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Posts Tagged ‘Rio Grande do Sul’

Luiz Carlos Negrine, Nani e Catarina: de Niterói para as estradas do Brasil

Luiz Carlos Negrine, Nani e Catarina: de Niterói para as estradas do Brasil

EXCLUSIVO | QUE cachorro adora vento na cara, especialmente da janela do carro, isso todo mundo sabe. Mas o que você faria se cruzasse com uma moto que carrega na garupa duas cachorras da raça Cocker Inglês devidamente equipadas com capacete e óculos? Esta é a imagem surpreendente que o motociclista Luiz Carlos Negrine carrega há pelo menos 8 anos pelas estradas do Brasil. “Eu costumava viajar com minhas ex-esposas. A diferença é que com as cachorras não escuto reclamações e elas estão sempre prontas e dispostas para prosseguir na viagem”, conta o bem humorado motociclista de Niterói, Rio de Janeiro.

"Eu costumava viajar com minhas ex-esposas. A diferença é que com as cachorras não escuto reclamações", brinca Negrine

“Eu costumava viajar com minhas ex-esposas. A diferença é que com as cachorras não escuto reclamações”, brinca Negrine

QUEM pensa que a companhia de Nani e sua filha Catarina já gerou alguma confusão (ou até multas) para Negrine, está muito enganado. “Já fui parado por policiais rodoviários, por outros motivos, mas quando percebem as meninas, chamam todos para tirar fotos”, conta o motociclista que começou a planejar uma viagem na companhia de um cachorro há mais de 40 anos, quando comprou sua primeira moto. Mas foi somente há oito anos que Nani, a mais velha das duas cachorras, começou a acompanhá-lo e  já acumula mais de 115 mil quilômetros rodados. Juntos, os três já viajaram mais de cinco vezes do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul, um dos seus trajetos favoritos.

AS DUAS cachorras viajam com vários acessórios de segurança, como cinto de segurança especial para cães presos em duas cestas acopladas na moto. Além de capacete e óculos que protegem os olhos das meninas do vento e poeira. E, claro, vestem um belo colete de couro bem ao estilo Harley-Davidson.

ATUALMENTE, o trio planeja uma viagem para Goiânia, um trajeto de cerca de 1.600 quilômetros. Mas opção de destino é o que não falta na vida desses três motociclistas. “Recebemos convites de vários amigos, mas é praticamente impossível atender a todos”, relata Negrine. Mas a verdade é que para os três parece que o que menos importa é o destino. O mais importante mesmo é a companhia.

QUER acompanhar as aventuras de Negrine, Nani e Catarina pelas estradas do Brasil? Então clique aqui para acessar o perfil dos três no Facebook.

Os três já viajaram cinco vezes do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul, como nesta foto

Os três já viajaram do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul, como nesta foto

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Programa de computador permite que o dono visualize como ficará a tosa no seu cachorro

Tosa Virtual permite que o dono visualize como ficará a tosa no seu próprio cachorro

ESTÉTICA | VOCÊ já deixou seu cachorro no pet shop e quando voltou quase não reconheceu seu bichinho? Ou ainda deixou um Poodle, mas parece que voltou pra casa com um Chihuahua? Quem costuma levar seu cachorro para um pet, pelo menos uma vez na vida, já passou por uma experiência negativa com a tosa. Será que foi você que não soube explicar bem o que queria ou o tosador que simplesmente não entendeu o conceito que você tinha em mente?

PARA evitar esse tipo de problema, uma empresa brasileira lançou uma ferramenta útil para organizar contatos e visualizar histórico dos animais. Mas a grande novidade é  que com a tal ferramenta, chamada de Tosa Virtual, os proprietários dos bichinhos de estimação poderão escolher a tosa e visualizar como o cachorro ficará depois, evitando assim surpresas desagradáveis. Isso tudo a partir de simulações ilustrativas, específicas de cada raça, já cadastradas pela ferramenta.

