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A doce Glória teve o privilégio de ser enterrada no jardim da família

EXCLUSIVO | ESTA semana minha família perdeu uma das criaturinhas mais doces que já conhecemos. Glória Maria, uma Poodle branquinha que foi adotada pela minha irmã há quase 16 anos, foi criada nos últimos tempos pela minha mãe no Rio Grande do Sul. Embora Glória fosse a verdadeira calma em corpinho canino, sua vida foi recheada de momentos de tirar o fôlego. Antes mesmo de completar 1 ano de vida, caiu da sacada do apartamento da minha irmã. Embora a queda tenha sido do terceiro andar, ela saiu sem nenhum um ossinho quebrado, embora obviamente muito assustada. Aliás, ela parecia nutrir uma atração por sacadas pois ao longo dos seus 16 anos caiu de várias sem nunca se machucar e viveu seus últimos gozando de ótima saúde. Na família brincávamos que, por ser tão leve e magrinha, ela não caia, flutuava, e sempre encontrava um arbusto pra afofar a queda.

POIS BEM, essa cachorrinha adorável, que chegou a morar na África do Sul com minha irmã, se foi essa semana. Meu pai acompanhou seus últimos minutos com afagos e as lambidas carinhosas de Bella, sua irmãzinha também Poodle. Quando o triste momento chegou, meu pai enterrou Glória sob uma laranjeira no imenso e bem cuidado jardim da família. (Confira homenagem para Glória Maria clicando aqui)

A urna Eco-Pet, feita em madeira, é a opção ecológica oferecida pelo Pet Memorial

O QUE fazer na hora da perda

DIANTE desse fato, fiquei pensando como Glória teve o privilégio de ser enterrada dignamente, diferente de milhares de cães pelo país. Principalmente nas cidades grandes, existe uma falta de espaço para enterrarmos nossos pets queridos. Neste caso, quais são as opções?

NA grande São Paulo existe uma opção digna e até ecológica. O Pet Memorial, localizado em São Bernardo do Campo é considerado o primeiro crematório individual de animais de estimação da América Latina.

NA tentativa de ir além do enterro dos seus pets, muitos donos prestam verdadeiras homenagens aos seus amigos de quatro patas. Além da cremação e velório, o Pet Memorial oferece vários serviços especiais para ajudar na hora de dizer adeus.

PARA os que desejarem guardar as cinzas de seu amiguinho, o Pet Memorial disponibiliza diversos modelos de urnas: desde os feitos de bronze, mármore carrara, hidrosolúvel até mesmo a versão ecológica, feita em madeira. Esta última vem com sementes que podem ser plantadas junto às cinzas, podendo ser também personalizada com réplicas de cada espécie dos animais. Os preços do serviço variam de R$ 600 a R$ 3 mil, de acordo com o plano, tipo de cremação e material da urna. Aliás, o Pet Memorial também oferece o serviço de remoção do bicho da casa até o local.

Brilho Infinito, feito a partir do pêlo do bicho, é vendido a partir de R$ 1.900.

HOMENAGEM eterna

OUTRA homenagem linda, mas para o bolso de poucos, é o Diamante Brilho Infinito, feito a partir do pêlo do bicho. Segundo Sérgio Lascane, diretor de marketing do local, todo o processo de produção do diamante é feito em um laboratório na Espanha, que utiliza um equipamento de alta tecnologia que reproduz as mesmas condições encontradas na natureza para a criação das jóias naturais. A joia mede de 3 mm a 6 mm e custa a partir de R$ 1.900.

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Chico Anysio ao lado das suas constantes companhias, a mulher Malga e a Maltês Nina

EXCLUSIVO | PROFESSOR Raimundo, Bento Carneiro, Azambuja, Fumaça, Jovem ou Nazareno. O humorista Chico Anysio criou, ao longa da sua carreira, mais de 200 personagens. Entre os quais Bolada, um sujeito fanático por futebol e que vive na companhia do seu melhor amigo, o cachorro Jorge, um peludo malufista.

NÃO importa qual personagem da longa lista é o seu favorito, a verdade é que este cearense que começou a carreira no Rio de Janeiro fez muitas gerações soltarem boas risadas na televisão e no rádio. Somente hoje e pela primeira vez ao quase completar 81 anos, Chico Anysio fará muitos fãs deixarem o sorriso de lado com a notícia da sua morte.

Humorista era devoto de São Francisco, o santo protetor dos animais

NOS últimos anos o humorista passou por vários momentos delicados de saúde. Após sua penúltima internação, ao lado da esposa e na companhia da cadelinha da família, a Maltês Nina, Chico Anysio contou aos repórteres que só tinha um arrependimento na vida: “ter fumado durante 40 anos”. Nas suas últimas fotos divulgadas ao grande público, Chico pousou ao lado de uma quadro de São Francisco, o santo protetor dos animais e em quem depositava toda sua fé.

