Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘Poodle’

É importante escolher bem a raça e dentro da raça o melhor indivíduo

EXCLUSIVO | CONHEÇO muita gente que escolheu a raça do seu cachorro pela estética. Não é a toa que já existem verdadeiras febres de algumas raças. Quem não se lembra quando era “moda” ter um Poodle, Dálmata e, mais recentemente, Bulldog Francês? Há ainda quem escolhe certas raças porque se adaptam bem em apartamento, como o Lhasa Apso e York Shire, por exemplo. Ou ainda evitam outras pela fama de serem violentas, como os Pitt Bulls.

MAS a lógica das raças não é tão simples assim. “É importante escolher bem a raça e dentro da raça o melhor indivíduo”, explica o especialista em comportamento animal Gustavo Campelo. Claro que se deve evitar que um casal de idosos adote um super ativo Border Collie ou que um esportista leve um pesado Bulldog para casa. Entretanto, Campelo adverte: “Devemos fugir das generalizações. As raças nos trazem apenas uma tendência que só se concretiza se o ambiente – a educação dos cães – permitir”.

CAMPELO ainda afirma que mesmo dentro da mesma raça existem indivíduos mais ou menos agitados, medrosos, dominantes. “O correto é pedir ajuda a um profissional que possa auxiliar na escolha do filhote. Quanto mais pessoas fizerem uma boa escolha, menos cães infelizes e abandonados teremos.”

O correto é pedir ajuda a um profissional na escolha do filhote

INFLUÊNCIA do ambiente

O PERÍODO mais crítico de educação de um cão é até 18 meses de vida. Nesta fase, o dono precisa se esforçar e se dedicar na educação do cão. É o momento de investir na socialização, treinamentos de obediência e muitas caminhadas para tornaram seu cachorro equilibrado e amigável. Mesmo raças conhecidas por serem dóceis, como Goldens e Cockers, precisam passar por este processo. “Claro que, após esse período, os cães podem alterar seu comportamento. Mas com um bom trabalho feito até 18 meses é bem provável que o animal terá uma vida tranquila e feliz”, garante o comportamentalista.

DICA EXTRA: O adestramento serve para auxiliar os proprietários na comunicação com os animais, além de ser uma atividade mental prazerosa para os cães. Embora, muitas vezes, o dono só descubra a necessidade do adestramento quando o cachorro demonstra ter algum desvio de comportamento. Problema este que muitas vezes poderia ter ser evitado se o filhote recebesse ajuda nos primeiros meses de vida.

CONFIRA mais dicas de adestramento e comportamento canino com Gustavo Campelo:

Gustavo Campelo: Cachorro pode ficar sozinho em casa?

Dez razões para você NÃO ter um cachorro

Meus filhos querem um cachorro. E agora?

Read Full Post »

Nem mesmo os vira-latas foram esquecidos na nova coleção de esmaltes da Risqué

MODA | DUAS paixões femininas foram unidas na nova coleção da Risqué: cachorros e esmaltes. A linha I Love my Dogs, desenvolvida em parceria com nada menos que o estilista Reinaldo Lourenço, foi lançada este mês na Beauty Fair, feira internacional de cosmético e beleza que acontece em São Paulo.

A COLEÇÃO ganhou o nome de 6 raças de cachorro: Maltês, Poodle, Cocker, Chow Chow, Shar Pei e Husky. Mas os cães sem raça definida não ficaram de fora, um cinza metalizado recebeu o simpático nome de vira-lata. Politicamente correta, a Risqué aproveitou o lançamento para lembrar que está entre as marcas de beleza que não testam em animais. Mas nada de testar estes esmaltes na cachorrada, certo? A linha I Love my Dogs foi desenvolvida exclusivamente para uso humano. (Fonte: Bicharada)

LEIA também no CaninaBlog:

Moda esportiva para você e seu pet ficarem quentinhos

Para cachorros roqueiros e cheios de estilo

Moda para cachorreiros de plantão

Read Full Post »

Quintal ou dentro de casa, o importante é seu cachorro ter regras e sempre segui-las

EXCLUSIVO | CRESCI com meu pai dizendo: “lugar de cachorro é da soleira da porta pra fora”. A frase, embora pareça dura, nunca teve relação alguma com uma possível falta de carinho pelos nossos cães. Até porque minha irmã e eu vivíamos brincando no quintal na companhia de Toby, nosso Cocker-lata preto. Ao longo dos seus 18 anos, Toby nunca ultrapassou o limite da porta e foi uma cão muito feliz.

