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Posts Tagged ‘médica veterinária’

Mais do que gostar de cachorro, um pet sitter precisa ter muita paciência

EXCLUSIVO | VOCÊ adora cães, tem muita paciência e está a procura de uma profissão capaz de unir realização pessoal e contato diário com a cachorrada? Talvez chegou a hora de você considerar a profissão de pet sitter. Para quem ainda não conhece o termo, a palavra pet sitter surgiu a partir do termo baby sitter, ou seja, babá de animais de estimação.

ESTE tipo de trabalho já é reconhecido nos Estados Unidos e na Europa, e mais recentemente nas grandes cidades brasileiras. Sendo que a principal tarefa de um pet sitter é de cuidar de animais na própria residência quando o dono não se encontra, por motivo de viagens ou compromissos, por exemplo.

O PERFIL do cliente

CRIADORA de um curso preparatório para a profissão, o My Pet´s Nanny, a médica veterinária Andressa Gontijo conta que este tipo de serviço é muito procurado por clientes que possuem cachorros muito jovens ou muito idosos, ou ainda que não se adaptaram bem a hotéis para animais. Mas há também donos de gatos e outros animais silvestres que necessitam deste tipo de profissional.

VANTAGENS

UM dos grandes benefícios de se contratar um pet sitter é a personalização do serviço. Além de clientes que vão viajar e precisam de alguém que cuide do seu pet em casa, há também pessoas que têm uma agenda muito apertada e não tem tanto tempo para passear com seu cachorro algum dia da semana. “Outra vantagem é ter o animal no conforto do seu lar, sem o risco de estresse, brigas, pegar pulgas ou outras doenças”, argumenta a veterinária. Já a remuneração de um pet sitter é calculada pela quantidade de dias do serviço e pelo número de vezes que a pessoa vai até a residência.

A veterinária Andressa Gontijo criou um curso preparatório para pet sitters

A veterinária Andressa Gontijo criou um curso preparatório para pet sitters

INTERESSADO na profissão? Então saiba que além de amar cachorros, uma pessoa que gostaria de se tornar um pet sitter também precisa de um outro elemento: muita paciência. “Nem todos têm aptidão para essa profissão”, afirma a médica veterinária. “Nos cursos, sempre digo que o amor pelos animais vem em primeiro lugar, mas a pessoa tem que buscar mais conhecimentos antes de se tornar uma pet sitter.”

POR essa razão, a My Pet’s Nanny criou um curso ministrado por veterinários e adestradores com a intenção de treinar pessoas que queiram se tornar pet sitters. “Sabemos de pessoas que nunca fizeram um curso na área pet e isso pode ser perigoso tanto para o animal quanto para o pet sitter que poderá ter situações de risco para sua própria vida”, adverte Andressa. “Temos que lembrar sempre que estamos tratando de vidas e todo conhecimento é pouco.”

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Cuidado com aqueles brinquedos que não foram criados para pets, adverte veterinária

COMPORTAMENTO | UM DOS meus maiores prazeres como mãe de cachorro é levar Ciccilo, meu Fox Terrier Pêlo Duro, para passear e fazer compras em uma mega pet shop perto de casa. Ele adora o local, seja pela imensa quantidade de cheiros, comidinhas e, principalmente, a sessão de brinquedos. É preciso levar Ciccilo na rédea curta, literalmente, quando entramos no corredor dedicado aos cães. Bolinhas, brinquedos que fazem barulho, puxadores e ossos são uma verdadeira tentação para meu cachorro. Aliás, eu já tive que pagar por um brinquedo que Ciccilo arrancou da prateleira.

MAS a verdade é que a escolha do brinquedo mais adequado para seu cachorro vai além da beleza ou preço.”Assim como escolhemos um brinquedo para uma criança e a primeira coisa que olhamos é a identificação na embalagem de qual a idade apropriada para utilização do brinquedo, o mesmo deveria ser feito com nosso animal de estimação”, explica a diretora e médica veterinária do Hospital Veterinário Pet Care Carla Berl.

O QUE avaliar na compra

Seu cachorro tem muita energia? Escolha brinquedos que estimulam atividades físicas

O PRINCIPAL é sempre estar atento se o tamanho do brinquedo é adequado para o tamanho do seu bichinho, oriente a médica veterinária. Se for um filhote, opte por materiais que não sejam rígidos, para que ajude na dentição do animal e massageie a gengiva. Se o seu animal de estimação tem muita energia, aproveite para escolher brinquedos que estimulem atividades físicas, como bolas e frisbees.

