Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘veterinário’

"A medicação sem receita, além de poder mascarar os sintomas, pode piorar o quadro", alerta veterinária

“A medicação sem receita pode mascarar os sintomas ou piorar o quadro”, alerta vet

EXCLUSIVO | QUEM tem um cachorro em casa sabe o quanto é difícil vê-lo doente. Principalmente quando o diagnóstico não é otimista ou, ainda, quando o dono não tem recursos para fazer um tratamento ou procurar um veterinário. Por essas razões, o CaninaBlog recebe diariamente dezenas de mensagens e comentários de leitores pedindo ajuda por causa dos seus pets doentes.

OS pedidos são variados: desde aquela pessoa que descreve os sintomas do pet e pede um diagnóstico; até aqueles leitores que indicam livremente tratamentos para cachorros de outras pessoas, sem nenhum tipo de formação veterinária ou mesmo sem ter visto o bicho. Aqui no CaninaBlog temos consciência de que a maioria dessas pessoas quer fazer o bem. Entretanto, por ignorância ou falta de recursos, podem estar causando problemas muito mais sérios aos seus bichos ou de terceiros.

PARA esclarecer aos nossos leitores do perigo da automedicação em cachorros, conversamos com a médica veterinária Amanda Carvalho, responsável técnica de uma empresa de medicamentos para pets, a Vetnil. A veterinária é enfática e deixa um alerta: “a medicação sem orientação profissional já é grave para humanos, imagina então para os pets, que não falam e assim não sabemos o que realmente está acontecendo”.

"Apenas ao vivo o veterinário conseguirá determinar se o quadro do seu animal é grave ou não", afirma veterinária Amanda Carvalho

“Apenas ao vivo o veterinário pode determinar se o quadro do seu cão é grave ou não”, afirma veterinária Amanda Carvalho do laboratório Vetnil

NÃO deixe de conferir abaixo a entrevista que a médica veterinária Amanda Carvalho deu com exclusividade para o CaninaBlog:

CANINABLOG: Muitos donos de cães acabam medicando seus cães sem orientação médica. Quais são as possíveis consequências deste comportamento para o cachorro?

Amanda Carvalho: É importante alertar que os problemas que acontecem no animal do vizinho não necessariamente são os mesmos problemas do seu, por mais que os sintomas sejam parecidos. A medicação sem receita, além de poder mascarar os sintomas, pode não surtir efeito e piorar o quadro ao invés de melhorar, pois não esta
atacando o agente responsável, e com isso a doença continua progredindo mesmo que “ache” que esta tratando. Outro problema gravíssimo é administrar medicamentos humanos, principalmente aqueles que temos em casa, como por exemplo o Paracetamol que é proibido para cães. A simples ingestão desse medicamento pode levar o animal ao óbito.
CANINABLOG: Há ainda pessoas que indicam “tratamentos naturais” para as mais diversas doenças na crença de que “se bem não fizer, mal também não faz”. Isso é real?

Amanda: Não, primeiramente precisamos lembrar que gatos e cachorros não são iguais aos humanos, existem elementos que para nós não fazem mal, mas que para os animais são extremamente tóxicos como por exemplo, o confrei. É muito importante ressaltar que existem doenças, como o caso da cinomose que, além dela ser altamente contagio entre os cães, é uma doença que facilmente leva ao óbito e apenas o veterinário possui conhecimento e medicamentos que possam curar o seu animal.

Cachorro e medicamento 2

A simples ingestão de alguns medicamentos para humanos pode levar o animal ao óbito

CANINABLOG: Recebemos muitas pessoas pedindo ajuda por e-mail ou pelos comentários do CaninaBlog. Um veterinário é capaz de fazer um diagnóstico sem ter contato direto com o cão?

Amanda: Não. Não existe consulta pela internet, esse é o meio mais fácil e “barato” para querer tratar seu animal. O animal deve ser levado ao veterinário para que ele possa examiná-lo física e laboratorialmente. Apenas ao vivo o
veterinário conseguirá determinar se o quadro do seu animal é grave ou não. Lembrando sempre que ele é a única pessoa capaz de receitar um tratamento eficaz para o combate da doença.

