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Propaganda Pedigree

MUNDO | MUITAS raças de cães são vistas como naturalmente agressivas ou más. Mas a verdade é que existe uma grande influência do ambiente  no comportamento do bicho. Esta é justamente a ideia desta campanha da marca de alimentos para cães Pedigree criada para o Reino Unido.

A PROPAGANDA chamada de “Good dog, bad dog” (algo como “bom cão, cão mau” em português) mostra justamente essa ideia de que para um cão ser bom, ele precisa de: boa comida, boa cama, bom tratamento e, claro, um bom dono. E aproveita para lembrar que a Pedigree doará em um ano 1 milhão de refeições para cães no mundo, inclusive no Brasil.

PARA conferir e se emocionar com essa propaganda da Pedigree, clique na imagem de abertura ou aqui.

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Campanha da Pedrigree pretende angariar 100 mil libras, o equivalente a R$ 280 mil

EXCLUSIVO | A MARCA de alimentos para cães Pedigree lançou em 2007 a campanha “Adotar é tudo bom” no Brasil. Propagandas na televisão e nas mídias sociais recolheram ótimos resultados em 2010, como 3.192 propostas de adoção, 16 milhões de internautas impactados e mais de R$ 1 milhão em ração para ONGs que cuidam de cachorros.

TODOS este números são surpreendentes. Mas a campanha Adoption Drive criada no Reino Unido promete mexer com muitos internautas. No site da campanha você conhece Ripley (confira link no final deste post), um cachorro grandalhão e simpático que você pode levar para passear e brincar em diversos sites. Mais do que divertida, a brincadeira tem um resultado maravilhoso para a cachorrada que vive em abrigos.

PARA CADA passeio que você leva Ripley, a Pedigree do Reino Unido doa de 25 centavos até 1 libra para abrigos de cães. Segundo a campanha, o objetivo é arrecadar 100 mil libras (cerca de R$ 280 mil) e assim ajudar mais de 120 mil cachorros que são abandonados por ano só na Inglaterra. Será que ganharemos uma versão brasileira de Ripley?

PARA conhecer a campanha Pedigree Adoption Drive e levar Ripley para passear, clique aqui.

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"O microchip deve ser colocado na nuca, facilitando a leitura", explica veterinário Marcelo Quinzani

EXCLUSIVO | CENTENAS de brasileiros passaram por esse pesadelo: ter um cachorro perdido. Já testemunhei vários deles percorrendo as ruas gritando pelo nome do seu pet, colocando cartazes com sua foto oferecendo recompensas e sofrendo por cada dia de desaparecimento. Esse pesadelo, no entanto, pode ser evitado com a ajuda da tecnologia.

GRAÇAS ao microchip, um  tipo de micro-circuito eletrônico capaz de guardar vários dados sobre o cachorro, um pet perdido pode ser identificado e assim encaminhado ao dono. Do tamanho um pouco maior que um grão de arroz, o aparelho é colocado normalmente na nuca do cachorro, para facilitar o rastreamento.

“SE HOJE o objetivo é a identificação do animal em um banco de dados, acredita- se em um futuro próximo no serviço de rastreamento por GPS”, explica o médico veterinário Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care de São Paulo (SP). Mas esse aparelho minúsculo oferece mais do que a função de encontrar cães desgarrados

CONFIRA abaixo uma entrevista exclusiva que o vet Marcelo Quinzani deu para o CaninaBloge tire suas principais dúvidas sobre a implantação do microchip em cães e suas vantagens.

Marcelo Quinzani é diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care

CANINABLOG: Quais são as principais razões de uso de microchip?

Marcelo Quinzani: Hoje a aplicação de microchip tem como objetivo a identificação do animal em um cadastro de banco de dados. A maioria dos usuários são criadores de cães e gatos cujas associações exigem a microchipagem para garantir a origem do animal e sua real identidade, evitando falsificações de pedigrees e documentos. Alguns proprietários optam pela colocação do microchip para possível identificação em caso de perda ou roubo do animal. Outra indicação de uso é para animais que vão viajar e necessitam de identificação por microchips, requisito obrigatório para todos animais que vão entrar na comunidade Européia, Japão entre outros países.

CANINABLOG: Qualquer cachorro pode ser microchipado?

Marcelo Quinzani: Teoricamente todos podem ser chipados independente da idade e tamanho. Preferimos que tenham mais de dois meses, mas a idade não é uma restrição.

CANINABLOG: A utilização dessa tecnologia pode evoluir com o tempo?

Marcelo Quinzani: Se hoje o objetivo é a identificação do animal em um banco de dados, acredita- se em um futuro próximo no serviço de rastreamento por GPS. Uma vez michichipado, se o banco de dados for completo e atualizado com frequência, podemos até ter o histórico médico do animal.

A prefeitura de São Paulo, por exemplo, já tem projeto de michochipagem de todos os cães e gatos para evitar abandono de animais, identificação de cães errantes e controle de vacina antirrábica.

Aparelho é um pouco maior do que um grão de arroz e capaz de armazenar muita informação

CANINABLOG: Depois de implantar o chip é necessário alguma manutenção ou gasto extra?

Marcelo Quinzani: Não. Atualmente, a implantão custa em media R$98 pelo chip e R$ 208 pela sorologia. A sorologia de anticorpos antirrábico não é uma condição para a microchipagem. O que acontece é que para entrar em alguns países tem se exigido a sorologia como uma forma de identificar o bicho.

CANINABLOG: Há casos de cães que mostram algum tipo de reação?

Marcelo Quinzani: O material usado na fabricação do michochip é inerte, mas poderia até causar uma reação local ou mesmo rejeição, por sensibilidade individual ou mesmo contaminação por bactérias durante a inoculação. No entanto, nunca identificamos tal reação. O microchip deve ser colocado na nuca do animal, facilitando a leitura do mesmo. Pode ocorrer a migração do microchip para outros locais do corpo sem nenhuma complicação ou reação adversa.

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A paixão por cães pode se manifestar de várias maneiras. Qual é o seu tipo de amor?

EXCLUSIVO | CONHEÇO pessoas simplesmente apaixonadas por certas raças de cachorros e à elas dedicam uma vida inteira. Também conheço pessoas totalmente devotadas a causa dos cães abandonados e, por isso mesmo, defendem a ideia de que nossos melhores amigos não deveriam ser comprados, somente adotados.

SERÁ que há uma posição certa ou errada nesse empasse? Para alimentar essa discussão, convidamos uma representante dos excelentes criadores de raças de cães e uma defensora exímia dos vira-latas. E para a cereja do bolo, uma dona que optou por uma família canina baseada na diversidade. Confira o depoimento de cada uma dessas mulheres apaixonadas por cães e dê também a sua opinião no final deste post.

EM PROL DOS VIRA-LATAS

Luciane Sarraf(Luli)Responsável pelo calendário Celebridade Vira-Lata e voluntária da Natureza em Forma

“O problema no comércio é que só os poucos canis sérios ajudam no trabalho de conscientização. A maioria irresponsável foca na venda simplesmente. Quando uma pessoa passa a levar em consideração a adoção – e reforço que há doação de um enorme volume de cães de raça, ou seja, não estou falando de SRD versus raças, mas de adoção versus compra -, ela já se mostrou mais aberta para receber todas as informações sobre o universo animal.

Animais sobreviventes de condições inadequadas possuem maior resistência física e já estão castrados, vermifugados e com as primeiras vacinas – isso pode signficar uma economia incrível. Além disso, a gratidão que um adotado expressa é algo mágico e a recompensa na consciência é indescritível. Na adoção de cão adulto também já conhecemos o temperamento do animal, o que permite realizar um encaixe perfeito entre o animal e o adotante.”

EM PROL DOS CÃES DE RAÇA

Camilli é apaixonada por Frenchies há 10 anos e tem dedicado sua vida à raça

Camilli Chamone – Proprietária do canil Ville Chamonix que cria Bulldog Francês

As raças caninas foram criadas para atender às demandas do homem em tempos passados. Veja o Poodle, por exemplo: eles eram cães que buscavam a presa na água e levavam até o caçador. Essa é a razão dos pompons de pêlo na região dos braceletes e do tórax – para proteger do frio. O que eu gostaria de dizer é que existe uma história por trás de todas as raças caninas. Não precisamos mais de um cão de busque a presa na água, entretanto, perpetuar a criação de raças caninas é perpetuar uma história.

Sem dúvida, a maior vantagem de uma cão de raça é saber o que está se levando para casa. Obviamente, nestes casos estou falando de quem adquire um cão de um criador descente, que se preocupa em criar cães para perpetuar boa saúde, bom temperamento e tipicidade física. Para receber um cão temos que estar preparados para ele. Temos que saber o que podemos oferecer e o que não podemos. Portanto, quem ama escolhe raça também!”

