disciplina e adestramento. Afinal, são 50 quilos de força e dentes e se não for educado com disciplina, pode tornar-se um bicho sem controle. “São cães ciumentos, dominadores e obstinados. O proprietário de um Rottweiler precisa ter pulso firme”, alerta a criadora.

INTERESSADO pela raça Rottweiler? Então confira mais sobre a raça e se você tem o perfil ideal para um cão deste porte e doçura.

Raça possui um pêlo rústico de comprimento médio e denso

PERSONALIDADE | Excelente cão de guarda e ótimo companheiro para a família.

LONGEVIDADE | Entre 9 e 12 anos.

TAMANHO | Cerca de 50 quilos para machos e 42 quilos para fêmeas.

PELAGEM | Cor preta com marcações em tom castanho bem delimitadas nas faces, focinho, garganta, peito, pernas, acima dos olhos e sob a raiz da cauda. Escovação semanal e banhos mensais, já que não exalam cheiro forte.

CUIDADOS | A raça possui um pêlo rústico de comprimento médio e denso. Por esta razão, sentem muito calor durante o verão. É importante sempre deixar água e abrigo do sol à disposição.

Por ser um cão de trabalho, quanto mais espaço e exercício melhor

ESPAÇO | Por ser um cão de trabalho, quanto mais espaço e exercício melhor. Precisa de boas doses de exercícios diários para desenvolver a massa muscular e não fique entediado.

SAÚDE | Filhote pode ser acometido pela doença viral chamada Parvovirose. Além disso, outra doença comum à raça é a displasia coxo-femural, uma má formação das articulações coxofemorais, que pode ser potencializada pelo sobrepeso e pisos escorregadios.

SOCIABILIDADE | Pode e deve conviver com outros cães, desde que bem socializado. Mas a convivência entre dois machos não é recomendada, pois são bastante ciumentos e dominadores. 

PREÇO | Varia de R$1.000 aR$ 1.500.

DICA DO CRIADOR | Na hora de escolher o filhote, procure os mais espertos, brincalhões e curiosos. Filhotes medrosos ou acuados podem tornar-se excessivamente agressivos quando adultos. 

DONO IDEAL | Uma pessoa que já tenha alguma experiência com cães e que esteja disposta a ser responsável por sua educação e treino para o resto da vida deste cão. Além disso, é necessário que a pessoa tenha disposição para longas caminhadas e exercícios.

PARA conferir mais perfis de raças publicados no CaninaBlog, clique aqui.

(Fonte: Reserva Negra Rottweilers Imagens: Estúdio Lisa Roos Fotografia)

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"Pastorear para eles é como andar ou correr, faz parte do que eles são”, diz criadora

EXCLUSIVO | A IMAGEM de cachorros como animais de companhia é tão forte hoje em dia que acabamos esquecendo das suas múltiplas funções. Um cão que busca a bolinha para o dono é uma prova disso: eles gostam de ser úteis. Existe, no entanto, um grupo que ama trabalhar para seu dono, são os chamados cães de pastoreio. “Eles são obcecados por trabalho. Pastorear para eles é como andar ou correr, faz parte do que eles são”, explica a criadora de Blue Heeler, Thaís Rodrigues, proprietária do canil Heeler Valley de Brasília (DF).

A PAIXÃO de Thais por cães de pastoreio começou quando montava cavalos na infância. “Neste ambiente, os Border Collies eram a raça mais comum, mas de vez em quando via um desses cães, com cara de vira-latas, que seguiam os donos pra todos os lugares e eram excelentes na lida com gado”, recorda Thais. Era a raça, também chamada de Pastor Australiano e Cão Boiadeiro, chegando às fazendas do Brasil.

HOJE é possível encontrar muitos cães de pastoreio, como o próprio Heeler, além do Collie e Pastor de Sheatland sendo criados bem longe do ambiente rural. Segundo Thais, cães desse tipo podem morar na cidade e até mesmo em apartamentos. Entretanto, é responsabilidade de dono fazer com que seu cão não fique frustrado ou acomodado. “Não precisa ser um trabalho com gado, agility, corrida ou mesmo salvamento. Atividades que exijam faro ou qualquer outra tarefa que demande fisica e mentalmente do cão fará com que ele fique feliz”, afirma.

CONFIRA abaixo as melhores partes da entrevista da criadora de Blue Heeler Thaís Rodrigues deu para o CaninaBlog:

CANINABLOG:Quais são as principais funções dos cães de pastoreio no campo?

Thais e uma das suas paixões, Artemis

Thaís Rodrigues: Esses cães são utilizados para as mais variadas funções, como buscar e levar o rebanho para o pasto; entrar na mata fechada onde cavalos e homens não entram; auxiliar no transporte de rebanhos, manter os animais controlados e em segurança e até defender de predadores. Funções essas que exigiriam dois ou três homens e cavalos e que um cão faz sozinho.

CANINABLOG: Este talento é totalmente instintivo ou eles precisam de treinamento?

Thaís Rodrigues: Cães de pastoreio nascem pastoreando as coisas. Mas temos que ter muito cuidado. Apesar de amarem o que fazem – e isso podemos ver explicitamente nos rabos abanando ou mesmo na seriedade com que trabalham – o treinamento precisa ser bem feito. O cão precisa de maturidade suficiente para conseguir lidar com as responsabilidades do trabalho, a confiança em si mesmo deve ser construida em conjunto com o treinador e o treinamento. Pegar um cachorro imaturo e pedir que ele pastoreie bois adultos, por exemplo, pode acabar o bicho medroso, inseguro e frustrado ou ainda pior, ele pode simplesmente ir com tudo e acabar perdendo a vida.

CANINABLOG: Qual é a relação destes cães com seus donos?

Thaís Rodrigues: No geral, cães de pastoreio são muito conectados aos donos. A regra “quem alimenta é o dono” deixa de fazer sentido com esses cachorros. Para eles, quem trabalha e exige deles é o dono. Na minha experiência com os Blue Heelers tenho visto um outro tipo de relação, muito mais de parceria do que de submissão. Meus cães são meus companheiros, trabalhamos juntos e desta maneira, observo que eles trabalham em qualquer coisa, desde que seja comigo, desde que estejamos juntos na empreitada.

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A paixão por cães pode se manifestar de várias maneiras. Qual é o seu tipo de amor?

EXCLUSIVO | CONHEÇO pessoas simplesmente apaixonadas por certas raças de cachorros e à elas dedicam uma vida inteira. Também conheço pessoas totalmente devotadas a causa dos cães abandonados e, por isso mesmo, defendem a ideia de que nossos melhores amigos não deveriam ser comprados, somente adotados.

SERÁ que há uma posição certa ou errada nesse empasse? Para alimentar essa discussão, convidamos uma representante dos excelentes criadores de raças de cães e uma defensora exímia dos vira-latas. E para a cereja do bolo, uma dona que optou por uma família canina baseada na diversidade. Confira o depoimento de cada uma dessas mulheres apaixonadas por cães e dê também a sua opinião no final deste post.

EM PROL DOS VIRA-LATAS

Luciane Sarraf(Luli)Responsável pelo calendário Celebridade Vira-Lata e voluntária da Natureza em Forma

“O problema no comércio é que só os poucos canis sérios ajudam no trabalho de conscientização. A maioria irresponsável foca na venda simplesmente. Quando uma pessoa passa a levar em consideração a adoção – e reforço que há doação de um enorme volume de cães de raça, ou seja, não estou falando de SRD versus raças, mas de adoção versus compra -, ela já se mostrou mais aberta para receber todas as informações sobre o universo animal.

Animais sobreviventes de condições inadequadas possuem maior resistência física e já estão castrados, vermifugados e com as primeiras vacinas – isso pode signficar uma economia incrível. Além disso, a gratidão que um adotado expressa é algo mágico e a recompensa na consciência é indescritível. Na adoção de cão adulto também já conhecemos o temperamento do animal, o que permite realizar um encaixe perfeito entre o animal e o adotante.”

EM PROL DOS CÃES DE RAÇA

Camilli é apaixonada por Frenchies há 10 anos e tem dedicado sua vida à raça

Camilli Chamone – Proprietária do canil Ville Chamonix que cria Bulldog Francês

As raças caninas foram criadas para atender às demandas do homem em tempos passados. Veja o Poodle, por exemplo: eles eram cães que buscavam a presa na água e levavam até o caçador. Essa é a razão dos pompons de pêlo na região dos braceletes e do tórax – para proteger do frio. O que eu gostaria de dizer é que existe uma história por trás de todas as raças caninas. Não precisamos mais de um cão de busque a presa na água, entretanto, perpetuar a criação de raças caninas é perpetuar uma história.

Sem dúvida, a maior vantagem de uma cão de raça é saber o que está se levando para casa. Obviamente, nestes casos estou falando de quem adquire um cão de um criador descente, que se preocupa em criar cães para perpetuar boa saúde, bom temperamento e tipicidade física. Para receber um cão temos que estar preparados para ele. Temos que saber o que podemos oferecer e o que não podemos. Portanto, quem ama escolhe raça também!”

Danielle mora com os quatro cachorros e dedica boa parte do seu dia aos seus filhos caninos

FAMÍLIA CANINA E DEMOCRÁTICA

Danielle Koetz – Mãe de dois Labradores (Lucky, Toddy) e a SRD Dulce

“Sempre convivi com cães de raça e sem raça definida. Eu acredito que a adoção sempre é uma boa opção. Fora o Lucky, todos os outros cães da família foram adotados, inclusive os de raça. O Toddy, por exemplo, foi doado porque “cometeu o crime” de crescer demais e dar muito trabalho por ter um problema dermatológico típico da raça. Nessa relação entre humanos e cães existem muitas verdades que precisam ser aprendidas por nós e talvez a maior delas é: você deve amar incondicionalmente seu cão, seja ele pequeno ou grande, peludo ou não, com personalidade tranquila ou agitada.”

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O Canil Portátil mede 72 x 61 x 71cm e pode ser desmontado e guardado dentro de uma sacola própria

A BIENAL de Design, que acontece em Curitiba (PR) até 31 de outubro, reuniu tanto designers conceituados como a nova geração desses profissionais. Na mostra, você encontra de móveis a luminárias, de joias a utensílios domésticos.

PARA os cachorreiros de plantão um produto da Bienal deve chamar a atenção. É o Canil Portátil Loville, criado pelos jovens designers Pedro Henrique Pereira Nascimento, Paulo Miranda de Oliveira e Artur Caron Mottin, todos de Belo Horizonte (MG).

A CASINHA de cachorro chama a atenção pelas suas peças coloridas de polietileno, muito parecida com aqueles brinquedos de montar de playgrounds. A casa pesa cerca de 12 quilos e pode ser desmontada, colocada dentro de uma bolsa quem vem com o produto (que mede 72cm, largura de 21cm e altura de 50cm) e depois transportada no porta-malas do carro. Além disso, os criadores da casinha afirmam que por ser fabricada em plástico, fica mais fácil de limpar do que aquelas estruturas feitas de madeira.

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