PERIGO dentro de casa

A ATENÇÃO deve ser dada, especialmente, para aqueles brinquedos que não foram criados para pets. “Animais gostam de brincar com uma série de objetos da casa. Sempre devemos observar qual o risco em potencial deste objeto causar problema”, explica Carla. Bichinhos de pelúcia, por exemplo, podem se tornar um risco se possuírem olhinhos de vidros ou pedaços de panos que podem ser ingeridos. Se o cão é fascinado por uma garrafa pet, a dica é retirar a tampa, para ela não ser engolida por acidente.

MUITO bom senso e cuidado na hora de presentear seu animal de estimação. Se a sua casa tiver crianças, fique de olho nos brinquedos dos pequenos para que o bichinho não brinque com eles também. “Não tem idade para problemas acontecerem, apesar de ser mais comum em animais jovens”, explica a diretora.

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Cachorro destruidor ou muito estressado nunca deve ficar sozinho no carro

EXCLUSIVO | QUEM nunca deixou seu cachorro sozinho dentro do carro, mesmo que por 5 minutos, que jogue a primeira pedra. As desculpas são variadas: “tive que dar um pulinho no supermercado depois de passar no pet shop”, ou ainda, “meu cachorro está acostumado a ficar sozinho” e “deixei uma fresta da janela aberta para ele respirar”. Mas qual é o limite deste comportamento?

NO ESTADO da Califórnia, nos Estados Unidos, desde 2006 entrou em vigor uma lei que proíbe que donos deixem seus cães sozinhos no carro, nem que seja por alguns minutos. Segundo o governador do estado, o ex-ator Arnold Scharzenegger, a lei foi criada para proteger cães do intenso calor ou frio. As penalidades começam com US$ 100 até US$ 500 e a lei prevê até mesmo 6 meses de prisão se a pessoa for pega repetindo o delito.

NO BRASIL não existe uma lei que proíba donos de cães de deixarem os bichos sozinhos dentro do carro. Entretanto, um juiz pode considerar o comportamento como mau-trato quando o carro e o cão estiverem sob um intenso calor. Nestes casos, ter bom senso é essencial. “A primeira coisa a fazer é se programar. Se está nos planos passar no supermercado ou outro ambiente onde pet não pode entrar ou não há local adequado para ficar, o correto é deixar o cão em casa onde ele ficará seguro e confortável”, recomenda a médica veterinária Alessandra Keidann, do Bolicho do Bicho. Mas imprevistos acontecem e, caso você realmente precise estacionar com o bicho dentro do carro, procure seguir estas dicas da médica veterinária:

Enforcamentos com a guia ou cinto são uma possibilidade quando não estamos por perto

TEMPERATURA e ventilação

Procure um estacionamento coberto e com temperatura amena (principalmente no verão). Deixar a janela entreaberta é fundamental no que diz respeito à circulação de ar, mas não é a solução do problema em condições de temperaturas extremas.

PERIGOS dentro do carro
Lembre-se que qualquer veículo é cheio de locais onde seu pet pode se prender e se machucar. O ideal é que ele permaneça com seu cinto de segurança afivelado. Verifique se o cinto de segurança é curto o suficiente para que ele não possa pular ou cair do banco ou se enrolar. Enforcamentos acidentais na guia ou cinto de segurança são uma possibilidade quando não estamos por perto.

CACHORROS que nunca podem ficar sozinhos

Mesmo tomando todas as medidas citadas, não é recomendado deixar um animal que tem tendência a roer ou comer objetos. O bicho poderia, por exemplo, comer a espuma do banco ou qualquer outro elemento tóxico. Animais muito estressados também podem sofrer em demasia e até mesmo entrar em choque em uma situação fora do cotidiano como esta.

DICA extra
Avise o segurança do estacionamento que está deixando o animal no carro e onde vai para que possam encontrá-lo se houver algum contratempo. Volte o mais rápido possível.

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Livro infantil tem 32 páginas e sai por R$ 32

EXCLUSIVO | “Mamãe, cadê a Luna?” Foi esta a pergunta que a médica veterinária Flávia Rossi Vallejo Alvarez ouviu dos dois filhos, Caio (9 anos) e Clara (7 anos), quando a cadela da família Luna morreu. “Comecei a filosofar”, lembra, “sabe aquela estrela brilhante lá no céu?”. Mas Flávia foi logo interrompida pela filha. “Mãe, eu quero saber onde está o corpo dela!” Neste exato momento, ela percebeu que os filhos queriam ir muito além da filosofia ou explicação religiosa e que não estava emocionalmente preparada para responder perguntas sobre a morte, principalmente quando o assunto envolvia os dois filhos pequenos.

ASSIM nasceu a ideia do livro “O Céu dos Cachorros”, editado pela Realejo Livros.  “Resolvi escrever um texto, contando uma história, para facilitar minha comunicação com meus filhos. Na medida que ia relatando de forma lúdica e engraçada o que achávamos que estava acontecendo com a Luna nos divertimos, o que fez com que nosso sofrimento diminuísse”, relata. E foi juntando a experiência como médica veterinária e mãe, que Flávia Rossi Vallejo Alvarez lançou seu primeiro livro infantil com ilustrações da Simone Matias. A publicação promete ajudar adultos e crianças a lidarem com a perda do seu melhor amigo.