CANINABLOG: Muitos donos não têm condição financeira de levar seu pet ao veterinário. Quais são as alternativas nestes casos?

Amanda: Em algumas cidades as prefeituras oferecem consultas veterinárias no centro de zoonose. Para as cidades que não dão este atendimento, sugerimos que procurem o auxilio das organizações não governamentais (ONGs), pois
normalmente existem veterinários que fazem parcerias com estas instituições e cobram preços mais baratos nestes casos.

LEIA também no CaninaBlog:

Alimentos perigosos para os cães

Cachorro pode consumir comida de gato?

O perigo do cão que rouba comida

Cachorro e veterinário. Amigos ou inimigos?

Anúncios

Read Full Post »

Agressividade ou medo podem atrapalhar o exame veterinário

Agressividade ou medo nos cães pode atrapalhar o exame veterinário

EXCLUSIVO | CACHORROS podem ter as mais diversas reações diante de um veterinário. Alguns tremem e fazem até xixi de medo. Outros ficam extremamente agressivos e tentem morder quem aparecer de jaleco (é o caso do meu Ciccilo). E ainda o despreocupado que deixa o veterinário praticamente virá-lo do avesso. Se o seu cachorro se encaixa no primeiro e segundo caso, esse post é para você. Veterinário do Pet Care, Centro Veterinário localizado me São Paulo, Marcelo Quinzani está acostumado a receber todo perfil de paciente canino. Segundo ele, a maioria mostra um comportamento que remete a insegurança e medo. “Dependendo da personalidade do cão, ele pode manifestar isso com agressividade ou timidez”, relata.

O VETERINÁRIO ainda explica que um cão de caráter dominante (também chamado de “alfa”), pode latir muito, ser agressivo ou investir contra outros animais e o veterinário. Já um cão mais tímido e submisso tende a se manifestar com tremores, escondendo-se junto ao dono. Mas Quinzani salienta: “Independente do tipo de caráter, esse comportamento pode atenuar-se quando o animal já se acostumou com a clínica devido às visitas constantes, deixando ele mais seguro em relação ao lugar”.

 Marcelo Quinzani é diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care de São Paulo

Marcelo Quinzani é diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care

CONVERSAMOS com o veterinário do Hospital Pet Care Marcelo Quinzani sobre a relação do veterinário e do cachorro. Confira abaixo as principais partes dessa conversa:

CANINABLOG: Se um dono percebe que o cachorro morre de medo do veterinário, deve pensar em mudar de profissional?

Marcelo Quinzani: Em um primeiro momento, não. Devemos mostrar para o cão que ele está seguro e que o dono esta ali para protegê-lo. Se isso se torna constante e o animal realmente não gosta do lugar, pode tentar mudar e ver se muda esse comportamento. Assim como as pessoas, existe a empatia movida exclusivamente por situações agradáveis. Muitas vezes o animal não gosta do lugar ou do veterinário por que ele teve uma experiência ruim e isso ficou marcado na memória dele. Se ele visitar o veterinário em uma situação agradável, como uma consulta de rotina ou mesmo um bom banho, pode perder esse medo.

CANINABLOG: Como o dono pode ajudar seu cão a reagir melhor diante do vet ou na hora de realizar exames?

Quinzani: Mostrando para ele que não tem problema e que ele está seguro. Acolher o animal de forma efusiva pode significar que ele realmente está correndo risco e isso pode deixar o animal mais inseguro. Muitas vezes, somente com palavras de conforto, sem tocar o animal, deixando que o veterinário o segure, pode mostrar ao cachorro que o dono dele confia no veterinário e que ele também deve confiar.

Cães podem memorizar experiências dolorosas com vets e clínicas

Cães podem memorizar experiências dolorosas com veterinários e clínicas

CANINABLOG: Quando o uso de focinheira e/ou anestesia é recomendada?