A TOSA Virtual ainda está sendo difundida em petshops no Rio Grande do Sul, onde a empresa é baseada, mas tem a ambição de alcançar todo o Brasil. Para saber mais sobre essa ferramenta, confira a tirinha que ilustra este post ou basta clicar aqui e acessar o site da Tosa Virtual.

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A veterinária Viviane Dubal divide a responsabilidade de cuidar desses clientes vips

EXCLUSIVO | HÁ CERTAS pessoas que são fãs de determinadas raças de cães. As razões podem ser muitas, como a identificação com a personalidade e comportamento do bicho ou a mera estética. O que é ainda raro de se encontrar é um petshop orientado para uma raça. É o caso do Bullfashion & Cia, que como já indica o nome, é especializado em Bulldogues. Localizado na cidade de Gravataí, na região metropolitana de Porto Alegre, o petshop foi idealizado pela empresária Sueli Camargo, que sentiu na pele do seu primeiro Bulldogue as dificuldades de se manter um cão da raça sempre saudável e bonito.

"Muitos chegavam à minha casa feridos e magros. Isso acabava comigo", conta Sueli

“MEU Bull ia para o banho e voltava cheirozinho. No outro dia começava tudo de novo: o mau cheiro, as rugas sujas, o tal rabo embutido sempre com dermatites e as orelhas sujas”, lembra. Segundo Sueli, os problemas só começaram a ser resolvidos quando decidiu dar o banho em casa e depois de muita pesquisa, passou a entender como a raça enfrentava seus maiores inimigos: dermatites, fungos e bactérias. “Infelizmente, muitas pessoas desistem de ter um Bulldogue por causa desses problemas.”

O SUCESSO na pelagem e saúde do seu próprio Bull chamou a atenção de outros donos de cães da raça. “Muita gente chegava à minha casa com seus bichos cheios de ferida e magros. Isso acabava comigo e eu pedia para cuidar do pet. No começo não cobrava nada, queria só amenizar a dor e o sofrimento dos Bulls.” E foi assim que o amor pela raça se tornou uma profissão.

Desde a loja, a clínica e o spa, até a área de banho e tosa, tudo foi pensado na raça

HOJE a empresária divide com a sócia, a médica veterinária Viviane Dubal, a responsabilidade de manter saudável uma crescente comunidade de Bulls do Rio Grande do Sul. Desde a loja, a clínica e o spa, até a área de banho e tosa, tudo foi pensado na raça – embora o local também atenda outros tipos de cães. A veterinária, por exemplo, possui um conhecimento especializado no que se refere à raça. Já o spa Tyson’Bulldogs é equipado com ar condicionado e pátio individual com piscina particular para cada hóspede canino – isso porque o excesso de calor também é um inimigo da raça. “Tenho muito orgulho de dizer que nossa equipe cuida de 70% dos Bulldogues gaúchos.”

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A MARCA de alimentos para cães Dog Chow lança essa semana uma promoção para incentivar a torcida canina. A partir de amanhã (20), toda vez que alguém comprar pacotes de ração da Dog Chow, ganhará bandanas (pacotes de 1kg), bonés (3kg) e camisetas (para 10,1 e 15kg) para seus cães. Mas a promoção vai além disso. Quem enviar uma foto do seu bicho vestido a caráter para o site do Cão Torcedor, também irá concorrer a vários prêmios e ainda participar de uma arquibancada virtual.

As oito melhores fotos serão premiadas com um ano de alimentos da marca Dog Chow

AS OITO melhores fotos serão premiadas com um ano de alimentos Dog Chow, um kit ‘Cão Torcedor’ (bandana, boné e camiseta) e, ainda, participarão de um workshop na cidade de Embu (SP) com Alexandre Rossi, o Dr Pet, um dos maiores especialistas de comportamento animal do Brasil.

A PROMOÇÃO vai até o dia 20 de julho e os brindes serão encontrados nos pontos-de-venda de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Agora a torcida canina tem mais um motivo para apoiar a Seleção Canarinho.

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Cão Elvis tinha 10 anos e, segundo os donos, era manso e amável com crianças

NO MÊS de novembro de 2007, o cão Elvis foi encontrado morto em frente a fazenda dos donos na cidade de Sentinela do Sul (RS). Não demorou muito para que o responsável pela morte do Labrador fosse identificado. O próprio responsável pelo ato, o agropecuarista Santiago Brasil da Veiga, ligou para o capataz da propriedade do advogado Alfredo de Mello Gomes da Rocha e contou que havia degolado o animal com a própria faca. A razão? Elvis teria  matado 12 ovelhas e ferido outras seis do seu rebanho, fatos que nunca foram comprovados.

NO JULGAMENTO do caso, o juiz Régis de Oliveira Montenegro Barbosa, da 18ª Vara Cível de Porto Alegre, condenou o agropecuarista a pagar R$ 20 mil de indenização à família de Elvis. Para a diretora do Movimento Gaúcho de Defesa Animal, Maria Luiza Nunes, a decisão tomada no dia 31 de março é um marco. “Isso mostra que a consciência vem crescendo, para acabar com essa violência”, avalia. Para o juiz, a medida tem um cunho pedagógico, “de modo que, ao mesmo tempo que pune o agressor, visa a impeli-lo de praticar a conduta de forma reiterada”. E mesmo que o cão tivesse matado as ovelhas, para o juíz o ato do agropecuarista ainda assim não justificaria a atrocidade. A família dona do Labrador afirma que doará a indenização a protetores de animais.

LEIA a reportagem completa no jornal Zero Hora.

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CANINABLOG RECOMENDA| MEU cachorro finalmente voltou para casa. Depois de um período de quase dois anos morando no Rio Grande do Sul com meus pais e curtindo um quintal de quase 2 mil metros quadrados, Ciccilo voltou aos passeios diários pelas ruas de São Paulo.

Ciccilo viajou de avião de Porto Alegre para Guarulhos pela WebJet por R$ 100

TRAZÊ-LO de volta exigiu várias pesquisas de preços e meios de transporte. Buscar de carro ou contratar uma empresa especializada?  Mandá-lo sozinho ou acompanhado por avião? As opções eram várias e os preços também.

LIGUEI  para empresas especializadas e descobri que trazer meu Fox Terrier Pêlo Duro do interior do RS até a capital paulista de carro não custaria menos que R$ 1.500. Assustada com o valor, passei a pesquisar empresas aéreas. Embora os preços fossem mais acessíveis, precisaria levar em conta a caixa de transporte adequada ao tamanho do bicho. No caso de um Fox Terrier, a caixa custa em média R$ 200 nas lojas de São Paulo (e muito mais caro em pequenos pet shops no interior do País). Foi ai que uma amiga nos emprestou a caixa de transporte do próprio cachorro. Nada como a solidariedade canina.

O PROCESSO

DEPOIS DE muitas pesquisas pela internet e ligações para empresas aéreas, acabei com um pequeno resumo de como as companhias têm transportados animais de estimação dentro do Brasil. Confira no final deste post.

A DECISÃO foi pela Webjet, que cobra um valor fixo de R$ 100 por animal acompanhado por passageiro – desde que seu peso, mais a caixa de transporte, não ultrapasse 40 quilos. Lá veio ele. Viajou 100 quilômetros de carro do interior até Porto Alegre, quando foi recebido sem burocracia pela equipe em terra da WebJet. Depois de uma longa parada em Curitiba (PR), tivemos uma surpresa dentro da aeronave. O comandante do avião em pessoa foi checar como estava seu passageiro canino e deu a notícia que ele estava tranquilo. Chegando em Guarulhos, o comandante novamente foi verificar o cão na área de desembarque e dar um adeus. Além disso, Ciccilo veio confortável e de graça dentro da caixa no bagajeiro do ônibus da WebJet que faz o trajeto entre o aeroporto de Guarulhos e Congonhas. Nós, Ciccilo e CaninaBlog, testamos e aprovamos o serviço de transporte aéreo da Webjet.

TAXAS E BUROCRACIA

CADA empresa áerea possui suas próprias regras e burocracia. No entanto, em geral elas pedem a apresentação da carteira de vacinas, sendo que a vacina de raiva tem de ser aplicada com pelo menos 30 dias de antecedência. Assim como um atestado de saúde de um médico veterinário que pode ser usado por sete dias. Em relação aos preços, os valores variam bastante. Como já citei neste post, a Webjet cobra um valor fixo de R$ 100 por animal, desde que seu peso, mais a caixa de transporte, não ultrapasse 40 quilos. Mais uma taxa calculada sobre o peso total.

JÁ A Azul transporta até três animais domésticos (cães e gatos) por voo somente na cabine e cobra uma taxa de R$ 100. No entanto, se o peso do seu cão somado ao da caixa ultrapassar 5 quilos, a Azul não é uma opção. Na Tam cães e gatos também são aceitos na cabine de passageiros, desde que também tenham um peso menor que 10 quilos (com a caixa de transporte), e somente um animal por trajeto. Já os bichos que ultrapassam esse peso são enviados no compartimento inferior. Nos dois casos a Tam cobra uma taxa de R$ 90, mais o peso da caixa e do animal multiplicado pelo correspondente a 0,5% da tarifa cheia do trecho a ser voado. Na Gol só é permitida a presença de cães guia na cabine. Demais animais vão na parte inferior do avião e é cobrada uma taxa de R$ 70, mais o peso total multiplicado pelo correspondente a 1% da tarifa cheia. E não esqueça que é sempre bom fazer a reserva do bicho com antecedencia e conferir se as regras e tarifas não mudaram.

CONTE também a sua experiência com empresas aéreas. É só deixar um depoimento.

Viagem para o exterior com seu cão: estresse ou relax?

“O ideal é que o pet se sinta seguro dentro da caixa”

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Paula e Rick, depois da cirurgia e totalmente recuperado

EXCLUSIVO| QUEM visita o Projeto Adoradores de Vira-Latas na cidade de Viamão,  na Grande Porto Alegre (RS), pode testemunhar dezenas de histórias de transformação. O começo se dá nas ruas, quando cães são abandonados ou vítimas de maus tratos. Já a mudança acontece com a ajuda de Paula Lopes, criadora do projeto, e uma veterinária que realiza tratamentos, muitas vezes longos, a baixo custo. “Não temos um depósito de cães, eles vem até aqui para ter uma segunda chance”, conta Paula, que há sete anos se dedica integralmente ao sítio que atualmente mantém 150 cães a procura de um lar.

“GERALMENTE, os cães resgatados são vítimas de maus tratos ou, porque vagam pelas ruas, acabam doentes.” Este foi o caso do cão Rick, que graças a uma ligação telefônica foi resgatado por Paula. “Me avisaram que havia um cão com as patas amarradas e que uma delas estava ‘pendurada’. Na hora eu não entendi direito”, lembra a administradora da ONG, que chegando no local viu que uma das patas estava totalmente cortada pela corda até atingir o osso da perna. O bicho foi levado imediatamente para a clínica veterinária e, após alguns meses e muita dedicação, está recuperado e esperando por um dono. “Sei o quanto é difícil encontrar uma pessoa que esteja disposta a adotar um cão deficiente. Mas creio que no final da história ele encontrará uma família.” Afinal, a história de Rick merece um final feliz.

QUEM quiser conhecer o projeto Adoradores de Vira-Latas, acesse o perfil no Orkut.

Mais histórias: abandonado e coberto de sarna

Transformado e esperando por um final feliz

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