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O tipo de anestesia mais utilizado é a inalatória, na qual o anestésico é inspirado pelo paciente

O tipo de anestesia mais utilizado é a inalatória, na qual o anestésico é inspirado

SAÚDE | JÁ passei por algumas cirurgias na vida (mais do que gostaria, na verdade). Sei o quanto pode ser assustador ser anestesiado ou ainda acordar da anestesia. Por essa razão, fiquei com muito receio de também submeter meu Fox Terrier Ciccilo à uma anestesia quando ele foi castrado há cerca de seis meses.

OS mitos e verdades sobre os perigos da anestesia em cães são intermináveis. Sendo assim, muitos donos (como eu) têm receio de submeter seus cães a tal procedimento. Mas a utilização da anestesia, não só para a realização de cirurgias, também é grande nas clínicas veterinárias. “Para animais muito agitados ou agressivos, a sedação é benéfica, pois evita o estresse da contenção e permite que exames ou pequenas intervenções sejam realizadas de maneira adequada”, explica a veterinária do Pet Care Morumbi, Aline Vaccaro Tako.

ESPECIALISTA em anestesiologia veterinária, Aline Tako deu uma entrevista exclusiva para o CaninaBlog tirando dúvidas e desmistificando muitos fatos sobre o uso de anestesia em cães. Confira abaixo:

Estudos realizados na Europa indicam que a taxa de risco anestésico em cão é de cerca de um em cada 1000 cães, afirma vet Aline Tako

Estudos realizados na Europa indicam que a taxa de risco anestésico é de cerca de 1 em cada mil cães, afirma vet Aline Tako

CANINABLOG: Quais são os tipos de anestesias mais utilizados por veterinários hoje?

Aline Tako: O tipo de anestesia mais utilizado é a inalatória, na qual o anestésico é inspirado pelo paciente, sendo absorvido diretamente pelos pulmões. Trata-se  de um tipo de anestesia muito seguro, pois a quantidade de anestésico administrada é controlada minuto a minuto pelo anestesista. A anestesia inalatória é frequentemente associada aos chamados bloqueios regionais, como a anestesia peridural. A vantagem dessa associação é que podemos utilizar doses menores de anestesia inalatória, além de melhorar o grau de analgesia no pós-operatório.

CANINABLOG:   anestesia feita em um cão tem a mesma taxa de risco daquela em humanos? Quais são estes riscos?

Aline Tako: Estudos realizados na Europa indicam que a taxa de risco anestésico em cão é de cerca de 0,1%, ou seja, um em cada 1000 cães. Estes riscos incluem queda de pressão arterial, arritmias, depressão respiratória e alterações neurológicas, podendo levar a parada cardiorrespiratória (reversível ou não) e até ao óbito. Uma associação pré-operatória completa, com exames de sangue e avaliação cardiológica, ajudam a minimizar esses riscos. É muito importante que anestesia seja induzida por um profissional especializado e que o centro cirúrgico disponha de equipamentos de monitorização adequados, além de estrutura de laboratório, UTI, exames de imagem etc, para atender qualquer emergência ou complicação.

CANINABLOG: Em que circunstâncias a anestesia é indicada?

Aline Tako: Além dos procedimentos cirúrgicos, nos quais a anestesia é fundamental, outras situações também podem exigir sedação ou anestesia. Para animais muito agitados ou agressivos, a sedação é benéfica, pois evita o estresse da contenção e permite que exames ou pequenas intervenções sejam realizadas de maneira adequada. Alguns procedimentos exigem sedação independente do temperamento do animal, pelo grau de relaxamento exigido, como por exemplo, alguns tipos de exames radiológicos, nos quais o animal tem que ficar imóvel por alguns minutos.

CANINABLOG: Que perguntas todo dono de cachorro deveria fazer ao veterinário antes de anestesiar seu pet?

Aline Tako: O proprietário deve questionar se haverá um veterinário anestesista presente ao procedimento, que tipo de monitorização será utilizada, e se o hospital tem estrutura para dar assistência ao paciente se houver qualquer intercorrência.

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Ciccilo fez exames de sangue, urina e por imagem no Provet em São Paulo

CANINABLOG RECOMENDA | MEU Fox Terrier Ciccilo já está com 8 anos e por isso a veterinária Sylvia Angélico recomendou alguns exames para verificar a saúde do meu filhote. Além disso, também por causa da idade, o pequeno está começando a não controlar muito bem a hora de fazer xixi.