QUANDO adotei Ciccilo, meu Fox Terrier Pêlo Duro, tudo mudou. Morando em um apartamento minúsculo em São Paulo, ele me acompanhava em cada cantinho. Entretanto nunca subiu na nossa cama, esse sempre foi o seu limite. Hoje, morando em uma casa, percebo que ele adora minha companhia, mas quando pode, fica sozinho na garagem tomando um solzinho e curtindo o movimento da rua. Para o especialista em comportamento canino Gustavo Campelo, um comportamento super natural. “Os cachorros também precisam de um pouco de tempo sozinhos e aprender a não ser tão dependentes”, afirma.

O ESPECIALISTA lembra, entretanto, que cães são animais que vivem em grupo, por isso é muito importante que tenham companhia humana ou canina. “Mas quem irá decidir se ele pode ou não entrar em casa são os humanos. Cada líder deve estabelecer a regra dentro do seu território.” Segundo Campelo, o segredo é ter consistência para que a regra seja seguida. “Caso deixe o cão para fora, não se esqueça que ele precisa de atenção. E para quem permite que o cão entre em casa, lembre que ele também necessita de um pouco de solidão.”

RAÇAS e comportamentos

MESMO cães chamados de companhia, como Maltês, Poodle e Pug, podem se adaptar bem as regras estabelecidas e a decisão final sempre deverá ser do dono. Assim como cães de segurança, como Pastor Alemão e Doberman, podem viver muito bem dentro de casa. O segredo é o equilíbrio. Cães de companhia não podem viver “grudados” nos donos, e isso serve para o seu próprio bem. Já cães de quintal não podem passar dias na maior solidão.

CÃO de quintal

UM ENGANO muito comum entre pessoas que mantém o cachorro no quintal é a questão do passeio. Não é porque o jardim é imenso e o cão tem um lugar para correr, que ele não precise sair de casa. “Todos os cães, independente da raça ou tamanho, devem passear todos os dias para se exercitar fisicamente. A prática de atividades mentais também é necessária e deve ser diária”, diz Gustavo que ainda avisa que cães gostam de se sentir úteis. Se o seu cachorro vive no quintal, lembre de manter a higiene do local, além de oferecer um abrigo que proteja o animal da chuva e do vento direto. “O cão se sentirá mais confortável se puder ter uma casinha ou uma caminha macia”, afirma Gustavo Campelo.

SEU cachorro vive no quintal ou dentro de casa? Conte sua experiência nos comentários abaixo.

Read Full Post »

COM uma população obesa crescente entre humanos e cães, é sempre bom incentivar quem tem duas ou quatro patas a praticar exercícios regularmente.

MAS esse vídeo mostra que até as práticas mais essencias e necessárias podem ficar bem… bizarras. Clique na imagem de abertura e conheça uma aula de ginástica da professora Susan Powter com o método Poodle que vai além da imaginação.

Read Full Post »

Tumores ósseos são comuns em cachorros de porte grande como o Rottweiler

A VIDA dos nossos cães pode ser encurtada por certas doenças que também atingem os seres humanos. Enfermidades traiçoeiras, como câncer, colesterol, diabetes e doenças do coração, têm sido recorrentes nos cachorros nos últimos anos e a falta de informação dos donos tem adiado os tratamentos veterinários possíveis.

SEGUNDO informações do Hospital Veterinário Pet Care, de São Paulo, tais doenças são mais comuns em certas raças, sexos, idades ou portes. Para ajudar os donos a cuidar dos seus bichos e até mesmo fazer a prevenção com a ajuda do veterinário, segue abaixo uma relação dessas enfermidades e qual é a relação com certos perfis de cães. Confira abaixo:

CÂNCER

ATINGE a maioria dos animais acima de 7 anos de idade. Alguns tumores têm predisposição racial como, por exemplo tumores ósseos que atingem normalmente raças gigantes como Rottweiler, Fila Brasileiro, Bullmastif e Mastin Napolitano. A incidência de câncer de mama em fêmeas de raças pequenas não castradas é alta.

