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Smart Bag pode ser usada como cama ou mala de transporte dentro do carro

Smart Bag da MyNico pode ser usada como cama ou mala de transporte

NOVIDADE | VIAJAR exige equipamentos especiais: malas, cinto de segurança, cadeirinha para os bebês, quem sabe uma necessaire para guardar os produtos de higiene, e assim vai. Com cães não é muito diferente. Eles também precisam usar cinto de segurança (confira link no final deste post), levar seu pertences nas viagens mais longas ou então serem transportados em equipamentos especiais.

FOI pensando nisso que a marca MyNico lançou uma linha de viagem especialmente pensada para a cachorrada. São malas de transporte, cadeirinhas e até casa dobráveis para viagem. Confira abaixo cada uma dessas novidades que podem ser adquiridas diretamente na loja virtual da MyNico (clique aqui) ou então em vários petshops brasileiros.

Smart Bag

MALA de transporte (imagem de abertura) feita com colchonete de microfibra com antiderrapante e que pode ser usada em várias finalidades: cama de viagem, como mala de transporte dentro do carro e ainda para passeios em parques, shoppings e supermercados. Recomendado para cães com até 8 quilos (tamanho único). Disponível nas cores Spicy, Sun e Creamy, e tem preço sugerido de R$ 420.

O formato de iglu da Travel House permite que ela seja totalmente dobrável

O formato de iglu da Travel House permite que ela seja totalmente dobrável

Travel House

ESSA cama e/ou mala de transporte se diferencia pelo formato de iglu e porque que pode ser facilmente desmontada e assim ocupa pouquíssimo espaço (imagem a direita). Este modelo suporta cães com até 6 quilos e é encontrado nas cores Sun e Spicy e em tamanho único. O preço sugerido é de R$ 340.

Travel Seat Spicy contém cinto de segurança interno para uso no carro

Travel Seat Spicy da MyNico contém cinto de segurança interno para uso no carro

Travel Seat Spicy

DESENVOLVIDA para ser usada especialmente dentro do carro, a Travel Seat Spicy (imagem abaixo) contém cinto de segurança interno para proteção do pet e compartimento inferior para guardar acessórios. Para cães com até 8 quilos e disponível na cor Spicy e tamanho único. Vendido na loja da MyNico por R$ 330.

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Veterinária dá dicas de como ter uma viagem segura para seu pet

Veterinária dá dicas de como ter uma viagem segura com seu pet

FÉRIAS | NEM todo cachorro gosta de passear de carro. Meu Fox Terrier Ciccilo, por exemplo, costuma passar muito mal com os enjoos. Mas mesmo aqueles cães que curtem o vento na cara e um bom passeio, merecem cuidados especiais – principalmente se a viagem de carro durar algumas horas. Para que a viagem de carro não se torne um pesadelo para seu melhor amigo, conversamos com a médica veterinária Elaine Pessut, diretora do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária. “Quando as viagens forem feitas de carro o animal deve ter à disposição vasilhas para água, que deve ser sempre fresca ou gelada. As paradas são obrigatórias, para que ele possa sair para urinar e/ou defecar”, ressalta.

PRECISA parar para fazer aquele lanchinho na estrada? Vale lembrar que o animal nunca deve ser deixado no carro, especialmente no verão, pois a temperatura interna do carro é sempre maior do que a externa e as chances do pet ter uma crise de hipertermia é grande, alerta a médica veterinária. Por isso, escale alguém para tomar conta do pet enquanto o restante dos passageiros passam pelo restaurante.

Faça paradas a cada duas ou três horas nas viagens de carro

Faça paradas a cada duas ou três horas nas viagens de carro

CONFIRA abaixo mais dicas da médica veterinária Elaine Pessut:

• MUITOSs animais vomitam durante a viagem, por isso evite alimentá-lo ou dê apenas pouca ração;

• PARA deixar a caixa de transporte mais confortável, forre o interior com panos ou jornais. Coloque também um brinquedinho de que ele goste ou um tecido com seu cheiro dentro da caixa.

NO caso de transporte por carro, a cada a duas ou três horas dê água para o seu animal e deixe-o sair para andar um pouco e fazer suas necessidades;

• SE parar o carro por algum tempo, jamais deixe seu companheiro dentro quando estiver sol ou muito calor. Os cães não conseguem dissipar o calor transpirando como nós, podendo chegar ao óbito;

• ANTES de viajar com o seu animal, providencie uma plaqueta com seu nome, endereço e telefone, e coloque-a na coleira dele. Também vale a pena adicionar o nome e telefone do hotel em que você ficará hospedado.

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Lei brasileira proíbe que cão seja transportado no colo ou ao lado do motorista

EXCLUSIVO |A LEI brasileira não é muito específica sobre o transporte de animais domésticos dentro do carro. Apenas diz que o animal não pode ser transportado do lado de fora do veículo, no colo  ou ainda ao lado motorista. E que estas irregularidades são passíveis de multa e pontos na carteira. Talvez por isso, muitos donos transportam seus cachorros soltos no banco traseiro. Mas a falta de informação em torno dos riscos do transporte inadequado é possivelmente o principal fator dessas irregularidades e consequentes acidentes.

Manter cachorro preso é mais seguro pra ele e para quem estiver dentro do carro

EMBORA não existam dados estatísticos sobre acidentes com animais, pois não são contabilizados como vitimas, sabe-se pelos jornais e televisão de várias tragédias causadas por bichos soltos não só nas ruas, mas também dentro do carro. “É comum também eles pularem pela janela, visto que não identificam que o veículo está em movimento”, retrata o engenheiro mecânico Denis Martins Rodrigues, que desenvolveu cintos de segurança especiais para animais de estimação fabricados pela marca Bracannes.

PARA tentar esclarecer para a população dos riscos de se manter cachorros soltos dentro do carro, será realizado neste sábado (10/11), das 10h30 às 14h, em São Paulo, o 1º Pet Safe. O evento contará com um circuito de palestras em torno do assunto e haverá ainda, ao vivo, um test drive em que serão simuladas situações onde cães bonecos são transportados com ou sem segurança.

UM DOS palestrantes do 1º Pet Safe será o engenheiro mecânico Denis Martins Rodrigues que concedeu uma entrevista exclusiva para o CaninaBlog a respeito do tema. Confira abaixo as principais partes dessa conversa:

CANINABLOG: Quais são os perigos de um cão solto dentro do veículo?

Denis Martins Rodrigues: Um animal, ou qualquer outra carga solta dentro do veiculo, é sempre um risco pra quem está em volta. No caso de um ser vivo, também é um risco para ele próprio. O que ocorre é que todos os elementos dentro do veículo estão na mesma velocidade do próprio veículo e, no momento do impacto, o que estiver solto permanece na mesma velocidade e só para quando bater em alguma coisa. Para se ter uma ideia da violência desse impacto, se cairmos do 3º andar de um prédio, atingimos a velocidade de aproximadamente 60km/h, ou seja, bater desprotegido a apenas 60km/h significa cair do 3º andar de um prédio.

CANINABLOG: Quais são as maneiras seguras de se transportar um cão dentro do carro?

Rodrigues: Como qualquer usuário de um veículo, o item mais importante de segurança ainda é o cinto de segurança. A caixa de transporte também proporciona a segurança dos demais usuários do veículo, desde que esteja bem ancorada no veículo e seja de boa qualidade para não haver quebras e estilhaços.

Evento contará com um test drive em que serão simuladas situações onde cães bonecos são transportados com ou sem segurança

Serviço:

1º Pet Safe

Data: sábado (10/11),

Horário: 10h30 às 14h

Endereço: Rua Minerva, 307. Perdizes, São Paulo – SP

Mais informações: (11) 3672-7093

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Já que cachorro não pode ir solto dentro do avião, aprenda a escolher a melhor caixa

EXCLUSIVO | A HISTÓRIA de Pimpoo comoveu o Brasil. Tudo começou em março deste ano quando Nair Flores desembarcou no Aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre e seu cachorro Pimpoo não estava na sala de desembarque. O cachorro havia fugido e a empresa aérea não conseguia localizá-lo. O caso ganhou reportagens na televisão e correntes na internet e somente após 14 dias Pimpoo foi localizado pelo polícia local (releia a história, clicando aqui).