Quinzani: Somente em último caso, quando o animal não coopera de forma alguma. Geralmente isso acontece em animais adultos que não foram treinados ou que não tiveram contato prévio com o veterinário. Com filhotes, quando se percebe esse tipo de comportamento, deve se adestrar o quanto antes.

CANINABLOG: Um cachorro que não reage bem diante do veterinário pode prejudicar a avaliação clínica?

Quinzani: Evidentemente. Nos animais agressivos ou com muito medo, alguns parâmetros mudam consideravelmente, como pressão arterial, batimento cardíaco e até mesmo a resposta a dor. Isso pode prejudicar o diagnóstico e o exame clínico.

LEIA também no CaninaBlog:

O incrível crescimento dos hospitais veterinários

Vantagens do atendimento veterinário em casa

Ser Médico Veterinário significa…

Hospitais vet sofrem com a falta de doadores de sangue

Read Full Post »

As altas temperaturas e umidade elevada favorecem a proliferação de pragas e parasitas

As altas temperaturas e umidade favorecem a proliferação de pragas e parasitas

SAÚDE | CADA estação do ano exige cuidados diferentes, não só para nós humanos, mas também para os cachorros. As altas temperaturas, umidade elevada e mudanças na rotina favorecem a proliferação de pragas e parasitas. Além disso, a água tem um papel fundamental principalmente nesta época do ano. “Por ser vital para a regulação da temperatura corporal, no verão ocorre um aumento espontâneo do volume consumido e uma atenção especial deve ser dada à quantidade disponível para cães”, explica a veterinária Keila Regina de Godoy da PremieR pet.

COMO referência prática, os animais de estimação precisam receber, no mínimo, cerca de 60 ml de água por quilo de peso corporal/dia. “Um animal de cinco quilos, por exemplo, deve ter disponível por dia no mínimo 300 ml de água limpa e fresca”, completa.

ESTES são apenas alguns exemplos de fatores climáticos que podem contribuir negativamente para a saúde e bem estar dos pets. Por essa razão, a veterinária Keila deixa algumas dicas para que seu cachorro curta apenas o melhor do verão. Confira abaixo:

ÁGUA

MUITA atenção à localização dos bebedouros que devem estar sempre longe do sol, pois o animal tende a se recusar a tomar a água se estiver aquecida.  É importante, ainda, um cuidado especial com os cães que gostam de brincar com a água, como os cães da raça Labrador e Golden Retriever, pois podem derrubar a vasilha e passar o dia todo sem ter o que beber. Nestes casos, pode-se contornar o hábito recorrendo a vasilhas pesadas ou a bebedouros fixos (o mais ideal) que não possam ser arrastados ou tombados.

Passeios devem ser feitos nos horários mais frescos do dia para evitar fadiga, queimaduras

Passeios devem ser feitos nos horários mais frescos do dia para evitar fadiga e queimaduras na pelo e patas

PARA cães que ficam longos períodos sozinhos, é recomendável bebedouro automático para garantir um suprimento contínuo de água. Outro ponto importante é evitar a ingestão de água de piscina, pois as substâncias químicas presentes, como altas quantidades de cloro, podem provocar indisposições gastrointestinais.

EXERCÍCIOS

NO que diz respeito a passeios e exercícios ao ar livre, eles devem ser feitos nos horários mais frescos do dia para evitar fadiga, queimaduras nos coxins (almofadinhas das patas) e desidratação. Sempre nos passeios mais longos, ofertar água durante o percurso e depois do término.

EM passeios de carro, deve-se manter o veículo bem ventilado ou com o ar condicionado ligado e nunca, em hipótese alguma, deixar o cão dentro do carro com os vidros fechados e exposto ao sol. Cães não conseguem transpirar e rapidamente podem sofrer um quadro de aumento agudo da temperatura seguido de morte.

PROTEÇÃO contra o sol

SE SEU cachorro tem pêlos brancos e pele clara, não esqueça de aplicar um protetor solar nas pontas das orelhas e focinhos. Existem produtos criados especialmente para pets e que, se lambidos, não farão mal ao bicho.

