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Posts Tagged ‘Regina Rheingantz Motta’

Masturbação canina deve ser desestimulada para que comportamento não se agrave

MEU CACHORRO Ciccilo ainda é virgem aos seis anos de idade. Mas ele é um perfeito galã com as cadelinhas. Enquanto não suporta cães do mesmo sexo, ele também adora qualquer fêmea que encontrar pela rua – até as mais bravinhas.

MAS será que os cães encaram o sexo da mesma maneira que nós humanos? Segundo a autora do livro “Bom pra cachorro!”, Regina Rheingantz Motta, cachorros praticam o sexo com fins unicamente reprodutivos visando a perpetuação da espécie. “Seus instintos desencadeados por hormônios ditam seu comportamento sexual”, explica a autora que também é médica veterinária.

NO SEU LIVRO publicado pela editora Gente, Regina desmistifica algumas ideias que temos sobre a sexualidade canina. Reunimos neste post um pouco desses mitos e verdades. Confira abaixo:

UMA CADELA pode ter filhotes de vários cachorros numa mesma ninhada

VERDADE: Isso ocorre por causa da múltipla ovulação em um mesmo período de cio. Sendo que a fêmea só aceita cruzar durante o período fértil, que costuma ser ente o nono e o 14ª dia a partir do primeiro dia de sangramento.

BARRIGA suja

MITO: A crença de que uma cadela de raça que cruzar com um cachorro sem raça definida irá parir cães mestiços por toda a vida é puro mito. “Isso não ocorre por explicações genéticas óbvias”, afirma Regina.

CASTRAÇÃO engorda

VERDADE: Animais castrados devem ter sua dieta cuidadosamente controlada, assim como as atividades físicas, recomenda a veterinária no livro.

Livro publicado pela editora Gente pode ser encontrado nas livrarias por cerca de R$ 30

HOMOSSEXUALIDADE entre cães

MITO: Segundo a veterinária, o fato de uma cão macho subir sobre outro macho não tem nenhuma conotação sexual, mas sim dominância. “O cão que permite ser montado está confessando sua submissão”, argumenta Regina.

MARTURBAÇÃO deve ser estimulada

MITO: Alguns donos tentam satisfazer a libido dos bichos com almofadas, bichinhos de pelúcia e até objetos criados especialmente para esse fim. Para a veterinária, se você não quer estimular esse comportamento, deve também evitar esses objetos ou o comportamento desde o surgimento, ou pode se agravar (até mesmo nas pernas das visitas).

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