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Dona Ilair ganhou uma nova casa e um filhote canino do apresentador Luciano Huck

 EXCLUSIVO  | A IMAGEM de uma mulher sendo resgatada por vizinhos com a ajuda de uma corda marcou a memória de quem acompanhou toda a tragédia que se abateu sobre a região serrana do Rio de Janeiro no mês de janeiro deste ano. Quem conseguirá esquecer da mulher cercada por lama e água tentando resgatar seu cachorro, Bethoven, que se soltou de suas mãos um pouco antes de ser salva?

ESSA HISTÓRIA tão triste começou a mudar neste fim de semana com a ajuda do programa de televisão Caldeirão do Huck, exibido na rede Globo. O Lar Doce Lar deu uma nova casa para Ilair e seus dois filhos, Alessandro e Sandro. No entanto, enquanto conhecia seu novo lar, a Dona Ilair não deixou de lembrar do cachorro que não sobreviveu à tragédia e, em meio ao choro sincero, soltou: “Ele podia estar aproveitando dessa casa, mas o coitadinho não está mais aqui.”

NA INTENÇÃO de ajudar Dona Ilair a sobreviver a esse trauma e ajudar dezenas de cães vítimas da tragédia, o apresentador Luciano Huck presenteou a moradora com uma cãozinho resgatado pelo SOS Animais de São José. Contente, Dona Ilair e os filhos já deram um nome ao bicho, Bolinha, que também ganhou uma casinha caprichada do Lar Doce Lar.

PARA assistir essa história, clique na imagem de abertura. Se você deseja adotar um cãozinho vítima da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, clique aqui e confira o trabalho do SOS Animais de São José.

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ONGs da região serrana do Rio de Janeiro ainda procuram novos donos para cães

APAIXONADOS por cães de diversas partes do Brasil contribuiram como puderam com os cães vítimas de enchentes e desabamentos na região serrana do Rio de Janeiro. Doaram dinheiro, ração, medicamentos e muito carinho. Quem pode também adotou alguns desses cães traumatizados que ganharam uma nova chance em um novo lar.

DIANTE de tanta compaixão, grandes marcas de produtos pet não poderiam ficar de braços cruzados. Foi assim que a Nestlé Purina doou 13,3 toneladas de alimentos para a ONG AILA (Aliança Internacional do Animal), que recebeu os donativos e tem auxiliado na sua distribuição junto à Cruz Vermelha em parceria com o comitê da frente emergencial do município de Petrópolis. Ração também foi a doação da marca Total Alimentos, que enviou 574,5 quilos de alimentos para a Coordenadoria do Bem Estar Animal de Nova Friburgo.

 

MUITOS cães sobreviveram ao desastre com graves problemas de saúde, por isso a Intervet/Schering-Plough doou mais de mil medicamentos, como antiinflamatórios, antibióticos, vermífugos, antiparasitários e coleiras impregnadas com deltametrina, que auxiliam ao combate da leishmaniose.

PARA diversas ONGs da região serrana as doações são bem vindas. Mas a solução definitiva para esses centenas de cães abandonados está em outro tipo de iniciativa: a adoção. Está pensando em adotar um amigo? Quem sabe seu filho canino não está no Rio de Janeiro.

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Amon já encontrou seis corpos entre os escombros (Imagem:Luis Pinheiro)

TERRA | AMON é um cão da raça boiadeiro australiano, tem três anos e um talento especial: encontrar vítimas em escombros. Treinado pela ONG Cães de Resgate, o cachorro encontrou entre a última quinta-feira e sábado nada menos que seis corpos em Petrópolis, uma das cinco cidades que foram atingidas pelas fortes chuvas e desabamentos na região serrana do Rio de Janeiro.

O CÃO não é o único a trabalhar no resgate de vítimas, mas ainda são poucos animais diante de tantas mortes. “Se tivéssemos mais cães treinados, com certeza diminuiríamos o tempo de busca”, afirma Marcelo Coruso, coordenador da ONG Cães de Resgate.

SEMPRE ao lado de Marcelo, que carrega um aroma de secreções corporais, o cachorro sai em busca de vítimas em uma área de aproximadamente 15 km². Quando encontra, Amon chama a atenção de Marcelo e começa a cavar o local indicado. Para o coordenador de Socorro da Cruz Vermelha, Richard Strauss, sem a ajuda dos cães, o trabalho humano seria muito mais complicado.

(Fonte: Terra)

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Contaminação por Leptospirose acontece pelo contato com a urina dos ratos que se mistura à água, ao solo e até mesmo aos alimentos (Imagem: Abeac)

ASSISTIR ao notíciário nos últimos dias tem sido motivo de pura tristeza. A região serrana do Rio de Janeiro já perdeu mais de 300 vidas graças a grande quantidade de chuva e os desabamentos. Toda população foi atingida e isso inclui os cachorros. Centenas morreram afogados ou cobertos de lama.

MAS ENGANA-SE quem pensa que essas são as únicas consequências das enchentes. Há ainda um grande perigo para quem conseguiu sobreviver a essa calamidade pública: a Leptospirose.  Essa doença infecciosa é causada por uma bactéria chamada leptospira interrogans que contamina a maioria dos animais selvagens e domésticos e também aos humanos.

O PERIGO de infecção por Leptospirose aumenta durante as enchentes e alagamentos porque a contaminação acontece pelo contato com a urina dos ratos que se mistura à água, ao solo e até mesmo aos alimentos.

