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Veterinária dá dicas de como conservar e oferecer alimentos para seu cão

Veterinária dá dicas de como conservar e oferecer ração para seu cão

SAÚDE | O VERÃO é a época em que os casos de doenças transmitidas por alimentos acontecem com mais frequência. As temperaturas mais altas exigem que tenhamos mais cuidados com a conservação e ainda a adoção de alguns critérios básicos de higiene na manipulação dos alimentos, tendo atenção ao comprar, armazenar, preparar e consumir. E essas regras também valem para a alimentação do seu cachorro.

A VETERINÁRIA Keila Regina de Godoy da PremieR pet dá dicas de como preservar o alimento do seu cachorro nos meses mais quentes quando acontece um favorecimento da proliferação de pragas como insetos e roedores, bem como a presença de aves nos locais de refeição e armazenamento das rações. Confira:

Após a abertura da embalagem, a ração deve ser mantida, preferencialmente, em sua embalagem original

Após a abertura da embalagem, a ração deve ser mantida, preferencialmente, em sua embalagem original

HORA de comer

MUITOS cachorros mostram falta de apetite nas horas mais quentes do dia, principalmente no verão. Por essa razão, a veterinária indica que o alimento seja oferecido nos horários e locais mais frescos do dia, sempre à sombra. “Este manejo é particularmente importante para os animais com problemas cardíacos ou respiratórios e, ainda, os obesos, pois as altas temperaturas aumentam o desconforto respiratório e costumam levar à perda de apetite”, explica a veterinária.

VALE lembrar que o mais apropriado é sempre manter, nos casos de viagens ou hospedagens, o alimento habitual que o cão consome, pois mudanças bruscas na alimentação podem promover alterações gastrointestinais.

CONSERVAÇÃO dos alimentos

O VERÃO favorece a proliferação de pragas como insetos e roedores, bem como a presença de aves nos locais de refeição e armazenamento das rações. “Isso expõe o alimento à contaminação e o animal a doenças, algumas graves como a Leptospirose, causada pelo contato com a urina que os ratos liberam nos locais onde se alimentam”, relata Keila Regina.

AS aves também podem veicular doenças por meio de suas fezes e, por isso, é melhor mantê-las afastadas. Assim, torna-se fundamental adotar cuidados rígidos tanto com o alimento exposto quanto com o armazenado:

ARMAZENAMENTO 

NUNCA deixe o alimento armazenado em exposição direta à alta umidade, ao sol ou calor excessivo, pois estes fatores podem alterar a qualidade do alimento. “Assim, seja em casa ou no revendedortodo alimento deve ser armazenado em local fresco, seco, sem incidência direta da luz solar e sem contato direto com parede e chão”, recomenda a veterinária.

APÓS a abertura da embalagem, o produto deve ser mantido, preferencialmente, em sua embalagem original. Caso seja guardado em latas ou caixas plásticas, estas devem ter boa vedação e barreira contra a luz. “Estes cuidados são fundamentais para correta conservação do produto, prevenindo a rancificação da gordura, a oxidação de vitaminas e evitando o desenvolvimento de microorganismos contaminantes como fungos e bactérias.”

EVITAR exposição

QUALQUER alimento seco industrializado, como a ração, quando umedecido por água e/ou saliva e exposto às altas temperaturas do ambiente, sofre um processo de fermentação se não for imediatamente consumido. É fundamental que todas as sobras sejam sempre descartadas e que a cada refeição os comedouros sejam lavados com esponja, água e sabão para remoção completa de resíduos

“NÃO deixe a ração exposta na vasilha por mais de 30 minutos e recolha os grãos de ração que caiam ao redor, mantendo o local das refeições constantemente limpo”, recomenda a veterinária da PremieR pet.

DICA EXTRA: Comedouros anti-formiga podem ajudar contra esta praga comum nas residências, sendo facilmente encontrados nas versões para cães nas lojas especializadas.