Poodle com mais de 6 anos tem chance de ter catarata

CATARATA

Comum em certas raças pequenas de cães como Poodle, Schnauzer e Maltês. Tem maior incidência a partir dos 6 anos de idade.

COLESTEROL alto

É comum nos animais obesos e aqueles com problema de tireóide. Os Schnauzers, por exemplo, têm maior predisposição para a doença.

DIABETES

Tem maior incidência em fêmeas de raças pequenas.

DOENÇA renal

COMUM principalmente acima de 10 anos de idade em todas as raças e tamanhos.

Beagles têm tendência a engordar, por isso é bom controlar a ração a vida inteira

DOENÇAS do coração

O MAIOR problema é o mau funcionamento das válvulas e doenças do músculo cardíaco. Mas ao contrário do que acontece com os humanos não é comum cães e gatos sofrerem infarto de miocárdio.

DOENÇA periodontal

COMUM em cães de raças pequenas, principalmente o Yorkshire, Schnauzer e Poodle.

OBESIDADE

CÃES que moram em apartamento, com alimentação inadequada e falta de exercício físico e em certas raças com propensão a obesidade, como Beagle, Labrador, Cocker, Dachshund e Collie.

Read Full Post »

Poodles gigantes são símbolo de elegância, mas também são ótimos caçadores

EXCLUSIVO | UM CÃO digno de reis e que frequentava a corte de ninguém menos que o monarca francês Luis XIV. Foi assim, com tanta elegância, que a raça Poodle ganhou o conforto dos sofás de tantas famílias. Fica até difícil imaginar que um cão que hoje é símbolo da alta moda, chegou um dia a trabalhar arduamente como um cão de caça de aves aquáticas. Aliás, acredita-se que aquela charmosa tosa com argolas de pelos nas patas era a versão para caças na neve – pois protegia as partes vitais do bicho, como articulações e órgãos vitais.

ATÉ MESMO o nome Poodle remete a caça, a origem da palavra em alemão “pudelin”, significa algo como jogar-se na água. “A origem da raça é um tanto controversa, existe até uma briguinha entre Alemanha e França para saber em qual país eles apareceram primeiro”, conta a estudante de zootecnia e proprietária do Canil Quindim, Priscilla Schaefer do Nascimento. Localizado em Florianópolis (SC), o canil é especializado em Poodle gigante. Mas a paixão de Priscilla se estende para os outros três tamanhos reconhecidos pelo padrão da raça, ou seja: toy, anão e médio. “Os tamanhos mostram ainda mais a versatilidade da raça”, conta a criadora. “Se você mora em apartamento e quer um cão pequeno e sem cheiro (Poodles não soltam pelos), pode optar por um toy ou um anão, até mesmo por um médio. Agora, se você mora em casa e tem bastante espaço, pode ter um Poodle grande.”

Raça não solta pelo. Por isso, duas ou três escovações semanais são suficientes

A POPULARIDADE da raça, no entanto, nem sempre foi positiva para o Poodle. Com a reprodução desenfreada nos anos de maior popularidade (afirma-se que 17% dos cães brasileiros em 1997 eram Poodles), muitos filhotes nasceram com problemas de saúde e comportamento ou muito pequenos e frágeis. Por isso, a criadora adverte: “toys não devem ter cernelha abaixo de 23 cm”.

A VERSATILIDADE dos tamanhos também ajuda na variação do comportamento do Poodle. Enquanto os grandes fazem a guarda da casa, latem somente para estranhos e são mais independentes, os menores costumam ser mais barulhentos e apegados aos donos. “Mas um comportamento une todos os Poodles, são extremamente afetuosos. Além disso, são muito inteligentes e possuem uma pelagem que parece uma ovelhinha que dá a possibilidades de vários looks.” Enfim, um cão versátil e naturalmente fashion.

VOCÊ também é um apaixonado pela raça? Confira mais detalhes sobre o Poodle:

PERSONALIDADE | Carinhosos e inteligentes. Capazes de se adaptar a tudo e a todos.

LONGEVIDADE | Menores vivem em média 16 anos, já os grandes cerca de 12 anos.

TAMANHO | Há quatro tamanhos para a raça.

