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Existem fortes evidências de que cachorros que convivem com donos fumantes podem sofrer com a fumaça e apresentar processos alérgicos

Cachorros com donos fumantes podem apresentar processos alérgicos

SAÚDE | O TABAGISMO é a principal causa de morte evitável no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Todo ano, cerca de 5 milhões de pessoas morrem por causa do cigarro. Nada menos que 50 doenças, de câncer até impotência sexual, são relacionadas ao fumo. Por isso, muitos estados brasileiros têm proibido a presença do cigarro em locais fechados e punido donos de estabelecimentos que não cumprem as regras. Mesmo assim, cerca de um terço da população mundial adulta é fumante.

SE você fuma ou está tentando parar, saiba que não é somente a sua saúde que está em risco, mas também das pessoas ao seu redor. Segundo a OMS, nada menos que sete fumantes passivos morrem por dia no mundo. Além disso, o tabagismo passivo aumenta em 30% o risco de câncer de pulmão e 24% o risco para infarto.

"Animais de fumantes já devem ser colocados em grupo de risco", afirma veterinário Marcelo Quinzani

“Animais de fumantes já devem ser colocados em grupo de risco”, afirma veterinário Marcelo Quinzani do Hospital Vet Pet Care

RISCO para seu melhor amigo

AINDA não está convencido? Então saiba que existem fortes evidências de que os cachorros que convivem com donos fumantes podem sofrer com a fumaça e apresentar processos alérgicos como rinite, traqueite, bronquite e também a possibilidade de desenvolverem carcinoma pulmonar, pneumopatia e cardiopatia secundária.

“POTENCIALMENTE, todos os cães que vivem dentro de um ambiente fechado e convivem com o fumante e a fumaça do cigarro correm esse risco independente da raça ou porte. O cigarro faz mal para todos. Fumantes ativos e passivos correm o mesmo risco, inclusive os animais  que por fidelidade acompanham o dono em todo momento e lugar”, afirma Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care. O veterinário afirma ainda que animais de fumantes já devem ser colocados em grupo de risco.

CUIDADOS

SE VOCÊ é fumante e nota estes sintomas no seu cachorro, é recomendável levá-lo ao médico veterinário para exame clínico e exames diagnósticos como rx de tórax, tomografia, ecocardiograma e hemograma. Mas o melhor para prevenir as doenças respiratórias e todas as outras causadas pelo tabaco, tanto para o dono, como para o animal, ainda é o abandono do vício.

“SABER que a fumaça do cigarro consumido faz mal ao melhor amigo é o melhor incentivo para largar o vício, mas para os que insistem em continuar fumando, adotar cuidados como: manter o animal mais longe possível da fumaça e fumar em locais abertos e ventilados ajudam a minimizar os danos à saúde do bicho”, finaliza o diretor.

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Agressividade ou medo podem atrapalhar o exame veterinário

Agressividade ou medo nos cães pode atrapalhar o exame veterinário

EXCLUSIVO | CACHORROS podem ter as mais diversas reações diante de um veterinário. Alguns tremem e fazem até xixi de medo. Outros ficam extremamente agressivos e tentem morder quem aparecer de jaleco (é o caso do meu Ciccilo). E ainda o despreocupado que deixa o veterinário praticamente virá-lo do avesso. Se o seu cachorro se encaixa no primeiro e segundo caso, esse post é para você. Veterinário do Pet Care, Centro Veterinário localizado me São Paulo, Marcelo Quinzani está acostumado a receber todo perfil de paciente canino. Segundo ele, a maioria mostra um comportamento que remete a insegurança e medo. “Dependendo da personalidade do cão, ele pode manifestar isso com agressividade ou timidez”, relata.

O VETERINÁRIO ainda explica que um cão de caráter dominante (também chamado de “alfa”), pode latir muito, ser agressivo ou investir contra outros animais e o veterinário. Já um cão mais tímido e submisso tende a se manifestar com tremores, escondendo-se junto ao dono. Mas Quinzani salienta: “Independente do tipo de caráter, esse comportamento pode atenuar-se quando o animal já se acostumou com a clínica devido às visitas constantes, deixando ele mais seguro em relação ao lugar”.

 Marcelo Quinzani é diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care de São Paulo

Marcelo Quinzani é diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care

CONVERSAMOS com o veterinário do Hospital Pet Care Marcelo Quinzani sobre a relação do veterinário e do cachorro. Confira abaixo as principais partes dessa conversa:

CANINABLOG: Se um dono percebe que o cachorro morre de medo do veterinário, deve pensar em mudar de profissional?

Marcelo Quinzani: Em um primeiro momento, não. Devemos mostrar para o cão que ele está seguro e que o dono esta ali para protegê-lo. Se isso se torna constante e o animal realmente não gosta do lugar, pode tentar mudar e ver se muda esse comportamento. Assim como as pessoas, existe a empatia movida exclusivamente por situações agradáveis. Muitas vezes o animal não gosta do lugar ou do veterinário por que ele teve uma experiência ruim e isso ficou marcado na memória dele. Se ele visitar o veterinário em uma situação agradável, como uma consulta de rotina ou mesmo um bom banho, pode perder esse medo.

CANINABLOG: Como o dono pode ajudar seu cão a reagir melhor diante do vet ou na hora de realizar exames?

Quinzani: Mostrando para ele que não tem problema e que ele está seguro. Acolher o animal de forma efusiva pode significar que ele realmente está correndo risco e isso pode deixar o animal mais inseguro. Muitas vezes, somente com palavras de conforto, sem tocar o animal, deixando que o veterinário o segure, pode mostrar ao cachorro que o dono dele confia no veterinário e que ele também deve confiar.

Cães podem memorizar experiências dolorosas com vets e clínicas

Cães podem memorizar experiências dolorosas com veterinários e clínicas

CANINABLOG: Quando o uso de focinheira e/ou anestesia é recomendada?

Quinzani: Somente em último caso, quando o animal não coopera de forma alguma. Geralmente isso acontece em animais adultos que não foram treinados ou que não tiveram contato prévio com o veterinário. Com filhotes, quando se percebe esse tipo de comportamento, deve se adestrar o quanto antes.

CANINABLOG: Um cachorro que não reage bem diante do veterinário pode prejudicar a avaliação clínica?

Quinzani: Evidentemente. Nos animais agressivos ou com muito medo, alguns parâmetros mudam consideravelmente, como pressão arterial, batimento cardíaco e até mesmo a resposta a dor. Isso pode prejudicar o diagnóstico e o exame clínico.

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O Praça Santana, na zona norte de São Paulo, já conta com Pet Care completo

EXCLUSIVO | TUDO começou há cerca de dois anos quando o mercado da construção descobriu que muitas famílias ou casais sem filhos não encontravam um espaço para seus bichos de estimação brincar. Cansados de serem barrados no levador ou área social dos condomínios, várias familias logo se identificaram com os espaços pets criados nos prédios mais novos da cidade de São Paulo.

UMA das maiores do Brasil, a Lopes é uma das imobiliárias que hoje oferece condomínios com espaços para bichos de estimação. “A busca por segurança e conforto foram os fatores que impulsionaram a tendência desses espaços nos prédios”, afirma o diretor de atendimento da Lopes, Cyro Naufel Filho. “Agora, crianças pequenas que moram em condomínios com Pet Care podem passear com tranquilidade com o seu bicho”, completa.

HÁ PELO menos meia dúzia empreendimentos hoje em São Paulo que dispõem ou planejam dispor desse espaço. O Praça Santana por exemplo, na zona norte da cidade, além de oferecer apartamentos com 3 suítes e até 4 vagas, também vem com um Pet Care e Pet Play. No empreendimento construído pela Cyrela existe uma estrutura completa para dar banho e tosa no cachorro. Já no Pet Play há todo tipo de acessórios para a realização de atividades e até agility. “Existem condomínios que contratam treinadores ou até abrem uma pequena lojinha dentro do Pet Care”, conta Naufel Filho.

A NOVIDADE também tem agradado os clientes da Lopes e da construtora Gafisa. Segundo o corretor da Lopes, Rangel, que atualmente trabalha no estande da recém lançada unidade Stelato na Granja Julieta, zona sul de São Paulo, o espaço Pet é sempre um grande apelo para o cliente que gosta de cães. “Quem tem bicho de estimação quer que ele tenha tanto conforto e espaço como um filho merece ter.”

(Colaboração: corretor Rangel, tel. 11/8681 6656)

Condominos têm aproveitado o Pet Play e até contratado adestradores

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