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As origens das doenças nos olhos são as mais diversas, desde alergias até acidentes

SAÚDE | TODO cachorro possui uma ferramenta de persuasão infalível: o olhar. Mas nem sempre os donos prestam muita atenção nos olhos dos seus bichos e acabam deixando passar alguns sintomas clássicos de doenças oftalmológicas. Segundo a médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto, os sintomas mais comuns e facilmente percebidos pelos donos são olhos vermelhos, presença de secreções oculares – podem ser secreções límpidas ou purulentas -, inchaço, falta de pelos ou penas nas pálpebras e/ou ao redor delas e sensibilidade exagerada à luz.

EXISTE um sintoma, entretanto, que é causado pelo próprio cão com problemas nos olhos: a presença de ferimentos. Isso porquê muitos cachorros acabam se machucando ao tentar coçar ou proteger os olhos do desconforto causado pela doença. “Casos mais graves de infecção podem levar o pet à cegueira, por isso é importante a consulta veterinária e o tratamento recomendado”, alerta a Vincoletto.

Fique atento a sintomas como olhos vermelhos e presença de secreções oculares

CAUSAS dos problemas

AS ORIGENS dessas doenças são as mais diversas, desde simples alergias até mesmo traumas e acidentes, doenças causadas por características genéticas hereditárias – especialmente em animais de raça pura – ou causas relacionadas a doenças como cinomose, diabetes ou toxoplasmose.

PRINCIPAIS doenças

AS mais comuns são a catarata, úlceras de córnea, ceratoconjuntivite seca, uveíte, glaucoma, doenças na retina e alterações nas pálpebras. Sendo que, entre as doenças oftálmicas, a catarata pode ser curada com tratamento cirúrgico e é uma das principais causas de cegueira entre os cães.

DIAGNÓSTICO profissional

MESMO que seu cachorro tenha um ou mais sintomas de doenças oftálmicas, o diagnóstico deve ser feito pelo médico veterinário, baseando-se principalmente em informações relatadas pelo dono e pelo exame geral e oftalmológico do paciente. Quanto mais cedo é feito o diagnóstico, mais fácil é determinado o tratamento do problema e maiores são as chances de sucesso na cura.  A dica para os donos é a mais fácil e deliciosa possível: olhar nos olhos do seu cachorro todos os dias.

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O exame físico é pouco útil para o diagnóstico da gastrite e úlcera em cães

SAÚDE | QUEIMAÇÃO no estômago, má digestão, sensação de estufamento e dores abdominais. Esses são os sintomas de uma doença que atinge 40% da população mundial: a gastrite. Mas não são só os humanos que sofrem com essa doença e com úlceras no estômago. Acredite: cães também pode se tornar vítimas desses males.

O PROBLEMA com pets, entretanto, pode se tornar ainda mais grave. Isso porque é muito difícil, até mesmo para donos e veterinários, se identificar tanto a gastrite como úlceras nos cachorros. Por essa razão, veterinários advertem que a prevenção é a melhor forma de evitar o risco de doenças estomacais.

Uso excessivo de antiinflamatórios também contribui para o aparecimento da doença

CAUSAS da doença

A MÉDICA veterinária Isabella Vincoletto, do laboratório Vetnil, explica que o estresse é uma das principais causas de gastrite, especialmente devido à redução da imunidade do animal, o que facilita a ação da bactéria Helicobacter Pylori. “Ela destrói a proteção da mucosa do estômago, predispondo a lesões na parede do órgão. Além da alimentação balanceada, é importante não colocar o animal em situações de estresse e só medicá-lo quando estritamente necessário.” Sendo que o uso excessivo de antiinflamatórios também contribui para o aparecimento da doença.

DIAGNÓSTICO e tratamento

A LESÃO gástrica provoca dores abdominais, muitas vezes associadas a vômitos, perda de apetite e emagrecimento. O exame físico é pouco útil para o diagnóstico. Por isso é muito importante estar atento ao comportamento do animal e, no caso de alguma anormalidade, procurar um médico veterinário. O diagnóstico de úlceras e gastrites em pets é feito por meio de endoscopia. Quando necessário, pelo procedimento, também é realizada a coleta de material para biópsia.

O TRATAMENTO de úlceras e gastrites em cães consiste no uso de medicamentos e suplementos que aliviam os sinais clínicos do animal, além da eliminação da causa – ou seja, o pet pode precisar mudar de ração ou ainda da ajuda de um comportamentalista para aliviar possíveis situações de estresse. O uso de alguns suplementos também é indicado no tratamento de úlceras causadas pela bactéria Helicobacter Pylori.

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Ciccilo está com hiperplasia prostática benigna e por isso será castrado em breve

EXCLUSIVO | TODO mundo sabe que homens, em geral, não são muito atentos à própria saúde. Talvez por isso o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. Entre os cães, tanto castrados como sexualmente intactos, felizmente, o câncer na próstata é bastante incomum.

MAS outros problemas na próstata podem sim acometer os cães machos. Por essa razão, é recomendado, a partir dos 7 anos de idade, submeter o cão macho não castrado a uma ultrassonografia abdominal anualmente para avaliar o aspecto da próstata e também os testículos. “A ultrassonografia dos testículos pode indicar presença de tumores, por exemplo”, explica a médica veterinária Sylvia Angélico. Cães machos intactos também devem ter seus testículos examinados e palpados regularmente não só pelo veterinário, mas também pelos donos. “Ao notar  testículos aumentados, atrofiados (pequeninos), quentes, amolecidos ou com qualquer alteração, o cuidador deve procurar o médico-veterinário”, recomenda a também criadora do blog Cachorro Verde.

PARA ajudar donos de cães machos, a médica veterinária Sylvia Angélico respondeu várias dúvidas sobre a próstata. Confira abaixo:

“Ao notar testículos aumentados, atrofiados, quentes ou amolecidos procure um veterinário”, recomenda a vet Sylvia

QUAL é a função da próstata?

A próstata é uma glândula sexual e produz um líquido que compõe 97% do sêmen. Esse líquido dá volume ao sêmen e ajuda no transporte dos espermatozóides.

SINTOMAS de problemas

Alguns cães com problemas na próstata podem não mostrar nenhum sintoma. Mas, dependendo do tamanho da próstata e da doença em si, o cão pode apresentar: secreção uretral purulenta, sanguinolenta ou mesmo clarinha (visível no prepúcio e glande do pênis), presença de sangue na urina ou no sêmen, constipação e dificuldade de defecar. Quando a próstata atinge dimensões mórbidas (se torna enorme), ela comprime a saída das fezes, resultando em constipação ou na eliminação de fezes achatadas, com aspecto de fita.

PRINCIPAIS doenças na próstata

O transtorno mais frequente em cães não-castrados é a hiperplasia prostática benigna (HPB), ou seja, o aumento da próstata sob estímulo dos andrógenos, os hormônios sexuais masculinos.

Outras alterações podem acometer a próstata, como a prostatite bacteriana crônica. Trata-se da infecção da próstata, causada, por exemplo, por bactérias da uretra ou que chegam à próstata pela circulação sanguínea. Cães, tanto castrados como sexualmente intactos, também podem ter câncer na próstata, embora seja considerado bastante incomum. Cães machos podem também apresentar tumores testiculares malignos. São razoavelmente comuns em cães idosos.

NO PRÓXIMO post da série sobre doenças que acometem os cães machos, a médica veterinária Sylvia Angélico falará sobre quando castrar é também a melhor prevenção.

CONFIRA abaixo outros já publicados sobre o assunto:

Cães machos: Problemas na próstata (I)

“Sem política pública de castração estamos enxugando gelo”

As vantagens da castração química

Benefícios e malefícios da castração

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Cinomose não tem cura e o tratamento se restringe aos sinais secundários da doença

Cinomose não tem cura e o tratamento se restringe aos sinais secundários da doença

EXCLUSIVO | NO SEGUNDO post da série publicada aqui no CaninaBlog, o diretor clínico e médico veterinário do Hospital Veterinário Pet Care Marcelo Quinzani tira as principais dúvidas sobre a Cinomose. Saiba tudo sobre esta virose que atinge não só os cachorros domésticos, mas toda a família de Canideos e animais silvestres como furões, doninhas, guaxinins, gambás e até alguns felinos – exceto o gato doméstico.