CHICO Anysio morreu em decorrência de um enfisema pulmonar no Rio de Janeiro e deixa 8 filhos, esposa e a cadelinha Nina.

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VÍDEO | ATÉ onde vai o amor de um cão em relação ao seu dono? Quem tem um cachorro em casa sabe que vai  além do que podemos oferecer e da nossa aparência. Mas qual é o alcance do amor humano pelos cães? Infelizmente, sabemos que este amor tem muitos limites.

ESTE vídeo criado pela União Zoofila de Portugal mostra que a fidelidade de um cachorro pelo seu dono vai além da morte. Já o problema do abandono de animais de estimação demonstra que o ser humano é muito mais volúvel em relação as suas escolhas e amizades. Para assistir ao vídeo clique na imagem de abertura.

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Livro infantil tem 32 páginas e sai por R$ 32

EXCLUSIVO | “Mamãe, cadê a Luna?” Foi esta a pergunta que a médica veterinária Flávia Rossi Vallejo Alvarez ouviu dos dois filhos, Caio (9 anos) e Clara (7 anos), quando a cadela da família Luna morreu. “Comecei a filosofar”, lembra, “sabe aquela estrela brilhante lá no céu?”. Mas Flávia foi logo interrompida pela filha. “Mãe, eu quero saber onde está o corpo dela!” Neste exato momento, ela percebeu que os filhos queriam ir muito além da filosofia ou explicação religiosa e que não estava emocionalmente preparada para responder perguntas sobre a morte, principalmente quando o assunto envolvia os dois filhos pequenos.

ASSIM nasceu a ideia do livro “O Céu dos Cachorros”, editado pela Realejo Livros.  “Resolvi escrever um texto, contando uma história, para facilitar minha comunicação com meus filhos. Na medida que ia relatando de forma lúdica e engraçada o que achávamos que estava acontecendo com a Luna nos divertimos, o que fez com que nosso sofrimento diminuísse”, relata. E foi juntando a experiência como médica veterinária e mãe, que Flávia Rossi Vallejo Alvarez lançou seu primeiro livro infantil com ilustrações da Simone Matias. A publicação promete ajudar adultos e crianças a lidarem com a perda do seu melhor amigo.

CONFIRA abaixo as melhores partes da conversa que o CaninaBlog teve com a autora do livro “O Céu dos Cachorros”:

 

Flávia Vallejo é médica veterinária, mãe e autora do livro dirigido para crianças

CANINABLOG: Qual é a principal mensagem do seu livro?

Flávia Rossi Vallejo Alvarez: Fazer com que as crianças (e adultos) percebam que na verdade tudo o que a gente gosta fica vivo para sempre na nossa memória, no nosso coração. Mesmo longe, eles ainda estão muito próximos da gente.

CANINABLOG: Você acredita que as crianças podem aprender que lições ao perder seu pet?

Flávia: Descobrir o que é ausência permanente de alguém que gostamos muito é difícil, mas nos faz vivenciar o ciclo da vida. Quando a criança acompanha seu animal até o fim, acredito que ela perceba que todo o carinho que foi dado ao animal, será dado a ela sempre que ela precisar. Ter certeza que nossa família é nosso porto seguro e que os dias vão passar e a rotina aos poucos vai se encaixando, de um jeito diferente, mas é possível viver sem a presença do animal. A experiência não impede que ela sofra de novo, mas dá forças para ver a vida de outra maneira, de uma forma mais otimista.

CANINABLOG: Que dica que você daria aos pais nesta situação?

Flávia: Acho importante sempre dizer a verdade, acho que a criança deve saber que naquele momento um ciclo se acaba. Não é feio nem vergonhoso deixar que os nossos filhos saibam que nós também sofremos e choramos. Não é justo que eles fiquem sem respostas. Sofrimento faz parte do nosso crescimento.

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A perda de um cachorro pode ser uma oportunidade para aprendermos sobre a morte

EXCLUSIVO  | DIA 2 de novembro é dedicado àqueles que já se foram. Cemitérios de todo país estarão lotados de familiares e amigos que, motivados pela saudade, levam flores e até conversam com as lápides. Esta tradição católica, com origem no século II, foi criada para que os mortos, muitas vezes esquecidos, recebessem uma oração pelo menos uma vez no ano.

