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Posts Tagged ‘obesidade’

CANINABLOG RECOMENDA | SEU cachorro come toda a ração em alguns segundos? Não mastiga nada e parece mais um aspirador de comida? Saiba que esse comportamento compromete a mastigação e deixa seu melhor amigo predisposto a vários problemas de saúde como engasgos, vômitos, gastrite, dilatação e torção do estômago, e até obesidade.

SE VOCÊ tem em casa um cão com essas características gulosas, vai gostar do CaninaBlog Recomenda de hoje. Testamos por mais de um mês uma novidade da marca Pet Games, o Pet Fit, um comedouro com design funcional que promete ajudar os animais a se alimentarem mais devagar.

PREOCUPADO com aqueles cães que ingerem muito rápido os alimentos e, frequentemente, em excesso, o veterinário Dalton Ishikawa, fundador da Pet Games, estudou diversos modelos de comedouros até chegar a um produto que promete atender de forma eficaz pets de todos os portes. Seu design funcional obriga os pets a “caçarem” seu alimento, levando assim a uma ingestão mais lenta. “Comer muito rápido a quantidade diária de ração de uma só vez pode levar à torção gástrica e ser fatal, principalmente em animais idosos”, adverte o veterinário. O Pet Fit

COMO Ciccilo, meu Fox Terrier, costuma comer lentamente sua ração, convidamos dois amigos do CaninaBlog para testar o comedouro Pet Fit. Toddy e Bionda são dois Labradores que além da raça, tem mais coisas em comum: comem muito rápido sua ração e lutam para manter o peso ideal. Os dois pets testaram, com ajuda dos seus donos, os comedouros por pelo menos duas semanas cada. Confira abaixo as avaliações dos donos de Bionda e Toddy:

Mesmo com o PetFit Bionda continua comendo muito rápido sua ração

Mesmo com o PetFit Bionda continua comendo muito rápido sua ração

TESTE 1: Bionda

Labradora amarela, 9 anos e 32 quilos

Antonio Carlos Spilotro é o dono de Bionda e conta que a cadela sempre comeu da mesma maneira: muito rápido, mesmo depois das aulas de adestramento. “Acho que o comportamento dela é igual em todos os Labradores”, avalia Espilotro. Para amenizar o problema, ele divide a ração em duas porções diárias, faz o máximo de passeios com Bionda e ainda a leva para o trabalho alguns dias da semana. Portanto, Bionda fica pouco tempo sozinha no apartamento onde moram.

O teste: Bionda experimentou o comedouro Pet Fit em quase todos os níveis de dificuldade (as instruções no pacote recomendam colocar bolinhas de tênis dentro do comedouro no nível mais difícil). Segundo o dono, não houve nenhuma diferença no tempo que ela geralmente leva para comer a porção de ração no pote tradicional.

Toddy e Dani criaram até um vídeo para provar que  PetFit funciona

Toddy e Dani criaram até um vídeo para provar que Pet Fit funciona (clique na abertura para assistir)

TESTE 2: Toddy

Labrador chocolate, 8 anos e 32 quilos

Toddy e Dani Koetz são membros do blog Lovepet e testaram o comedouro Pet Fit por 1 mês. Como Toddy convive com mais três cães (que adoram roubar a comida alheia), ele come sua ração o mais rápido possível. “Meu maior receio é, sem dúvida alguma, o risco da torção gástrica que é muito comum em cães grandes”, afirma a dona da matilha.

O teste: Dani  ficou super contente em testar essa novidade da Pet Games e até criou um vídeo em que compara  o tempo que Toddy leva para comer a mesma porção de ração no pote tradicional e depois no Pet Fit. “Toddy é tão afobado que só de ter que catar os que caíram para fora do prato já levou uns 15 segundos extras”, relata. Clique no vídeo de abertura e confira a avaliação positiva do Pet Fit que é vendido por cerca de R$ 32 e tem capacidade para até 300g de ração.

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Um cachorro obeso, assim como os humanos, pode desenvolver diabetes 

SAÚDE | A QUANTIDADE de pessoas diabéticas no Brasil é assustadora. Nada menos que 5 milhões de brasileiros têm a chamada doença silenciosa – e muitos nem sabem disso. Assustador também é a quantidade de cachorros vítimas dessa doença. Segundo uma pesquisa realizada pela Applied Research and Knowledge (BARK) nos EUA, com base na ficha médica de 1,9 milhões de cães, a diabetes atinge principalmente animais machos castrados com mais de 10 anos e a obesidade tem uma relação direta com a doença.

OS SINTOMAS da diabetes podem ser visíveis não só ao veterinário, mas também ao dono. Se seu cachorro é gordinho, toma água sem parar, apresenta um início de formação de catarata e começou a perder peso rapidamente, é bom ficar de olho. Ele pode ter diabetes.

TRATAMENTO de graça em São Paulo

A BOA notícia é que a faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Santo Amaro (UNISA – SP) está oferecendo 28 vagas para tratar gratuitamente cães e gatos obesos e/ou diabéticos. Os pacientes caninos e felinos receberão acompanhamento veterinário gratuito por até três (3) meses, além de exames clínicos e laboratoriais e também alimentação com ração especial. Será cobrada somente uma taxa única de R$ 30 por animal.

A VETERINÁRIA endocrinologista responsável pela iniciativa e professora da UNISA Viviani De Marco explica que os projetos também têm como objetivo conscientizar os donos dos animais sobre a diabetes e a obesidade. “A maioria das pessoas só procura o veterinário quando o cão obeso já está ofegante, mais cansado e com dificuldades locomotoras. Os donos dos animais desconhecem as conseqüências da obesidade e síndrome metabólica e não sabem como fazer um manejo nutricional adequado”, diz a veterinária. Os animais gordinhos serão submetidos aos exames e a uma restrição calórica moderada com ração terapêutica hipocalórica, a Equilíbrio Obesity & Diabetics da Total Alimentos, parceira da Universidade nestes projetos.

OS INTERESSADOS em participar do Projeto Obesidade devem escrever para projetoobesidade@hotmail.com. Já os interessados no Projeto Diabetes, devem se manifestar pelo endereço projeto.diabetes@hotmail.com. Cada um dos projetos está oferecendo sete (7) vagas para cães e sete (7) para gatos.

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Estudo quer provar que é possível tratar a síndrome metabólica com uma boa dieta

SAÚDE | CACHORROS podem adquirir diabetes ou desenvolver doenças cardiovasculares assim como nós, seres humanos. Geralmente, cães propensos a essas doenças acumulam fatores de risco, chamado pelos médicos veterinários de síndrome metabólica. Esses fatores incluem a obesidade, especialmente a obesidade abdominal ou visceral, a resistência à ação da insulina, hiperglicemia de jejum, aumento de colesterol ou triglicérides, além de hipertensão arterial.

Cães receberão gratuitamente ração Equilíbrio Light

ATÉ 44% da população canina está acima do peso no Brasil. Diante de números tão preocupantes, a Universidade Santo Amaro, de São Paulo, e a Total Alimentos criou o Projeto Obesidade que disponibiliza tratamento para cães gordinhos.

COMO participar

O PROJETO funciona da seguinte maneira: os donos de cães interessados devem enviar um email para projetoobesidade@hotmail.com, manifestando o interesse em participar. Sendo que será cobrada uma taxa de R$ 30 pela avaliação clínica do cão, mas os exames laboratoriais serão gratuitos durante um período de três meses. Os cães participantes também receberão gratuitamente ração Equilíbrio Light, alimento Super Premium da Total Alimentos, durante o tratamento.

A ESPECIALISTA em endocrinologia de cães e gatos e responsável pelo estudo na Universidade Santo Amaro, Viviani De Marco, explica que o objetivo do projeto é provar que é possível tratar a obesidade e a síndrome metabólica com uma dieta hipocalórica de boa qualidade. “Além de orientar os proprietários de animais obesos sobre importância de emagrecê-los para melhorar a qualidade de vida e aumentar a sobrevida.”

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Spa em Itu (SP) conta com uma piscina criada especialmente para exercícios caninos

A HISTÓRIA da cachorra Shiva, da raça Labrador, é igual a de muitos cães que vivem em apartamento ou pequenos espaços. Como resultado de uma vida sedentária, a cadela ganhou 22 quilos acima do peso normal.

MAS é o final feliz dessa história que chama a atenção. Após um programa de treinamento monitorado por veterinário e adestrador que tem como atividade principal a natação e a recreação feitas dentro da água, Shiva já perdeu 12 quilos.

ESSE programa de atividades deu resultado, em grande parte, a estrutura montada recentemente no Clube do Cãompo, na cidade de Itu (SP). O local criou uma espécie de spa para cães, com direito a uma piscina de 10 metros de comprimento, 4 metros de largura e 1,30 de profundidade. Segundo o médico veterinário Aldo Macellaro Jr, responsável pelo hotel fazenda, esse espaço aquático atende às necessidades de cães de pequeno, médio e grande porte e também oferece conforto aos treinadores que vão acompanhar os animais durante as atividades.

BAIXO impacto e muitas calorias perdidas

“AS ATIVIDADES na água oferecem menos impacto às articulações e garantem um intenso gasto energético, por isso são ideais para animais que estão muito acima do peso”, ressalta Macellaro. Mas o programa oferecido pelo spa inclui atividades extras como o agility, frisbee e passeios monitorados. Tudo para que os cães gordinhos façam as pazes com a balança.

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"Não recomendo isso para ninguém", afirma nutricionista enquanto saboreia uma lata de comida de cachorro

DESDE o primeiro dia deste mês o nutricionista Michael Konowalski resolveu comer só comida de cachorro. A ideia maluca, segundo ele, tem uma razão séria. Ele afirma que está realizando um experimento que tem um único objetivo: provar que até alimento canino é melhor do que comida americana comum.

TODO mundo sabe que a obesidade é um problema sério nos EUA, mas Konowalski quer provar ao locais que o problema é reflexo das escolhas nutricionais de cada um. Para isso, está descrevendo em um blog sua rotina de ração e petiscos que pode durar de 30 até 90 dias.

ALIÁS, não é bem o sabor desses alimentos que tem atraído o paladar do nutricionista, mas sim os nutrientes. “Por uma barreira mental, não consegui comer a ração nos primeiros dias”, confessou à reportagem da BBC Brasil. Até o final do ano essa experiência maluca deve virar um documentário.

(Fonte: BBC Brasil)

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"Cachorros adoram novidades. Por isso apreciam alimentos adocicados e gordurosos, mesmo quando não têm fome", explica a veterinária Keila Regina de Godoy

ELE FAZ aquela cara de fome e até solta uns latidos enquanto olha concentrado para um pedaço de bolo. Se você alimentou seu cão com a quantidade de ração indicada na embalagem ou pelo veterinário, não se preocupe, ele não está com fome. É pura gula. “Para controlar esse apetite, é indicado não ceder a olhares ou latidos insistentes à beira da mesa. Cada concessão reforça o comportamento indesejável e prejudicial, que nada mais é do que uma “chantagem” do bicho”, explica a médica veterinária Keila Regina de Godoy, da PremieR Pet.

ESSE comportamento guloso tem uma explicação na origem dos cães. Como sabemos, o cachorro descende do lobo que caça para obter seu alimento. Mas nem sempre as caçadas são bem-sucedidas e, em geral, ele pode passar quatro ou cinco dias sem comer até que capture uma presa para saciar sua fome. Este mesmo instinto de sobrevivência está presente nos cães domésticos. “É como se uma voz em seu interior falasse: trate de comer o máximo possível porque amanhã não sabemos se haverá comida”, brinca a veterinária. No entanto, é muito importante lembrar que toda essa chantagem do animal obedece a um instinto. Mas não significa que esteja mal alimentado.

PARA que seu cachorro não entre para o grupo de 25% de cães obesos no mundo (ou seja, aqueles que estão 15% acima do peso ideal), confira abaixo as principais dúvidas que donos têm sobre o comportamento alimentar. As respostas são da médica veterinária da PremieR Pet, Keila Regina de Godoy.

Fracionar refeições em três ou quatro porções diárias, dividindo a quantidade e não aumentando, pode ajudar a driblar a gula do seu cachorro

COMO posso driblar a gula do meu cão?

FRACIONAR refeições em três ou quatro porções diárias, dividindo a quantidade e não aumentando, ajuda bastante. Assim como estabelecer uma rotina de alimentação, com horários fixos. Outra dica é oferecer brinquedos e passeios para o animal não encontrar na comida sua única fonte de distração e prazer. Você também pode oferecer “petiscos” não calóricos e que suprem a necessidade e ansiedade do animal, tais como os ossinhos de couro.

DAR frutas nos intervalos das refeições é uma boa alternativa?

A LIVRE ingestão de frutas pelos pets não é um consenso entre os nutricionistas. Deve-se ter cuidado, pois frutas também têm calorias e, em quantidades inadequadas, podem desequilibrar a alimentação, promover amolecimento das fezes e aumento de peso. Alimentos considerados saudáveis e naturais não necessariamente são menos calóricos. Outro ponto importante é que frutas cítricas não são apropriadas para os pets.

POR que cachorros gostam de doces?

O CÃO é neofílico, ou seja, gosta de novidades. Assim, as experiências sensoriais com alimentos diversos são gratificantes para ele, que aprecia principalmente alimentos adocicados e gordurosos. Estes ele consome mesmo sem fome.

POSSO trocar a ração pela versão light e assim oferecer uma maior quantidade de alimento?

SE O animal é guloso e está com tendência ao ganho de peso (considerando menos espaço para se exercitar, castração, excesso de petiscos) pode-se sim trocar a alimentação para a versão light. Isto porque se apenas houver a redução da quantidade de um alimento convencional o animal bem possivelmente passará fome – já que a sensação de saciedade está também ligada à plenitude gástrica, ou seja, o estômago precisa estar “cheio” para o animal se sentir satisfeito. Entretanto, não é porque o alimento é light que se pode aumentar a quantidade. É importante seguir a recomendação da embalagem e do veterinário.

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Tumores ósseos são comuns em cachorros de porte grande como o Rottweiler

A VIDA dos nossos cães pode ser encurtada por certas doenças que também atingem os seres humanos. Enfermidades traiçoeiras, como câncer, colesterol, diabetes e doenças do coração, têm sido recorrentes nos cachorros nos últimos anos e a falta de informação dos donos tem adiado os tratamentos veterinários possíveis.

SEGUNDO informações do Hospital Veterinário Pet Care, de São Paulo, tais doenças são mais comuns em certas raças, sexos, idades ou portes. Para ajudar os donos a cuidar dos seus bichos e até mesmo fazer a prevenção com a ajuda do veterinário, segue abaixo uma relação dessas enfermidades e qual é a relação com certos perfis de cães. Confira abaixo:

CÂNCER

ATINGE a maioria dos animais acima de 7 anos de idade. Alguns tumores têm predisposição racial como, por exemplo tumores ósseos que atingem normalmente raças gigantes como Rottweiler, Fila Brasileiro, Bullmastif e Mastin Napolitano. A incidência de câncer de mama em fêmeas de raças pequenas não castradas é alta.

Poodle com mais de 6 anos tem chance de ter catarata

CATARATA

Comum em certas raças pequenas de cães como Poodle, Schnauzer e Maltês. Tem maior incidência a partir dos 6 anos de idade.

COLESTEROL alto

É comum nos animais obesos e aqueles com problema de tireóide. Os Schnauzers, por exemplo, têm maior predisposição para a doença.

DIABETES

Tem maior incidência em fêmeas de raças pequenas.

DOENÇA renal

COMUM principalmente acima de 10 anos de idade em todas as raças e tamanhos.

Beagles têm tendência a engordar, por isso é bom controlar a ração a vida inteira

DOENÇAS do coração

O MAIOR problema é o mau funcionamento das válvulas e doenças do músculo cardíaco. Mas ao contrário do que acontece com os humanos não é comum cães e gatos sofrerem infarto de miocárdio.

DOENÇA periodontal

COMUM em cães de raças pequenas, principalmente o Yorkshire, Schnauzer e Poodle.

OBESIDADE

CÃES que moram em apartamento, com alimentação inadequada e falta de exercício físico e em certas raças com propensão a obesidade, como Beagle, Labrador, Cocker, Dachshund e Collie.

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