COMO um cachorro adquire a doença?

PELO contato direto com animais infectados que passam a eliminar o vírus nas secreções, como saliva, secreção ocular e nasal, na urina e nas fezes.

COMO prevenir a doença?

O MÉTODO mais eficiente de prevenir a doença é com a vacinação que deve se iniciar com 35 a 45 dias de idade e depois com reforços anuais. Assim como evitar que o animal tenha contato com animais de origem desconhecida, quer sejam cães de rua ou outros animais silvestres como guaxinins, gambás e felinos.

A vacinação é a melhor forma de se evitar a doença, afirma veterinário

CADELAS infectadas podem transmitir para os filhotes?

A INFECÇÃO intra uterina é considerada rara, mas pode ocorrer nas cadelas que não possuem anticorpos contra a doença (nunca vacinadas), podendo levar ao aborto ou neonatos infectados que passam a desenvolver a doença com 4 a 6 semanas de vida. O mais comum é a cadela vacinada ou com anticorpos, passar os anticorpos que possui contra a doença por via mamária (pela ingestão do colostro pelos filhotes que ocorre nas primeiras horas de vida) e esses anticorpos vão proteger os filhotes até 35 a 45 dias de idade, quando o número de anticorpos começa a diminuir. Por isso o início da vacinação ocorre nessa idade.

EXISTE tratamento ou cura?

INFELIZMENTE, o tratamento se restringe aos sinais secundários associados a doença, como pneumonia, infecções oportunistas, vômitos e diarréias. Além do controle da dor e das convulsões. Não existe tratamento curativo e contamos somente com a imunidade do animal e do tratamento de suporte para enfrentar a doença.

QUANDO sacrificar se torna a única alternativa?

NORMALMENTE, quando esgotados todos os recursos terapêuticos e quando a doença compromete a qualidade de vida do paciente sem chance de recuperação. Associado a isso, temos que considerar o risco desse animal doente e sem chance de cura estar espalhando o vírus no ambiente e contaminando outros animais.

CONFIRA o primeiro post da série sobre Cinomose publicada aqui no CaninaBlog:

Cinomose: Primeiros sintomas

Vacinas: Questão de saúde ou falta de informação?

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Doença pode se manifestar quando o cão passa por uma fase de baixa imunidade

EXCLUSIVO | SEU cachorro estava totalmente saudável, mas de um dia para outro seu pêlo começou a cair, surgiu uma coceira intensa e a pele ficou toda vermelha. Se não for pulga ou carrapato, ou ainda uma alergia, é melhor ficar atento, seu cachorro pode ter sarna demodécica. OS SINTOMAS da doença podem aparecer de repente, mas a verdade é que um animal aparentemente saudável pode ser portador de ácaros Demodex canis em seus folículos pilosos. “Durante uma queda de imunidade, acontece uma multiplicação intensa destes parasitas, o que leva à reação inflamatória da pele”, explica a veterinária Alessandra Keidann, da Bolicho do Bicho. A CONTAMINAÇÃO A DOENÇA pode vir do berço, pois a principal forma de transmição deste ácaro é de mãe para filho, principalmente durante o ato da amamentação. “A transmissão é favorecida pela fricção intensa entre a pele da mãe e do filhote”, relata a veterinária. Por isso mesmo, Alessandra adverte que é muito importante que ao adquirir um filhote, o proprietário procure um criatório idôneo. “Um lindo filhote a venda, aparentemente saudável, pode ter o parasita D. canis em seus folículos pilosos e manifestar a demodicose mais tarde.” Por uma questão ética, os proprietários de fêmeas com D. canis não devem reproduzir seus animais evitando assim a disseminação da doença. O TRATAMENTO CASO seu cachorro mostre os sintomas da doença, procure imediatamente um veterinário. A doença não tem cura, ou seja, não há um tratamento que extermine completamente a população de Demodex canis. Quando não tratada, progride para um quadro de contaminação das lesões por bactérias oportunistas, e o resultado é o “engrossamento” e “escurecimento” da pele até o emagrecimento do animal. A BOA notícia é que a doença pode ser controlada, além de ser praticamente impossível de ser transmitida para outro bicho ou ser humano. “Teria que haver um contato de fricção muito intenso entre dois cães. Mas pode ocorrer, por exemplo, nos casos daqueles animais que por algum motivo tem o reflexo de mamar em outro mesmo quando adultos.” SOB acompanhamento médico adequado, o cachorro pode viver uma vida absolutamente normal, afirma a veterinária. Mas é bom avisar que o dono de um cão com Demodex canis deve ficar em constante estado de alerta. “Se o cachorro tiver nova queda de imunidade, a crise tende a voltar. Tem que controlar a vida toda.” Com essa doença não se brinca!