Toy com peso médio de 2,5 à 3 quilos.
Anão: de 5,5 até 7 quilos. Médio: com peso que varia de 8,5 à 12 quilos. E
grande com no mínimo 20 e até 30 quilos.

Poodles pequenos costumam ser mais apegados aos donos

Os Poodles pequenos são mais apegados aos donos (Foto: Everton Nunes)

PELAGEM | Há variação de seis cores de pelos: branco, preto, marrom, apricot, vermelho e cinza. Não soltam pelos e duas ou três escovações semanais são suficientes.

CUIDADOS | Adquirir somente filhotes com pais que tenham laudo negativo para doenças como luxação patelar e catarata juvenil, no caso dos pequenos, e displasia coxo-femural no Poodle grande.

ESPAÇO | Uma caminhada diária de 1 hora é suficiente para todos os tamanhos.

SAÚDE | Podem apresentar doenças citadas anteriormente no quesito Cuidados.

SOCIABILIDADE | Se acostumado desde pequeno, convive bem com qualquer tipo de animal e pessoas, assim como crianças.

PREÇO | Varia de R$800 até R$3.000 com Pedigree, de acordo com o tamanho.

DICA DO CRIADOR | Só adquirir um filhote com contrato de compra e venda, Pedigree e de canil reconhecido por seus cães campeões.

DONO IDEAL | Pessoas com qualquer idade, basta optar pelo tamanho adequado para o seu espaço em casa. Além de quem quer um cão de companhia, no caso dos pequenos, até um cão de guarda, no caso dos Poodles grandes.

(Fonte: Canil Quindim)

Read Full Post »

Danielle e Juliana aprenderam novas técnicas para conviver com Nina (esquerda), que é cega

EXCLUSIVO | ANÚNCIO DE CADELA para adoção: Nina é uma mestiça de Poodle, tem 15 anos, é completamente cega, tem uma infecção no ouvido e na boca, tumores na cadeia mamária, não é castrada e perdeu todos os dentes.

VOCÊ e qualquer pessoa se perguntaria: quem – em sã consciência – adotaria uma cachorrinha nessas condições? Pois Danielle Travassos e Juliana Kobayashi, de São Paulo (SP), levaram Nina para casa há alguns meses para fazer companhia ao Zeca, outro Poodle adotado de um abrigo. “Resolvemos adotá-la porque ninguém faria nestas condições, mesmo sendo pequena e muito ativa”, conta Danielle. Na verdade, quando as duas escolheram Nina entre tantos cães no Clube dos Vira-latas, só sabiam que ela era cega e com uma boa idade. “Com tantos problemas, não hesitamos em submetê-la a uma operação completa e em menos de um mês conosco, ela se curou de tudo, menos da cegueira”, explica Juliana.

PRIMEIRAS lições

OS DESAFIOS de Danielle e Juliana estavam apenas começando. No primeiro passeio com Zeca e Nina, logo perceberam que precisariam desenvolver uma técnica para ajudar Nina. Por isso, além de levá-la para passear por ruas mais calmas, também carregam um sininho para a cadela se guiar pelo som. “Ela precisa ser estimulada por sons, então falamos bastante com ela”, revela Danielle. Por não possuir dentes, as duas também deixam a ração de molho em água para facilitar a mastigação. Mas nem todos os desafios foram superados. “No caso do xixi, ainda estamos tentando ensiná-la a fazer no lugar certo do apartamento, mas está difícil”, conta Danielle com bom humor.

Nina adora circular pelo seu novo lar e fica toda animada com a chegada das donas

O MAIOR problema de cães nas condições como Nina, entretanto, é o preconceito. Danielle e Juliana contam que vários amigos chamam a cadela de “anormal” ou que as duas teriam adotado uma cadela morimbunda. No entanto, as duas revelam emocionadas: “queremos que Nina tenha todo o cuidado e carinho que talvez nunca tenha tido em sua vida. Abandonar um cachorro neste estado é abandoná-lo quando ele mais precisa.

AS DIFICULDADES de adaptação de Danielle e Juliana são comuns entre muitos donos de cães com deficiência visual. Por isso, conversamos com o adestrador Gustavo Campelo e colhemos dicas preciosas de como vencer esses desafios. Confira no post abaixo.

Read Full Post »

Older Posts »

%d blogueiros gostam disto: