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Posts Tagged ‘Cinomose’

Cães podem ficar roucos por causa da velhice ou depois da castração

Cães podem ficar roucos por causa da velhice ou depois da castração

EXCLUSIVO | LOGO após as férias, notei que Ciccilo, meu Fox Terrier Pêlo Duro, andava meio rouco. É isso mesmo, toda vez que ele latia, a voz dele parecia abafada, estranha. Fiquei preocupada. Mas após alguns dias o problema desapareceu e o latido dele voltou ao normal. Foi assim que surgiu a curiosidade: será que rouquidão pode ser sintoma de alguma doença nos cães?

PARA termos uma resposta confiável, conversamos com a médica veterinária Amanda Cologneze Brito, assistente técnica do Laboratório Veterinário Mundo Animal, que alertou que a rouquidão pode ser sintoma para uma série de doenças. “Como a tosse dos canis, cinomose, gripe e alguns tipos de tumore”, advertiu.

Se a causa for gripe, a rouquidão pode ser temporária

Se a causa for gripe, a rouquidão pode ser temporária, explica veterinária

SEU CACHORRO está rouco? Então confira abaixo as principais partes da conversa que tivemos com a médica veterinária Amanda Cologneze Brito:

CANINABLOG: Cachorros podem ficar roucos por causa de gripe?

Amanda Cologneze Brito: Sim, no geral doenças que afetam o trato respiratório podem levar ao sintoma.

CANINABLOG: A rouquidão pode ser sintoma de doenças graves?

Amanda: Sim, cinomose, por exemplo. E também do condrossarcoma, que é um tumor que acomete o tecido cartilaginoso, pode se desenvolver na laringe causando uma mudança na “voz” do animal.

CANINABLOG: Cachorros podem ficar com a “voz” rouca com a chegada à velhice ou depois de serem castrados?

Amanda: Sim. Assim como acontece com humanos em alguns casos, principalmente se o animal teve problemas respiratórios durante a vida.

CANINABLOG: É comum cachorros com rouquidão temporária?

Amanda: Se o que está causando o sintoma for uma gripe, por exemplo, ou outras doenças que afetam o trato respiratório temporariamente, como a tosse dos canis, o sintoma é temporário.

CANINABLOG: Quando o dono deve procurar um veterinário?

Amanda: Procure sempre visitar seu médico veterinário quando o animal apresentar qualquer sinal ou atitude que você não observa na rotina.

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As origens das doenças nos olhos são as mais diversas, desde alergias até acidentes

SAÚDE | TODO cachorro possui uma ferramenta de persuasão infalível: o olhar. Mas nem sempre os donos prestam muita atenção nos olhos dos seus bichos e acabam deixando passar alguns sintomas clássicos de doenças oftalmológicas. Segundo a médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto, os sintomas mais comuns e facilmente percebidos pelos donos são olhos vermelhos, presença de secreções oculares – podem ser secreções límpidas ou purulentas -, inchaço, falta de pelos ou penas nas pálpebras e/ou ao redor delas e sensibilidade exagerada à luz.

EXISTE um sintoma, entretanto, que é causado pelo próprio cão com problemas nos olhos: a presença de ferimentos. Isso porquê muitos cachorros acabam se machucando ao tentar coçar ou proteger os olhos do desconforto causado pela doença. “Casos mais graves de infecção podem levar o pet à cegueira, por isso é importante a consulta veterinária e o tratamento recomendado”, alerta a Vincoletto.

Fique atento a sintomas como olhos vermelhos e presença de secreções oculares

CAUSAS dos problemas

AS ORIGENS dessas doenças são as mais diversas, desde simples alergias até mesmo traumas e acidentes, doenças causadas por características genéticas hereditárias – especialmente em animais de raça pura – ou causas relacionadas a doenças como cinomose, diabetes ou toxoplasmose.

PRINCIPAIS doenças

AS mais comuns são a catarata, úlceras de córnea, ceratoconjuntivite seca, uveíte, glaucoma, doenças na retina e alterações nas pálpebras. Sendo que, entre as doenças oftálmicas, a catarata pode ser curada com tratamento cirúrgico e é uma das principais causas de cegueira entre os cães.

DIAGNÓSTICO profissional

MESMO que seu cachorro tenha um ou mais sintomas de doenças oftálmicas, o diagnóstico deve ser feito pelo médico veterinário, baseando-se principalmente em informações relatadas pelo dono e pelo exame geral e oftalmológico do paciente. Quanto mais cedo é feito o diagnóstico, mais fácil é determinado o tratamento do problema e maiores são as chances de sucesso na cura.  A dica para os donos é a mais fácil e deliciosa possível: olhar nos olhos do seu cachorro todos os dias.

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Cinomose não tem cura e o tratamento se restringe aos sinais secundários da doença

Cinomose não tem cura e o tratamento se restringe aos sinais secundários da doença

EXCLUSIVO | NO SEGUNDO post da série publicada aqui no CaninaBlog, o diretor clínico e médico veterinário do Hospital Veterinário Pet Care Marcelo Quinzani tira as principais dúvidas sobre a Cinomose. Saiba tudo sobre esta virose que atinge não só os cachorros domésticos, mas toda a família de Canideos e animais silvestres como furões, doninhas, guaxinins, gambás e até alguns felinos – exceto o gato doméstico.

COMO um cachorro adquire a doença?

PELO contato direto com animais infectados que passam a eliminar o vírus nas secreções, como saliva, secreção ocular e nasal, na urina e nas fezes.

COMO prevenir a doença?

O MÉTODO mais eficiente de prevenir a doença é com a vacinação que deve se iniciar com 35 a 45 dias de idade e depois com reforços anuais. Assim como evitar que o animal tenha contato com animais de origem desconhecida, quer sejam cães de rua ou outros animais silvestres como guaxinins, gambás e felinos.

A vacinação é a melhor forma de se evitar a doença, afirma veterinário

CADELAS infectadas podem transmitir para os filhotes?

A INFECÇÃO intra uterina é considerada rara, mas pode ocorrer nas cadelas que não possuem anticorpos contra a doença (nunca vacinadas), podendo levar ao aborto ou neonatos infectados que passam a desenvolver a doença com 4 a 6 semanas de vida. O mais comum é a cadela vacinada ou com anticorpos, passar os anticorpos que possui contra a doença por via mamária (pela ingestão do colostro pelos filhotes que ocorre nas primeiras horas de vida) e esses anticorpos vão proteger os filhotes até 35 a 45 dias de idade, quando o número de anticorpos começa a diminuir. Por isso o início da vacinação ocorre nessa idade.

EXISTE tratamento ou cura?

INFELIZMENTE, o tratamento se restringe aos sinais secundários associados a doença, como pneumonia, infecções oportunistas, vômitos e diarréias. Além do controle da dor e das convulsões. Não existe tratamento curativo e contamos somente com a imunidade do animal e do tratamento de suporte para enfrentar a doença.

QUANDO sacrificar se torna a única alternativa?

NORMALMENTE, quando esgotados todos os recursos terapêuticos e quando a doença compromete a qualidade de vida do paciente sem chance de recuperação. Associado a isso, temos que considerar o risco desse animal doente e sem chance de cura estar espalhando o vírus no ambiente e contaminando outros animais.

CONFIRA o primeiro post da série sobre Cinomose publicada aqui no CaninaBlog:

Cinomose: Primeiros sintomas

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Febre, apatia, depressão e perda de apetite são os primeiros sinais da doença

EXCLUSIVO | A DOENÇA ainda é considerada endêmica no Brasil, ou seja, ainda ocorre com frequência dentro do território nacional. Mas não se trata de uma novidade no mundo. Na verdade, a Cinomose foi registrada pela primeira vez há mais de cem anos. Foi o veterinário francês Henri Carré que em 1905 descobriu que a Cinomose é uma virose que atinge várias famílias de Canideos (cães), furões, doninhas, guaxinins, gambás, hienas, quatis, leões marinhos, focas, morsas e até alguns felinos – exceto o gato doméstico.

PELA grande extensão de raças vítimas deste vírus, a doença não foi extinta nem mesmo em países chamados de primeiro mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, a doença é considerada controlada em animais domésticos, embora ainda seja encontrada ainda em animais silvestres.

NO BRASIL o grande problema são os cães de rua ou que vivem em regiões muito carentes. “As campanhas de vacinação públicas não oferecem essa vacina gratuitamente e assim a população mais carente normalmente encontra dificuldade em vacinar os seus cães fazendo com que a doença permaneça no ambiente”, explica o diretor clínico e médico veterinário do Hospital Veterinário Pet Care Marcelo Quinzani.

A superfície do nariz também pode ficar mais rígida e grossa, explica a veterinária

PRINCIPAIS sintomas

OS EFEITOS do vírus da Cinomose sobre o cão são devastadores. O veterinário explica que após a exposição ao vírus, o animal passa a desenvolver febre e diminuição das células de defesa do organismo. “Depois disso, o vírus caminha pelos gânglios e vias linfáticas e atinge o sistema respiratório, gastrointestinal, urogenital e sistema nervoso central”, complementa.

PARA O dono, os primeiros sintomas visíveis são uma febre insistente por até 6 dias, sinais de apatia, depressão e perda de apetite. Uma diarréia leve também é comum, mas raramente chama a atenção do dono.

SINTOMAS secundários e terciários

A SEGUNDA etapa da doença é no sistema respiratório. É neste momento que surge a conjuntivite e secreções purulentas nos olhos e nariz. “Nesse período pode desenvolver tosse e novamente febre”, relata o veterinário do Hospital Pet Care. “Depois disso o vírus continuando sua migração via sistema linfático e atinge o sistema nervoso central”. Muitas vezes, é só neste momento que os donos do cachorro percebem que há algo errado com o bicho.

JÁ OS sinais neurológicos como uma depressão, cefaléia e até convulsões e movimentos musculares involuntários são facilmente percebidos pelo dono. Há ainda sintomas que parecem não ter ligação com a doença, como o endurecimento das almofadinhas das patas e a superfície do nariz que fica mais rígida e grossa. E dependendo da idade do animal, até mesmo o esmalte dos dentes pode ficar manchado.

QUER saber como se dá a transmissão da Cinomose, como prevenir a doença ou ainda se há tratamento? Então não deixe de conferir o segundo post da série sobre a Cinomose com o diretor clínico e médico veterinário do Hospital Veterinário Pet Care  Marcelo Quinzani que será publicado em breve aqui no CaninaBlog.

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Somente algumas vacinas precisam de reforços anuais, afirma a vet Sylvia Angélico

EXCLUSIVO | QUEM ama seu cachorro faz tudo por ele. Principalmente quando a questão é a saúde do seu pet. Por esta razão, muitos donos nunca questionaram se a vacinação anual canina é realmente necessária. Afinal, todo médico veterinário recomenda reforços anuais – ou, pelo menos, a maioria dos profissionais.

A MÉDICA veterinária Sylvia Angélico há anos estuda as descobertas científicas sobre a vacinação dos cães e suas reações. Ao longo do tempo, descobriu que existe um exagero neste comportamento. Segundo Sylvia, muitos colegas de profissão recomendam os reforços vacinais baseados nas informações das bulas das vacinas. Entretanto, ela adverte: “essas bulas não acompanham as informações que têm sido publicadas na literatura científica atual”.

MUITOS veterinários também defendem que o retorno paciente na clínica é uma oportunidade para examiná-lo clinicamente, solicitar exames, esclarecer dúvidas do cliente e recomendar procedimentos importantes como castração e profilaxia dentária, por exemplo. Além disso, veterinários mantém este comportamento por toda a profissão porque simplesmente aprenderam a agir desta maneira desde a faculdade. “Eu mesma aprendi assim e o material publicitário e palestras dos fabricantes de vacinas reforçam essa prática”, adverte Sylvia.