CONFIRA abaixo as melhores partes da conversa que o CaninaBlog teve com a autora do livro “O Céu dos Cachorros”:

 

Flávia Vallejo é médica veterinária, mãe e autora do livro dirigido para crianças

CANINABLOG: Qual é a principal mensagem do seu livro?

Flávia Rossi Vallejo Alvarez: Fazer com que as crianças (e adultos) percebam que na verdade tudo o que a gente gosta fica vivo para sempre na nossa memória, no nosso coração. Mesmo longe, eles ainda estão muito próximos da gente.

CANINABLOG: Você acredita que as crianças podem aprender que lições ao perder seu pet?

Flávia: Descobrir o que é ausência permanente de alguém que gostamos muito é difícil, mas nos faz vivenciar o ciclo da vida. Quando a criança acompanha seu animal até o fim, acredito que ela perceba que todo o carinho que foi dado ao animal, será dado a ela sempre que ela precisar. Ter certeza que nossa família é nosso porto seguro e que os dias vão passar e a rotina aos poucos vai se encaixando, de um jeito diferente, mas é possível viver sem a presença do animal. A experiência não impede que ela sofra de novo, mas dá forças para ver a vida de outra maneira, de uma forma mais otimista.

CANINABLOG: Que dica que você daria aos pais nesta situação?

Flávia: Acho importante sempre dizer a verdade, acho que a criança deve saber que naquele momento um ciclo se acaba. Não é feio nem vergonhoso deixar que os nossos filhos saibam que nós também sofremos e choramos. Não é justo que eles fiquem sem respostas. Sofrimento faz parte do nosso crescimento.

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Ciccilo no Ibirapuera antes do otohematoma e com as duas orelhas em pé

EXCLUSIVO | TUDO aconteceu muito rápido. Em um determinado dia Ciccilo parecia bem e no seguinte uma das suas orelhas estava completamente inchada e pesada, como se fosse um pastel recheado com conteúdo líquido. O diagnóstico da médica veterinária foi imediato: otohematoma. Traduzindo: um hematoma, ou coleção de sangue e de outros líquidos, em algum lugar onde não deveria haver esse acúmulo. No caso de Ciccilo, na ponta da orelha direita.

DE UM dia para o outro a bolsinha foi de enchendo de líquido e pesando cada vez mais. No caso de Ciccilo, logo ficou estagnada à uma certa quantidade, mas há casos de cães que, dependendo do volume, causa incômodo e até dor. “Por vezes, o peso é tal que a cabeça do cachorro pende para o lado acometido”, relata a médica veterinária Sylvia Angélico, do blog Cachorro Verde.

AS CAUSAS do problema

A orelha direita ficou permanentemente caída depois do otohematoma

A EXPLICAÇÃO para o acúmulo de líquido é um trauma na cartilagem interna das orelhas, o que provoca a ruptura de vasos sanguíneos. No entanto, as causas deste trauma podem ser diversas, mas sacudir demais a cabeça ou ainda colisões, pancadas que atingem a orelha e até mesmo briga entre cães, são algumas delas. “Um corpo estranho pode ter se alojado nos ouvidos ou o cachorro sacode as orelhas para espantar moscas (mais comum em sítios) e por entrada de água no conduto auditivo. Sendo que alergia e otites são as razões mais comuns”, explica Sylvia.

TRATAMENTO demorado

A PRIMEIRA veterinária que atendeu Ciccilo recomendou uma semana só de antiinflamatórios, o que não fez o mínimo efeito e logo percebemos que não era o tratamento mais adequado nestes casos. Com a ajuda de uma nova médica, logo descobrimos que otohematomas podem ser bem chatinhos de tratar. Ao longo de uma semana, Ciccilo foi três vezes até a clínica para inserir uma agulha e aspirar o conteúdo sanguinolento. Além de envolver a orelha em bandagem (fazem um rolinho) para que não haja espaço para um novo acúmulo, após drená-la. Procedimento, claro, que Ciccilo simplesmente detestava.

FIZEMOS tudo que era possível para que meu Fox Terrier não precisasse parar na mesa de cirurgia, procedimento indicado em casos mais sérios de otohematoma. “Muitos artigos citam que, embora a cirurgia seja o método mais agressivo e caro para tratar o otohematoma, é também o método com a maior taxa de sucesso e com menos chances de deformar a orelha”, indica a vet Sylvia.