A DOR do luto é uma das mais profundas que sentimos e ela não se restringe aos seres humanos. Quem já amou e perdeu um cachorro sabe o quanto dói dizer adeus. “É muito normal sentirmos um vazio enorme que parece que não será mais preenchido. Chorar e sofrer pela perda é normal e saudável”, afirma a médica veterinária Alessandra Keidann do Bolicho do Bicho. “O que não podemos deixar acontecer é que este sentimento se prolongue por muito tempo.”

O PAPEL da fé

A RELIGIÃO e a fé sempre auxiliaram o ser humano a lidar com esta perda. Para a zootecnista Fernanda Vieira, criadora do blog Os Animais e o Espiritismo, acreditar que a vida de qualquer ser vivo acaba no momento em que seu corpo padece é desconfiar das perfeitas leis que regem o mundo. “É acreditar que seres vivos são como máquinas, que quando inutilizadas, já não existem mais”, argumenta.

PARA o Espiritismo, todos os animais não-humanos estão sob os cuidados dos espíritos superiores, são como anjos da guarda que, no momento do desencarne, auxiliam os outros animais a desligarem-se do corpo físico. “Quando o dono é uma pessoa amorosa que verdadeiramente cuida de seu amigo, a equipe espiritual tem maior facilidade neste processo.” Isso significa que o amor que o tutor direciona ao animal, auxiliaria no encaminhamento do cachorro para o plano espiritual e na continuidade da sua evolução espiritual.

A REAÇÃO ao luto

A MÉDICA veterinária Alessandra Keidann confirma que a perda de um animalzinho é uma situação delicada. “Sempre que preciso encarar um proprietário que acabou de perder um animalzinho me coloco em seu lugar.” A questão é ainda mais profunda quando envolve crianças e pode servir, acreditem, como um grande aprendizado. “Acho interessante aproveitar a experiência para explicar sobre a vida e a morte. Afinal, morreremos um dia e é muito mais fácil falar sobre isso quando se trata de um animal do que quando se trata de um parente”, defende Alessandra que já viveu na pele a experiência.

“O PRIMEIRO bichinho dos meus filhos que faleceu foi a Marrie, uma gatinha que durou apenas 14 dias após a adoção. Eles tinham 3 e 1,5 anos quando isso aconteceu, mas não houve nenhum tipo de trauma. Pelo contrário, ambos choraram a perda (assim como eu), superaram e hoje eles falam sobre o assunto com normalidade e tem uma nova gatinha, a Mole”, relata.

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A tristeza e o luto dos donos podem influenciar o comportamento do cachorro

EXCLUSIVO | O MAIOR medo do homem é também a única certeza que temos: de que um dia vamos todos morrer. Mas será que os cães também têm esta percepção da vida? Para tirar esta dúvida entrevistamos o especialista em comportamento animal Gustavo Campelo, que explica que a morte é encarada pelos cachorros de uma maneira muito mais natural que nós, complexos seres humanos.

CONFIRA a entrevista exclusiva com Gustavo Campelo sobre a morte e os cachorros na série especial do Dia de Finados:

CANINABLOG: É verdade que cachorros conseguem pressentir a própria morte?

É normal os cães não saberem como reagir à mudança na rotina sem o dono, afirma Campelo

Gustavo Campelo: Eles conseguem sentir que estão fracos e já é hora de arrumar um lugar confortável para descansar. É um comportamento natural presente em várias outras espécies que vivem em bando, como elefantes, por exemplo. A explicação para isso é que um indivíduo debilitado pode colocar todo o grupo em risco.

CANINABLOG: Eles têm algum comportamento diante da própria morte ou de outros cães?

Campelo: Relatos dizem que cães quando estão perto de morrer se isolam ou ao contrário, ficam mais “grudentos” do que o normal. Quanto à morte de seu dono ou de um companheiro canino, é comum observar cães ficarem próximos ao corpo ou até mesmo tentar protegê-lo não deixando ninguém se aproximar. Mas a saudade não acontece. O que acontece é que eles percebem alguma coisa diferente na rotina e sentem falta desta coisa, mas não sabem o que está faltando. Então é comum os cães ficarem alguns dias sem saber como se comportar, ficando cabisbaixos e, aparentemente, tristes. No entanto, se pudéssemos perguntar o que está faltando, eles não saberiam responder. O que pode acontecer é que com a reação dos familiares, abalados ou muito tristes, acabam influenciando os animais. Os cães podem ficar confusos com a reação das pessoas.

CANINABLOG: Como podemos ajudar nossos cães a lidar com a morte de outros bichos e de humanos?

Campelo: Podemos ajudar os cães aumentando a atividade física e mental, redirecionando a energia e alterando a rotina para situações novas e empolgantes, como passeios e brincadeiras de bolinha ou com outros cães. De repente, um bom day care ajudaria o cão. Dessa maneira os cachorros rapidamente superarão o estresse de mudança de rotina repentina.