PRAGAS

FIQUE atento à aplicação de contra pulgas, pois as pragas se proliferam muito nesta época do ano, infestando facilmente o animal e o ambiente, promovendo grande desconforto, alergias e transmitindo doenças.

BANHO

CÃES com muitas dobras na pele, como Bulldgos e Shar Pei, precisam ser muito bem secos após o banho principalmente nas regiões de dobras da pele, pois muito calor junto da alta umidade podem agravar problemas de pele nestas raças. Mas cuidado com secador muito quente que pode causar queimaduras.

NO próximo post a veterinária Keila Regina de Godoy da PremieR pet dará dicas de como preservar o alimento do seu cachorro nos meses mais quentes quando acontece um favorecimento da proliferação de pragas como insetos e roedores, bem como a presença de aves nos locais de refeição e armazenamento das rações. Não perca!

LEIA também no CaninaBlog:

Protetor solar especial para cães

Cachorro precisa se proteger do sol?

Um kit prático para passeios no verão

Tudo sobre focinhos

Read Full Post »

O exame físico é pouco útil para o diagnóstico da gastrite e úlcera em cães

SAÚDE | QUEIMAÇÃO no estômago, má digestão, sensação de estufamento e dores abdominais. Esses são os sintomas de uma doença que atinge 40% da população mundial: a gastrite. Mas não são só os humanos que sofrem com essa doença e com úlceras no estômago. Acredite: cães também pode se tornar vítimas desses males.

O PROBLEMA com pets, entretanto, pode se tornar ainda mais grave. Isso porque é muito difícil, até mesmo para donos e veterinários, se identificar tanto a gastrite como úlceras nos cachorros. Por essa razão, veterinários advertem que a prevenção é a melhor forma de evitar o risco de doenças estomacais.

Uso excessivo de antiinflamatórios também contribui para o aparecimento da doença

CAUSAS da doença

A MÉDICA veterinária Isabella Vincoletto, do laboratório Vetnil, explica que o estresse é uma das principais causas de gastrite, especialmente devido à redução da imunidade do animal, o que facilita a ação da bactéria Helicobacter Pylori. “Ela destrói a proteção da mucosa do estômago, predispondo a lesões na parede do órgão. Além da alimentação balanceada, é importante não colocar o animal em situações de estresse e só medicá-lo quando estritamente necessário.” Sendo que o uso excessivo de antiinflamatórios também contribui para o aparecimento da doença.

DIAGNÓSTICO e tratamento

A LESÃO gástrica provoca dores abdominais, muitas vezes associadas a vômitos, perda de apetite e emagrecimento. O exame físico é pouco útil para o diagnóstico. Por isso é muito importante estar atento ao comportamento do animal e, no caso de alguma anormalidade, procurar um médico veterinário. O diagnóstico de úlceras e gastrites em pets é feito por meio de endoscopia. Quando necessário, pelo procedimento, também é realizada a coleta de material para biópsia.

O TRATAMENTO de úlceras e gastrites em cães consiste no uso de medicamentos e suplementos que aliviam os sinais clínicos do animal, além da eliminação da causa – ou seja, o pet pode precisar mudar de ração ou ainda da ajuda de um comportamentalista para aliviar possíveis situações de estresse. O uso de alguns suplementos também é indicado no tratamento de úlceras causadas pela bactéria Helicobacter Pylori.

LEIA também no CaninaBlog:

Mitos e verdades sobre alimentação canina

O que você sempre quis saber sobre obesidade canina

Má alimentação pode gerar gastrite em cães

Read Full Post »

EXCLUSIVO | A NECESSIDADE de doadores de sangue não é uma exclusividade dos seres humanos. Cachorro também precisa de transfusão de sangue quando é vítima de acidentes, tem câncer ou até mesmo sofre uma intoxicação. O número de doadores caninos, entretanto, é baixíssima e causada, muitas vezes, pelo total desconhecimento dos donos. Aliás, muitas vezes somente quando o próprio cão precisa de sangue é que se descobre quanto os bancos de sangue veterinários lutam com a falta de doadores.