PARA ter certeza de que ele tem uma boa saúde para um cão da sua idade, a veterinária requisitou exames de sangue, urina e por imagem. Foi assim que no último sábado Ciccilo e eu conhecemos o Provet, um centro de diagnósticos e especialidades veterinárias criado em 1987 em São Paulo e que hoje conta com três unidades na cidade.

A UNIDADE mais próxima da minha casa é a Aratãs no bairro de Moema e foi para lá que liguei para agendar todos os exames. Abaixo você pode conferir a avaliação do CaninaBlog do atendimento do Provet. Mas posso antecipar que o único deslize cometido pelo centro de diagnóstico foi escrever o nome do meu cachorro errado. Na ficha, meu Fox Terrier virou “Titilo”, que é a maneira como se pronuncia o nome italiano.

Provet é um centro de diagnósticos e especialidades veterinárias de São Paulo

CONFIRA abaixo a avaliação feita pelo CaninaBlog do atendimento do centro de diagnósticos Provet Unidade Aratãs:

AVALIAÇÃO

ATENDIMENTO na recepção: MUITO BOM

No dia anterior ao exames, recebi a ligação do Provet confirmando o procedimento e me lembrando que Ciccilo precisava estar em jejum, mas podia beber água a vontade. Embora a clínica estivesse lotada no sábado a tarde, não levou um minuto para que eu fosse atendida pela recepcionista. Como eu havia agendado os exames durante a semana, Ciccilo foi rapidamente (em 5 minutos) atendido pela primeira veterinária que colheu o sangue na jugular. Logo depois foi realizado exame por imagem e em seguida de urina. Fiquei menos de 1 hora dentro do Provet.

ESTRUTURA da clínica: ÓTIMA
A clínica possui vários espaços para os donos de cães esperarem pelo atendimento. Cadeiras estão disponíveis em toda estrutura e os locais são higienizados constantemente. Para quem vem de carro, é possível deixar o carro no estacionamento credenciado.

Todo atendimento foi realizado na Unidade Aratãs em Moema

ATENDIMENTO veterinário: ÓTIMO
Três diferentes veterinárias realizaram os exames de Ciccilo. A primeira, responsável por colher o sangue, percebeu que meu Fox estava nervoso e pediu se podia colocar uma focinheira. Eu concordei e contei que a veterinária dele costuma atende-lo no chão, onde ele costuma ficar mais tranquilo. Rapidamente o assistente colocou Ciccilo no chão e fez o procedimento. Ciccilo não soltou um “ai”. Aliás, ponto para os três assistentes dos veterinários que se mostraram super tranquilos e seguros ao lidar com Ciccilo – que pode ser mostrar bem agressivo nestes momentos.

FORMA de pagamento: MUITO BOM
O pagamento dos exames foi realizado com cartão de débito, mas há ainda possibilidade de pagar com crédito, cheque ou dinheiro. Sobre o valor cobrado, não posso dizer que saiu barato. Mas, pelo que pesquisei, está dentro do valor praticado em São Paulo.

PÓS ATENDIMENTO: ÓTIMO

Sai da clínica com todos os exames por imagem em mãos. Já os exames de urina e sangue estavam disponíveis no dia seguinte no site da Provet (mediante uma senha) e todos foram encaminhados por e-mail para a veterinária no mesmo dia.

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Seu cão voltou das férias meio estranho? Fique atento à contaminação por parasitas (Foto: Carol Camanho)

QUEM viajou ou passeou com seu cachorro durante as férias pode ter levado trazido mais do que boas lembranças para casa. Se seu cachorro passou por áreas com gramados e florestas, pode ter tido contato com carrapatos e outros tipos de parasitas, como bernes, pulgas e verminoses. “Na época do inverno, quando o tempo é mais seco, o carrapato encontra maior facilidade para a sua disseminação”, relata Carla Alice Berl do Pet Care Hospital Veterinário.

A MÉDICA veterinária indica que os donos fiquem atentos a qualquer mudança de comportamento que o animal apresente, principalmente depois de uma viagem ou final de semana em que teve contato com grama, pólen e ambientes diferentes do que está acostumado. “Mudanças na rotina alimentar, vômitos, coceira e aparecimento de feridas são sinais de que algo está errado e o ideal é procurar o atendimento veterinário”, recomenda.

PARA se ter certeza de que o cão foi contaminado por um carrapato, veterinários realizam dois tipos de exames de sangue que devem ser feitos a partir de 21 dias após a detecção do problema: o Elisa SNAP 4dx e o hemograma.  “Estes exames medem a existência de anticorpos no sangue e  precisam de 21 dias para começarem a dar positivo caso o animal esteja contaminado”, esclarece. Os testes custam R$ 97 e R$ 39, respectivamente.

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