VOCÊ tem dúvidas sobre saúde canina? Então escreva para o CaninaBlog ou deixe um comentário. E não deixe de conferir o post abaixo:

Automedicação: Perigo para seu melhor amigo

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Mudança na frequência pode indicar alteração intestinal, afirma veterinária da Organnact

EXCLUSIVO | EU SEI que a pergunta pode soar estranha, mas a aparência e até a regularidade da fezes do seu cão também podem indicar como está a saúde do seu bicho – do mesmo jeito que acontece com a gente. “Cães sofrem de intestino preso como os humanos”, avisa a médica veterinária da Organnact, Adriana Dausen Meyer.

MAS intestino preso não é o único problema dessa ordem que podem afligir o seu melhor amigo. Conversamos com a veterinária da Organnact e abaixo estão algumas dicas de como identificar se o cachorro está com seu intestino como um reloginho, ou não. Confira:

REGULARIDADE que um cão deve defecar

O ideal é o cão defecar o mesmo número de vezes que se alimenta, mas deve defecar pelo menos uma vez a cada dois dias – fezes macias e bem formadas.

CAUSAS da maior regularidade

Qualquer mudança na freqüência da defecação indica alteração. A maior freqüência pode estar associada a dietas muito ricas em fibras, quantidade muito grande de ração, baixa qualidade da ração, distúrbios pancreáticos ou hepáticos, entre outros fatores.

O diagnóstico deve sempre ser feito por um veterinário porque o aumento ou diminuição na freqüência da defecação é apenas o reflexo de alguma condição adversa, nunca é um problema isolado. Por isso o importante é estar sempre de olho no seu animalzinho, fornecer ração adequada, água a vontade, ambiente agradável, suplementação com probióticos, muito carinho e consultar periodicamente o veterinário.

QUANDO ele não defeca

As principais causas de intestino preso podem ser:

Causas Mecânicas: causando obstrução ou dificultando a passagem do bolo fecal. Como exemplos de causas mecânicas podemos citar tumores, corpos estranhos (bolinhas, bolas de pelo, brinquedos ou grande quantidades de vermes).

Causas Dietéticas: são fatores relacionados à dieta do animal que podem alterar o fluxo de passagem do bolo fecal. Como exemplos podemos citar dietas com baixo teor de fibras, quantidade/qualidade inadequada da ração, dieta muito seca e falta de ingestão de água.

Causas ambientais: São fatores externos que podem influenciar o trânsito intestinal, entre os principais podemos citar o frio e a falta de exercícios.

COMO ajudar o intestino do seu cão a funcionar regularmente

Com uma dieta adequada (qualidade, quantidade e água a vontade), exercícios regulares e ambiente adequado. A suplementação com probióticos auxilia na motilidade intestinal, manutenção da saúde intestinal e melhora da imunidade. Sendo que os probióticos podem ser encontrados em diversas apresentações: pó, palitos e gel.

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Probióticos para cachorros

Nós experimentamos os Pet Palitos

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