FELIZMENTE Pimpoo foi encontrado e entregue para sua dona. Mas o que pouca gente sabe é que esse problema poderia ter sido evitado se a dona tivesse escolhido uma caixa adequada para transportar Pimpoo dentro do avião. “Vários erros proporcionaram esse sumiço, o primeiro deles é que a caixa do Pimpoo não era a mais adequada para o tamanho dele, ele ficava todo encolhido e claramente não estava confortável”, explica o representante da Doc-Dog, uma empresa brasileira que presta serviço de consultoria e preparação de viagens internacionais para pets, Alex Sandro Laia.

Na cabine é importante que o tipo de caixa seja flexível e que o fundo dela seja impermeável

ESSE não foi o único erro que contribuiu com o sumiço de Pinpoo. Segundo Laia, o material da caixa também não é o indicado nestes casos. “Um plástico meio mole e que dobra, o que pode ocasionar uma fenda entre a portinha e a abertura da caixa. Por isso Pimpoo conseguiu escapar.”

SE VOCÊ está pensando em viajar com seu pet de avião ou de carro e quer evitar este tipo de acidente, confira abaixo algumas dicas essenciais na hora de escolher a caixa de transporte mais adequada para seu cachorro. As dicas são do representante da Doc-Dog, Alex Sandro Laia.

CABINE ou compartimento de carga

NAS VIAGENS de avião há dois tipos de ambientes em que os pets podem ir e para cada viagem existe um tipo de caixinha diferente. Na cabine é importante que o tipo de caixa seja maleável e flexível e que o fundo seja impermeável. No compartimento de carga, o material da caixa deve ser duro, rígido e resistente.

O MELHOR material

AS CAIXAS a ser evitadas são aquelas que não oferecem segurança nem conforto para o animal. Procure evitar caixas para transporte no compartimento de carga que sejam feitas de plástico mole, pois apresentam baixa qualidade e dobram facilmente, o que pode causar riscos a segurança do pet. Também evite caixas que não são do tamanho adequado, por exemplo, o cão deve conseguir dar uma volta completa dentro da caixa. O mais importante de tudo: o pet deve se sentir bem dentro da caixa.

DAR sedativo ou não

A EQUIPE do Doc-Dog não aconselha dar nenhum tipo de sedativo para o pet, justamente porque em poucas horas o efeito acaba e o pet acaba acordando em um lugar que ele não conhece e fica muito nervoso. Sem contar que não tem como ele se manter firme caso haja alguma turbulência. Portanto, o ideal seria acostumá-lo dentro da caixa mesmo para que assim ele fique mais tranquilo. Uma dica é fazer da caixa uma segunda cama para seu cachorro alguns dias antes da viagem.

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O colete é conectado à uma das fivelas do cinto de segurança do carro

CANINABLOG RECOMENDA | MANTER seu cachorro seguro no banco traseiro é mais do que uma questão legal. O Código Nacional de trânsito prevê uma multa de trânsito caso o cachorro estiver solto dentro do carro e pular para o banco do motorista. No entanto, mais do que punir cachorros sapecas, o Código de Trânsito também está tentando evitar possíveis acidentes que podem ser até mortais.

POR mais que seja divertido ver um cachorro com a cabeça para fora do carro curtindo o vento ou ainda sentado no seu colo enquanto você dirige, esses dois comportamentos colocam a sua vida e até do seu melhor amigo em risco. Para se ter uma ideia, um animal de estimação com menos de 10 quilos pode quebrar um para-brisa durante um acidente. Caso o incidente aconteça enquanto o carro está de movendo a 50 quilômetros por hora, uma velocidade normal em grandes avenidas, um cão teria um peso equivalente a nada menos que 500 quilos.

IMAGINE então se o acidente acontecer em uma rodovia onde é permitido guiar a até 120 quilômetros por hora no Brasil. Pensando nisso, resolvi comprar um cinto de segurança para meu Fox Terrier Pelo Duro, o Ciccilo. Depois de avaliar alguns modelos no mercado, encontrei várias marcas bem frágeis e, por fim, optei pelo cinto de segurança da marca Dr Pet, fabricado pela Bracannes. Confira abaixo nossa avaliação feita durante uma longa viagem de férias:

EMBALAGEM: Muito boa

Toda transparente, a embalagem mostra bem o produto. No entanto, encontrei um pouco de dificuldade na hora de colocar o cinto no Ciccilo e na embalagem não havia instruções muito claras. É preciso de um pouco de paciência na hora de regular as fivelas e ajustar da forma correta no corpo do cachorro. No entanto, esse cuidado é essencial já que quanto mais ajustado, menor a chance de seu cão ter alguma fratura durante um acidente.

QUALIDADE: Ótima

É visível a qualidade dos cintos de segurança da Bracannes diante de outras poucas marcas encontradas no mercado pet. O cinto é confeccionado com fitas de poliamida utilizadas na indústria aeronáutica, argolas utilizadas nas selas de cavalos e mosquetões de alpinismo que agüentam carga de até 600 quilos. Além disso, é costurado com linha fio 40/60 de poliamida utilizada, por exemplo, na confecção de pára-quedas. Outros itens que também diferenciam a marca são os engates tipo lingüeta e os absorvedores de energia confeccionados em aço carbono garantindo a estabilidade do produto numa situação de impacto.

Produto evita que seu cachorro caia no vão entre o banco traseiro e dianteiro

ADAPTAÇÃO: Muito boa

O colete é conectado ao cinto de segurança do carro por uma fivela e mosquetão. Por isso é importante verificar se o modelo do seu carro possui a estrutura adequada ao cinto de segurança do seu pet. No site da Bracannes você pode verificar a maneira correta de fixar o cinto dentro o carro (clique aqui). A adaptação do Ciccilo com o cinto também foi rápida. Embora ele tenha sentido um pouco de incômodo nos primeiros minutos, assim como os humanos sentem quando usam o cinto de segurança, Ciccilo adorou não cair no vão entre o banco e os assentos dianteiro quando freamos bruscamente ou fazemos uma curva acentudada.

PREÇO: Muito bom

Como é de se esperar, o cinto da Bracannes não é o mais barato do mercado, cerca de R$ 90 o modelo pequeno (até 10 quilos). Entretanto, a qualidade do produto justifica o preço. Além disso, o colete do cinto de segurança pode ser usado como uma coleira, basta soltar o mosquetão da argola e colocar uma guia.

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Quem de nós não se preocupa com a segurança dos bichinhos dentro do avião?

EXCLUSIVO | “Ao sair da casinha, Doga estava feliz e contente, sem nenhum trauma aparente por causa da longa viagem.” O depoimento de Elciléia Dantas sobre a a viagem da cadelinha Doga Pitucha para Portugal é um alívio para quem pensa em levar seu cachorro para o exterior. Quem já começou a pesquisar a respeito sabe que transportar um cão para fora do País pode dar o maior trabalho. Afinal, cada país ou região no mundo tem suas próprias leis e as regras de transporte animal por parte das empresas aéreas também podem ser bem confusas. Além disso, quem de nós não se preocupa com a segurança dos bichinhos dentro do avião – ainda mais se ele for transportado no compartimento de cargas?

PARA ajudar esses donos de cães preocupados foi criada a Doc-Dog, uma empresa brasileira que presta serviço de consultoria e preparação de viagens internacionais para pets. Elcinéia é um dos clientes satisfeitos com a Doc-Dog: “em maio voltaremos para Portugal por 20 dias e queremos saber que documentação precisaremos para a Doga”. Segundo o o sócio-fundador da Doc-Dog, Luis Fernando Oliveira, a dúvida de Elcinéia é a mais comum entre os donos de pets que procuram a empresa. “Eles também têm dúvidas em relação à segurança da viagem, especialmente no compartimento de carga”, conta. Com contatos em várias partes do mundo, a empresa presta assessoria tanto para quem faz um viagem curta de turismo, como Elciléia e Doga, como quem está de mudança para o exterior.

VOCÊ está planejando levar seu cachorro para o exterior mas quase desistiu por causa da burocracia? Então não deixe de conferir a entrevista exclusiva (no post abaixo) com o sócio-fundador da Doc-Dog, Luis Fernando Oliveira, para o CaninaBlog. Nossas perguntas também podem ser as suas.

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"Os cães não sentem tanto viagens longas. Parece não fazer diferença se a viagem é para Buenos Aires ou para Tóquio", afirma o sócio da Doc-Dog, Luis Oliveira

EXCLUSIVO | QUER viajar tranquilo com seu cachorro para o exterior? Então não deixe de ler essa entrevista com o sócio-fundador da Doc-Dog, Luis Fernando Oliveira, empresa brasileira que presta serviço de consultoria e preparação de viagens internacionais para pets – e que tem na bagagem a experiência de levar bichos mensalmente até para o Japão.

CANINABLOG: Algumas pessoas têm receio de viajar com seus cães na área de cargas. Qual é a sua experiência a respeito?

Luis Fernando Oliveira: Muita gente tem medo de que o cão viaje no compartimento de cargas. A verdade é que o local é tão seguro quanto na cabine, pois o compartimento de carga é pressurizado e climatizado igualzinho à cabine. O ideal é que o pet se sinta seguro dentro da caixa de transportes. Isso acontece quando o dono acostuma o pet a ficar na caixa e ele se sente em casa lá dentro.

CANINABLOG: É uma boa ideia levar seu cachorro em uma curta viagem de turismo para o exterior?

Luis Fernando Oliveira: Eu não indicaria levar o pet para viajar a menos que a viagem tenha mais de duas semanas. Geralmente, neste caso, o stress da viagem (ida e volta) para o animal e o dono não compensam a separação. Até porque para voltar, também é necessário emitir uma série de documentos e se o prazo for muito curto pode complicar.

CANINABLOG: Há alguma caso que você não recomenda a viagem?

Luis Fernando Oliveira:Creio que depende muito da situação. Em mudanças e viagens longas, não acredito que haja nenhum motivo para não levar os cães. Seria o mesmo que não levar um membro da família por qualquer motivo. Há países que exigem quarentena de vários meses, como é o caso da Inglaterra, nestes casos, creio que seja importante pensar se há alternativas (como naturalizar o cão em outro país antes para evitar a quarentena).

CANINABLOG: Qual são os cuidados necessários em uma viagem longa?

A empresa cuida de toda a burocracia da viagem do seu pet

A empresa cuida de toda a burocracia da viagem do seu pet para o exterior

Luis Fernando Oliveira: Embarcamos mensalmente animais para o Japão, e também há algumas rotas complicadas que exigem mais de uma parada. Nestes casos, é importante certificar-se de que haverá água para a viagem inteira, e um pouco de comida também. Geralmente, os cães não sentem tanto viagens longas. Parece não fazer diferença a eles se a viagem é para Buenos Aires ou para Tóquio. Como a memória deles é episódica, eles percebem o tempo de forma diferente, e parece passar mais rápido, pois chegam muito bem mesmo em viagens longas.

CANINABLOG: Você recomendaria alguma companhia aérea?
Luis Fernando Oliveira: Algumas possuem políticas pet-friendly. A Lufthansa, por exemplo, possui um ótimo serviço para animais de estimação, tendo até um Animal Lounge em Frankfurt, para animais que estão em trânsito. A Continental Airlines garante que as variações de temperatura não afetem a saúde do pet, com o programa PetSafe. Eles possuem um hotel para animais em Houston (EUA) e no desembarque o pet vai direto para uma van climatizada. No Brasil, a TAM é a pior opção, por não confirmar o pet na viagem até 12 horas antes do voo (isso mesmo, 12 horas!) e por ter um pessoal muito mal treinado para cuidar de animais. A Gol é mais indicada para voos nacionais.

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