CONFIRA abaixo a segunda parte da conversa que o CaninaBlog teve com a médica veterinária Sylvia Angélico, criadora do blog Cachorro Verde.

Reforços vacinais sistemáticos geram lucro significativo para as clínicas

CANINABLOG: Quais vacinas realmente precisam ser aplicados anualmente? 

Sylvia Angélico: Existem vacinas que precisam ser aplicadas anualmente, algumas até semestralmente, para manter o animal protegido. É o caso das vacinas contra leptospirose, “tosse dos canis” e leishmaniose visceral canina. Elas conferem imunidade de mais breve duração. A partir disso, há veterinários que generalizam e praticam reforços vacinais contra todas as doenças para as quais existem vacinas, sem saber que há vacinas capazes de proteger o paciente por mais de 7-9 anos, como aquelas feitas com vírus vivos atenuados (“enfraquecidos”) contra cinomose, parvovirose e hepatite infecciosa canina.

CANINABLOG:  Na sua opinião, que razões levam muitos veterinários a recomendar tantas vacinas?

Sylvia Angélico: A falta de conhecimento é uma das razões. Uma parcela dos veterinários tem pouco interesse pelas áreas de Imunologia, Vacinologia e Infectologia. Na última década, dezenas de artigos científicos têm sido publicados anualmente. Esses artigos trazem atualizações sobre condutas vacinais, mas precisam ser ativamente pesquisados pelo veterinário para ser encontrados. Creio não existir ainda interesse dos fabricantes de vacinas em incluir as principais atualizações desses artigos em seu material informativo e palestras. Sem conhecimentos atualizados sobre as possíveis reações adversas associadas à vacinação, sobre exames que determinam se o paciente já se encontra protegido (chamado titulação de anticorpos vacinais), sobre epidemiologia de doenças infecto-contagiosas no Brasil, sobre a verdadeira duração e custo-benefício de cada produto, muitos veterinários acreditam ser mais correto, seguro e cômodo manter a conduta vigente.

CANINABLOG: Questões econômicas também estão envolvidas?

Sylvia Angélico: Reforços sistemáticos geram lucro significativo para a clínica. No início do segundo semestre de 2011, uma das revistas científicas de maior circulação entre os veterinários de cães e gatos do Brasil publicou uma coluna reforçando a importância de manter a aplicação sistemática de vacinas como forma de gerar lucro. O artigo trazia até infográficos mostrando quantos milhares de reais o veterinário deixaria de faturar ao ano caso seus clientes “atrasassem” o reforço vacinal em um mês.

NOS próximos dias vamos publicar o terceiro e último post com a médica veterinária Sylvia Angélico que irá explicar quais são os métodos recomendados por especialistas na hora de se escolher a vacina ideal para seu cão.

CONFIRA abaixo o primeiro post a respeito da polêmica da vacinação anual em cães publicado aqui no CaninaBlog

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Entenda a origem das vacinas obrigatórias para cães no Brasil e no mundo

EXCLUSIVO | QUEM tem cachorro em casa já sabe: é preciso vaciná-lo pelo menos uma vez ao ano. Este comportamento é mais do que comum hoje em dia, é um padrão seguido e recomendado por quase todos os veterinários. Mas de onde surgiu esta prática? É realmente necessário vacinar ao logo de toda a vida dos cães?

ESSAS perguntas têm levantado muita polêmica entre veterinários, principalmente fora do Brasil, e se tornou um tema de pesquisa para a médica veterinária Sylvia Angélico do blog Cachorro Verde. Ao longo de três posts especiais criados com a médica veterinária, o CaninaBlog irá trazer informações sobre a indústria das vacinas para cães no mundo.

CONFIRA agora a primeira parte desta entrevista exclusiva e entenda como tudo começou:

CANINA BLOG: Quando os cães começaram a ser vacinados de forma sistemática?

Sylvia Angélico: A vacinação com reforços sistemáticos teve início nos Estados Unidos na década de 1950. Nessa época foram desenvolvidas as primeiras vacinas contra cinomose canina e elas não eram muito eficientes. Verificou-se que conferiam proteção por um período curto de tempo – até 12 meses,em média. Por segurança, uma vez que a cinomose é uma doença perigosa e difundida, reforços anuais passaram a ser praticados. Com o passar das décadas, vacinas mais eficientes e variadas, contra uma série de doenças, foram surgiram no mercado, mas os reforços anuais foram mantidos. Para ter uma vacina licenciada, em grande parte das vezes o fabricante deve comprovar eficiência protetora mínima de um ano. Como esses testes são caros e toda a comunidade veterinária já adotava os reforços anuais arbitrários, não se verificou se a duração de proteção ultrapassaria um ano.

CANINABLOG: Quais foram os benefícios na época? 

Sylvia Angélico: Essa medida garantia que o animal voltaria à clínica periodicamente para check-ups de saúde a avaliação do manejo, o que permitia identificar doenças no começo do seu surgimento e tratar o paciente com maiores chances de sucesso. Isso sem falar que grande parte dos cães vacinados conforme esse protocolo não desenvolvia cinomose.

CANINABLOG: Quais são as vacinas obrigatórias no Brasil?

Sylvia Angélico: Nem todos os municípios brasileiros a exigem, mas os que o fazem demandam reforços anuais. É possível que em breve a vacinação anual contra leishmaniose visceral canina figure entre as obrigatórias, uma vez que se trata de uma zoonose (doença transmissível ao ser humano) que tem ganhado bastante atenção por sua rápida disseminação em nosso pais. Companhias aéreas podem exigir a vacinação múltipla (V6, V8 ou V10), além da antirrábica, para embarcar cães.

CONFIRA no próximo post da série sobre Vacinas no CaninaBlog porque e se realmente é necessário vacinar seu cão uma vez por ano.

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Animais jovens e que ainda não concluíram vacinação são os mais afetados pela doença

ENQUANTO que nos países desenvolvidos a Cinomose está praticamente erradicada, aqui no Brasil apenas 20% da população canina foi vacinada contra a doença. Segundo o diretor de operações para animais de companhia da Merial Saúde Animal, Luiz Lussas, a Cinomose afeta principalmente animais jovens em fase de primovacinação, ou seja, quando o bicho é ainda um filhote e está tomando as primeiras doses.

POR ISSO é bom ficar atento aos sintomas iniciais da doença que são os mesmos de uma gripe comum e que, justamente por isso, passam despercebidos. O problema é que quando o bicho mostra os sintomas mais graves, como convulsões, dificuldade de se alimentar e caminhar, já está em uma fase em que poucos conseguem sobreviver. E, infelizmente, muitos passam a viver com sequelas. “É importante conscientizar as pessoas que esta doença grave pode ser prevenida. Basta os proprietários seguirem corretamente o programa de vacinação”, explica o doutor em medicina veterinária e gerente de produto da Merial, Leonardo Brandão. A atenção deve ser redobrada nesta época do ano porque isso acontece porque as baixas temperaturas e o tempo seco favorecem a reprodução do vírus.

CONFIRA quais são os sintomas iniciais da Cinomose e como prevenir:

TRANSMISSÃO entre cães:

Por meio do contato com secreções do nariz, fezes e boca do animal. O vírus não atinge o homem.

SINTOMAS iniciais:

Tosse e espirros, podendo evoluir para quadros de diarréia branda.

PREVENÇÃO:

Três doses da vacina contra a Cinomose em filhotes.

Revacinação anual.

QUER saber mais sobre a Cinomose? Veja post publicado no CaninaBlog a respeito:

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