FIM DA história

DEPOIS de uma semana, várias bandagens e agulhas, a médica veterinária notou que pouco líquido voltava a ficar acumulado na ponta da orelha – o que não justificava uma cirurgia. O corpo, aos pouco, começou a absorver naturalmente o líquido, mas a orelha de Ciccilo continuava dobrada. Segundo Sylvia, a condição não representa ameaça à vida do cão, mas se não tratada, pode causar desconforto e até dor no animal. Não era o caso do meu filhote canino. Entretanto, a ponta da orelha de Ciccilo ficou mais enrijecida e com aspecto fibroso, e dobrada permanentemente.

MAS não é que Ciccilo ficou ainda mais charmoso com uma orelha em pé e outra dobrada?

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O colostro proporciona a imunidade passiva aos filhotes recém nascidos

EXCLUSIVO | SÃO inúmeras e amplamente conhecidas as vantagens da amamentação para os bebês humanos: protege de infecções e alergias, diminui a chance de obesidade infantil e, sem dúvida, aumenta os laços da mãe com o filho. Com os filhotes de cachorro não é diferente. “A principal conseqüência do desmame precoce é o déficit de crescimento. O animal não conseguirá atingir o desenvolvimento normal e composição corporal devido a falta de nutrientes”, afirma a médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto.

SENDO que para os cães há ainda um fator extra. “Após 24 horas do nascimento, o filhote chega a perder aproximadamente 10% de seu peso, por isso é importante observar a amamentação para que o filhote recupere seu peso”, explica a veterinária. Além disso, após o nascimento, os filhotes precisam ter contato com a mãe para se tornarem adultos seguros. “A amamentação é essencial no primeiro dia de vida do animal, pois é o colostro que irá proporcionar a imunidade passiva aos filhotes recém nascidos”, completa.

PROBLEMAS na amamentação

OS FILHOTES devem ser amamentatados por aproximadamente 45 dias. Sendo que, por volta de 3-4 semanas de idade, podem começar a comer alimento úmido em uma vasilha. Quando a mãe não produzir leite suficiente ou o filhote for órfão, os bebês deverão ser alimentados com leites especialmente formulados para suprir às necessidades deles durante o desmame, como o Pet Milk da Vetnil. Outra opção é a ama de leite, ou seja, fêmeas que estão amamentando seus próprios filhotes.

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Os animais dormem mais nesses dias frios e por isso gastam menos calorias

EXCLUSIVO | NESSE dias frios fica difícil sair de cama. A única vontade é de ficar debaixo dos cobertores e comer, comer muito. Chocolate quente, fondue… ou seja, basicamente, comidas pra lá de calóricas. “Sentimos mais fome no inverno porque precisamos de mais energia para manter a temperatura corporal, o mesmo acontece com todos os animais de sangue quente”, explica a médica veterinária Adriana Meyer, coordenadora técnica da Organnact.

SENDO assim, será que os cachorros também precisam comer mais nos dias frios, principalmente nas regiões mais frias do Brasil, ou seja, os estados do sul? Segundo a médica veterinária, não. “Os animais dormem mais nesses dias, gastando menos calorias. Então, não há necessidade de aumentar a quantidade de ração”, explica.

SOMENTE em casos específicos um cachorro deve mudar sua alimentação, como quando o animal perde peso ou até mesmo engorda, caso a atividade física fique muito reduzida. Tudo, claro, com a orientação de um médico veterinário. Mas isso não tem nada a ver com a temperatura ou época do ano.

FILHOTES quentinhos

A alimentação deve ser especial para cadelas gestantes, afirma veterinária

SÃO NA verdade algumas fases da vida que exigem atenção extra e os dias gelados só assentuam esse cuidado. Os filhotes, por exemplo, não conseguem regular adequadamente a temperatura corporal até os 30 dias de vida, por isso ficam sempre amontoados e próximos da mãe. “O ideal é mantê-los em um ambiente entre 26,5 e 30°C, e evitar trocas bruscas de temperatura”, recomenda a coordenadora técnica da Organnact. Caso os filhotes fiquem separados da mãe ou em ambientes muito frios podem entrar em hipotermia – temperatura corporal abaixo do normal –, gerando muitos problemas. O principal deles afeta o funcionamento do intestino, diminuindo a sua movimentação, e o animal pode, inclusive, entrar em septicemia como consequência (infecção generalizada).

GESTANTES bem alimentadas

AS MAMÃES também precisam de atenção, já que seu organismo é muito exigido nesse período. Por isso mesmo, a alimentação deve ser especial para cadelas gestantes e em quantidade adequada. Além disso, a temperatura ambiente deve ser agradável, visto que a maioria das cadelas perde muito peso durante a gestação e lactação. E uma dica extra da médica veterinária: “as mamães devem ser estimuladas a fazer exercícios leves e urinar com frequência, já que não gostam de se separar dos filhotes”. Ainda mais quando o ventinho gelado bate lá fora.

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