Danielle mora com os quatro cachorros e dedica boa parte do seu dia aos seus filhos caninos

FAMÍLIA CANINA E DEMOCRÁTICA

Danielle Koetz – Mãe de dois Labradores (Lucky, Toddy) e a SRD Dulce

“Sempre convivi com cães de raça e sem raça definida. Eu acredito que a adoção sempre é uma boa opção. Fora o Lucky, todos os outros cães da família foram adotados, inclusive os de raça. O Toddy, por exemplo, foi doado porque “cometeu o crime” de crescer demais e dar muito trabalho por ter um problema dermatológico típico da raça. Nessa relação entre humanos e cães existem muitas verdades que precisam ser aprendidas por nós e talvez a maior delas é: você deve amar incondicionalmente seu cão, seja ele pequeno ou grande, peludo ou não, com personalidade tranquila ou agitada.”

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ACABEI de assistir o novo comercial da Pedigree e não resisti… corri para o computador para procurar no Youtube. Pronto, é só clicar na imagem de abertura e conferir os pulos de Pipoca, o astro dessa nova campanha. Divirtam-se!

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Quer adotar a Pretinha? Então escreva para meadote@adotaretudodebom.com.br

PET SOUTH AMERICA | MAIS do que promover seus últimos lançamentos, a fabricante de alimentos para cães Pedigree trouxe aos participantes da Pet South America a oportunidade de ganhar um novo amigo. No estande da marca era possível encontrar três cadelinhas simpáticas para adoção: Maggie, Pretinha e Polaina (que estava tirando um cochilo e por isso não está nas fotos).

AS TRÊS estavam lá para promover a campanha Adotar é tudo de bom, responsável pela adoção de 14.255 cães em todo o País – e de lambuja ainda procurar um “lar doce lar” para si mesmas.

ALIÁS, a campanha não tem parado de conquistar adeptos. Além de grandes nomes do automobilismo como Michael Schumacher e Felipe Massa e a modelo internacional Fernanda Tavares, agora chegou a vez da apresentadora Xuxa Meneghel se engajar pela campanha de adoção. Segundo informações da equipe de marketing da Pedigree, em breve Xuxa deve aparecer nas propagandas da “Adotar é tudo de bom”.

QUEM quiser adotar Maggie, Pretinha e Polaina pode se candidatar enviando uma mensagem para o endereço meadote@adotaretudodebom.com.br ou acessar o site da campanha Adotar é tudo de bom e conhecer outros cachorrinhos que procuram um novo lar.


Maggie procura um novo lar pela campanha "Adotar é tudo de bom" da Pedigree

QUER saber mais sobre a campanha? Então leia uma entrevista exclusiva com a gerente responsável pelo programa Pedigree, Adotar é tudo de bom no Brasil, Cynthia Schoenardie. Clique aqui.

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Pediatras recomendam lavar as mãos após o contato com animais de estimação, ração e tigelas

A REVISTA médica Pediatrics publicou essa semana um relátório realizado pelo governo dos EUA com um alerta sobre a contaminação de humanos, principalmente crianças, por salmonela. O relatório é sobre um surto, que deixou 79 pessoas doentes em 21 estados entre 2006 e 2008, que teria ligação direta com algumas marcas de ração animal, como Pedigree e Special Kitty (esta última para gatos). Segundo o estudo, as crianças não teriam comida a ração, mas tocado em recipientes com a ração ou em animais contaminados pela salmonela e depois colocado a mão na boca.

PARA a autora do relatório e pesquisadora do Centro Federal de Controle de Doenças e Prevenção, Casey Barton Behravesh, a ração seca é uma fonte já conhecida de infecção de salmonela em humanos. Só no primeiro semestre de 2010, pelo menos seis recalls de ração foram emitidos por causa da possível contaminação por salmonela – segundo dados do FDA (órgão que fiscaliza alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, similar à Anvisa aqui no Brasil).

O PROCESSO de fabricação de rações secas inclui o aquecimento do produto, que geralmente mata germes da salmonela. O problema estaria no momento em que a ração ganha a pulverização dos intensificadores de sabor. Outro ponto interessante da pesquisa é que não há relatos de contaminação por salmonela em humanos ligados à ração fresca para animais.

O PRESIDENTE da Pet Food Institute, Duane Ekedahl, que representa um grupo de fabricantes de ração nos EUA, afirma que o relatório não deve causar alarme entre os donos de cães que consomem ração. “As empresas estão muito atentas e em raras ocasiões quando isso ocorre, os produtos são retirados do mercado”, afirmou ao repórter da Associated Press. Será?

(Fonte: United Press)

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