“ESTE período de chuvas pode elevar o número de casos da doença porque a leptospira, que é eliminada na urina dos animais doentes ou portadores, é bastante sensível ao sol e ambiente seco, mas sobrevive em ambientes úmidos e sem sol”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care (SP), o médico veterinário Marcelo Quinzani. “Deste modo a água das chuvas ajuda na disseminação da bactéria que, quando entra em contato com mucosa ou pele com ferimentos, passa a contaminar um novo indivíduo”.

Contato de seres humanos e cães com água suja pode causar Leptospirose

SE SEU cachorro entrou em contato com água de enchentes ou alagamentos, é bom ficar ainda mais atento. Confira abaixo quais são os principais sintomas da doença e como proteger seu melhor amigo:

PRINCIPAIS sintomas da doença

OS PRIMEIROS sintomas são febre, depressão, perda do apetite, vômito, desidratação, mucosas congestas, icterícia, urina escura e dor renal ou muscular, esses dois últimos podem ser notados nos animais através da mudança de comportamento.  “Na evolução da doença, observa-se insuficiência renal, insuficiência hepática, hemorragias, lesões na pele e hematomas pelo corpo, úlceras na boca e língua e, em casos raros, necrose na ponta da língua. Ocasionalmente observa-se aborto, meningite e a inflamação intra-ocular comprometendo total ou parcialmente a íris”, completa o médico veterinário Marcelo Quinzani.

COMO agir diante dos sintomas

Ao notar estes sintomas em cães e gatos, mesmo que eles não tenham tido contato com água de alagamento ou enchentes, é preciso procurar imediatamente um médico veterinário e isolar outros animais da casa. “Se o animal realmente estiver doente e não receber o tratamento adequado certamente virá á óbito”, diz. “Em caso de confirmação da doença, a família deve também procurar orientação com um infectologista sobre os cuidados e exames necessários para as pessoas que tiveram contato com esse animal.”

VACINAS e prevenção

Para o diretor clínico do Pet Care as medidas preventivas são simples e incluem cuidados com a saúde, alimentação e com o ambiente em que o animal vive. A imunização anual ou semestral dos cães está no topo da lista de providencias a serem tomadas. “O mercado disponibiliza várias opções de vacina que incluem a proteção contra a doença, elas são conhecidas normalmente como V8 e V10″, salienta.

A IMPORTÂNCIA da higiene

Alimentar o animal em horários determinados, não deixando a ração à vontade e retirando os restos depois que o animal terminar a refeição é outra dica do veterinário, pois os restos de alimento atraem os roedores. Além de lavar o ambiente dos cães com cloro; evitar acúmulo de lixo e restos de comida que atraem os roedores; não permitir o acúmulo de água parada ou ambientes úmidos e fechar buracos entre telhas e rodapés também são atitudes que auxiliam no controle de roedores.

Mulher tenta se salvar e ao seu cão na cidade de São José do Vale do Rio Preto, no Rio. Para assistir a esse vídeo dramático, clique na imagem (Fonte: Globo)

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MÉDICOS veterinários de Alagoas estão preocupados com o risco de transmissão de doenças por animais, como cachorros ou gatos. Muitos bichos, abandonados ou perdidos dos donos, têm circulado pelos escombros das cidades destruídas e assim aumentado o risco de doenças como raiva, sarna e leishmaniose serem espalhadas entre a população.

NA REPORTAGEM, publicada ontem (06) no Jornal Nacional do canal Globo, não foi divulgada que atitude os veterinários locais ou o governo de Alagoas devem tomar em relação aos bichos. Para assistir a reportagem completa, clique na imagem de abertura.

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Cadela Laila participará de seu primeiro trabalho como farejadora em Alagoas (Foto: Glauco Araújo)

OS EXPERIENTES cães da raça Labrador, Brasa e Black, trabalharão em conjunto com os dois cães iniciantes, a também Labradora Laila e o Pastor Alemão Danka, na localização das vítimas da chuva no estado de Alagoas. Cerca de 600 pessoas estão desaparecidas nas 27 cidades atingidas pelas chuvas no estado, que mais parecem vítimas de uma tsunami. Até esta manhã, os bombeiros haviam confirmado a morte de 29 pessoas em Alagoas.

A CADELA Brasa já participou do resgate de vítimas no Morro do Baú, na região de Ilhota, em Santa Catarina, em 2008. Já Black participou de operações de resgate em Sergipe, mas agora fará sua estreia em uma operação dessa dimensão. Segundo o coordenador do canil do Corpo de Bombeiros de Aracaju, de onde os dois cães foram enviados, o objetivo é encontrar corpo de vítimas e pessoas vivas.

CONFIRA a reportagem completa do portal G1, clicando aqui.

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A IMAGEM desta semana do CaninaBlog é uma pequena amostra da grande tragédia que se abateu sobre o Rio de Janeiro. A forte chuva que tem atingido o estado desde o feriado de Páscoa já deixou mais de 180 mortos. Além disso, cerca de 200 pessoas podem estar soterradas na área de um antigo lixão em Niterói.

O CACHORRO no topo dos escombros no Morro da Boa Vista, em Niterói, é a prova de que por baixo de tanta lama já houve vida e ainda há esperança. (Foto: EFE)

QUEM QUISER ajudar as vítimas das enchentes no Rio pode ligar para o telefone (21) 3973 3800 e descobrir todos os postos de recebimento, ou ainda acessar o site http://www.rio.rj.gov.br.

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