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"Quem maltrata um animal é alguém que não aprendeu a amar", Chico Xavier

EXCLUSIVO | QUEM sofreu com a despedida do seu melhor amigo canino já se perguntou: será que há algo esperando por ele do outro lado? Para o Espiritismo, essa vida é parte de uma constante evolução. Estão ai diversos filmes, como Chico Xavier e Nosso Lar que mostram, de forma popular, como o chamado codificador do Espiritismo, Allan Kardec, trata dessas fases da alma.

MAS será que somente os seres humanos reencarnam? Na sua obra chave, O Livro dos Espíritos, Allan Kardec escreve: “Acreditar que Deus haja feito, seja o que for, sem um fim, e criados seres inteligentes sem futuro, fora blasfemar da Sua bondade, que se estende por sobre todas as suas criaturas.”

ESSE trecho intrigante tem motivado muitos debates sobre o papel dos animais na evolução humana. É o caso da zootecnista Fernanda Vieira que há mais de um ano iniciou um estudo focado das questões espirituais e os animais, e criou o blog Os Animais e o Espiritismo, que reúne mais 15 estudiosos. “Acreditamos que, apesar de vasta literatura, este ainda é um assunto pouco discutido e conhecido, com muitos tabus a serem vencidos. A internet nos auxilia a disponibilizar informações de qualidade para quem se interesse”, afirma.

PARA Fernanda é ilógico e até imoral pensar que outros animais estão na Terra para simplesmente servir os seres humanos. “Por que Deus, em sua infinita bondade, faria seres que não evoluem e apenas vivem para servir o homem? Por que apenas o homem seria o filho privilegiado?”, questiona.

A ZOOTECNISTA e estudiosa do Espiritismo Fernanda Vieira deu uma entrevista para o CaninaBlog. Confira abaixo as principais partes dessa conversa:

CANINABLOG: Qual é o papel dos animais segundo o Espiritismo?

Fernanda Vieira: Segundo a Ciência, todos somos animais. Segundo o Espiritismo, também. Os seres humanos diferenciam-se dos outros por um estado de consciência mais elevado. Todos nós, animais humanos e animais não humanos, temos nossa importância nesse planeta em que hoje vivemos. No livro A Espiritualidade dos Animais – Qual a sua dúvida sobre o tema?, Marcel Benedeti escreve que não é correto dizer que somos seres humanos, e sim que estamos no estágio da humanidade. Todos os seres vivos têm um mesmo princípio e caminham para um mesmo objetivo: a evolução espiritual. Nas obras da Codificação, Allan Kardec também escreve sobre os outros animais. Na questão 601 em O Livro dos Espíritos: “(…) tomemos os nossos mais inteligentes animais, o cão, o elefante, o cavalo (…)”. O que não exclui tantos animais que a Ciência já provou como detentores de certa inteligência.

CANINABLOG: Dentro deste pensamento, qual é o papel do cachorro?

Fernanda Vieira: Cada ser vivo tem seu papel a ser desenvolvido nesta vida. De maneira simples, podemos pensar que todos somos espírito, mas em níveis de evolução diferentes. Espíritos que encarnam em corpos humanos, como nós, estão à frente na caminhada espiritual evolutiva, quando comparados a outros espíritos que estão encarnados em outros animais, como exemplo os cães. Sabe-se que animais como cães, gatos, pássaros, vacas, galinhas – ditos animais domésticos – não reencarnarão em animais ditos selvagens, pois a proximidade com o ser humano ajuda estes espíritos a evoluirem mais rapidamente. Assim, a responsabilidade que temos sobre os outros animais é ou deveria ser a de um irmão para com o outro. Isto, infelizmente, não é observado na sociedade humana da atualidade.

CANINABLOG: Como podemos contribuir com a evolução dos cachorros?

Fernanda Vieira: Independentemente de filosofia, quem ama verdadeiramente um amigo (humano ou não) já auxilia sua evolução espiritual. Podemos lembrar de vários casos de cães que foram maltratados uma vida inteira por seus donos, o que os levaram a eliminação (eutanásia), por serem considerados perigosos demais para o ser humano. Estes seres tiveram, de alguma maneira, sua evolução marcada pela dor e sofrimento, o que pode provocar um atraso na retomada de sua evolução espiritual na mesma encarnação ou em outras. Emmanuel (psicografado pelo querido Chico Xavier) escreveu: “Nós, seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais. Na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. Portanto, quem maltrata um animal é alguém que não aprendeu a amar.” O fator principal para a evolução de qualquer ser é o amor.

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