Cachorro sadio pode doar uma vez a cada três meses

BUSCA por parceiros

POR essa razão, alguns hospitais veterinárias de São Paulo têm criado parcerias com organizações de cães para incentivar a doação. É o caso, por exemplo do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (Inataa). A organização foi parceira do hospital veterinário Anhembi-Morumbi na última Campanha de Doação de Sangue Canino realizada este ano (confira vídeo na abertura deste post).

AGORA além do incrível trabalho de terapia com pacientes humanos já prestado pelo Inataa há anos, agora os cães terapeutas realizaram mais uma boa ação com pacientes caninos e que precisam de uma transfusão de sangue. Segundo a presidente do Inatta, Fátima Neves, o cão terapeuta tem um controle rígido de saúde por conviver com pessoas com alguma dificuldade e ambientes frágeis como hospitais e asilos. “Sendo assim, ele é um cão ideal para ser doador de sangue. Além disso, ele está acostumado a ficar quietinho como terapeuta e isso facilita a coleta”, lembra Fátima.

MAS todos os cachorros em São Paulo e de grande porte podem ser doadores. Aliás, esta também é uma ótima maneira de se verificar se a saúde do seu pet está em perfeita ordem pois todo cão candidato a doador precisa passar por uma série de exames de sangue que são realizados gratuitamente antes da coleta.

SE VOCÊ tem interesse em que seu cachorro também faça essa boa ação, confira abaixo algumas regras para que isso seja possível. As informações são da médica veterinária Carla Alice Berl, diretora do Hospital Veterinário Pet Care, que também realiza a coleta de sangue animal:

PERFIL do cão doador de sangue

Cachorro com mais de 28 quilos, sendo que o ideal é que tenha entre 35 e 60 quilos;

Maior de 1 ano de idade;

Não pode ter  nenhuma doença crônica ou estar tomando medicamentos;

Precisa ser testado negativo para doenças transmitidas por carrapatos;

Além disso, precisa ter um exame de sangue dentro dos padrões de normalidade.

COMO funciona a doação

UM CACHORRO sadio pode doar uma vez a cada três meses. Precisar estar jejum de pelo menos quatro horas no momento da coleta e receber alimento após o procedimento. A doação dura de 15 a 30 minutos e o doador terá exames de sangue gratuitos como em  hospitais humanos.

SAIBA mais sobre o Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (Inataa) e a doação de sangue nos posts abaixo. E não deixe de assistir e se inspirar com o vídeo produzido pelo Inataa na abertura deste post:

Quer se tornar um co-terapeuta canino?

Meu cachorro pode ser um terapeuta?

Meu cachorro poder ser um doador de sangue?

Read Full Post »

Pesquisa brasileira prepara exame mais simples para detectar demência canina

SAÚDE | HÁ MUITA controvérsia sobre o início da ‘terceira idade’ dos cães, mas o fato é que os animais de grande porte envelhecem mais rápido e têm menor expectativa de vida. E assim como os humanos, a velhice canina também pode acarretar problemas de memória e aprendizado. “Infelizmente, o serviço de neurologia está muito distante da rotina veterinária”, lamenta o médico-veterinário Rogério Martins Amorim, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Unesp de Botucatu (FMVZ).

SEGUNDO uma reportagem publicada no site Rede Notícia, um estudo da FMVZ coordenada por Amorim propõe que um teste clínico de rotina para detecção da disfunção cognitiva canina – também conhecida popularmente como “demência dos cães idosos” ou “mal de Alzheimer canino” – faça parte dos exames de rotina dos veterinários no consultório. “Infelizmente, o serviço de neurologia está muito distante da rotina veterinária”, lamenta Amorim.

Demência canina pode acarretar problemas de memória e aprendizado

A DEMÊNCIA canina

A POPULAÇÃO canina no Brasil tem envelhecido e, assim como os humanos, a velhice canina também pode acarretar problemas de memória e aprendizado. A doença se caracteriza por uma intensa desorientação do cão, diminuição da atividade física, alterações em padrão do sono, memória visual, rotinas e hábitos de higiene e até o não reconhecimento dos donos. No caso da disfunção cognitiva canina, essas alterações são muito intensas, agem no cérebro de forma semelhante ao mal de Alzheimer, diminuindo sensivelmente a qualidade de vida do animal.

NOVO método de avaliação

O VETERINÁRIO Rogério Amorim explica que há modelos de detecção da doença criados por cientistas de universidades de EUA e Canadá. “Mas ainda não há um teste laboratorial adaptado à rotina de atendimento clínico e que seja aplicado como forma de diagnóstico precoce da doença”, diz o professor. Por essa razão, a Faculdade de Veterinária e Zootecnia da Unesp de Botucatu está preparando uma maneira mais simples de diagnóstico. O novo método consiste em um aparelho de madeira que oferece um petisco ao animal sempre que este escolher o objeto correto entre dois – pode ser uma cor específica ou um formato. O próximo passo do projeto é validar cientificamente o modelo para que ele passe a ser usado no atendimento clínico do Hospital Veterinário da Unesp de Botucatu e assim garantir uma terceira idade mais feliz para milhares de cães. (Fonte: Rede Notícia)

PARA ler a reportagem completa, publicada no site Rede Notícia, clique aqui. Confira mais pesquisas sobre cachorros clicando nos links abaixo:

Cientistas confirmam que cães têm consciência

Vacinação canina: O perigo do excesso

“Mortes em pet shops são problemas da modernidade”

Read Full Post »

O atendimento é feito como numa clínica, garantem as vets Andressa e Dominique

EXCLUSIVO | SEU CACHORRO fica muito nervoso quando chega na clínica veterinária? Talvez a solução possa estar dentro da sua casa. Saiba que é cada dia mais comum médicos veterinários atenderem seu pacientes no conforto do lar. Este tipo de serviço também tem sido muito recomendado para aquele dono que não tem muito tempo disponível ou ainda tem dificuldade de transportar o bicho até o médico veterinário. Já imaginou a dificuldade de se colocar um Dog Alemão, um cachorro que pode pesar mais de 100 quilos, dentro de um carro popular?

Comodidade e praticidade atraem muitos donos de cães para o atendimento veterinário em casa

AO PERCEBER a necessidade deste tipo de atendimento especial que as médicas veterinárias Andressa Gontijo e Dominique Paladini de São Paulo criaram a Home Vets, uma clínica que presta atendimento em domicílio para pets. “O atendimento é feito como um atendimento em uma clínica, praticamente todos os procedimentos podem ser realizados, excetos cirurgias quando levamos o animal até um clínica parceira”, explica Andressa. Segundo a veterinária, não há necessidade de nenhum espaço especial dentro de casa para este atendimento: “o local que for mais cômodo para o animal e para o proprietário já será o suficiente”.

A OUTRA sócia da Home Vets, Dominique Paladini, explica que o que atrai os clientes para o atendimento domiciliar são a comodidade e praticidade, além do atendimento personalizado e em diversos horários com menor estresse para o animal. “Sendo que o custo se assemelha ao atendimento veterinário em uma boa clínica”, confirma.

OS ÚNICOS casos que as duas médicas veterinárias não recomendam este tipo de serviço é quando surge uma emergência que necessita de aparelhos que só há em hospitais ou ainda quando o bicho precisa de internação hospitalar. “Mesmo assim, atendemos a maioria das emergências muito bem, pois temos todos os medicamentos, necessários”, garantem as veterinárias.

VEJA também no CaninaBlog:

Cliente especial: Bulldogues

Será uma emergência?

Nós testamos o atendimento veterinário do Cobasi

Quando consultar um zootecnista?

Read Full Post »

Older Posts »

%d blogueiros gostam disto: