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De 50% dos crimes cometidos com animais, 32% também cometeram crimes contra pessoas

De 50% dos crimes cometidos com animais, 32% também cometeram crimes contra pessoas

EXCLUSIVO | O BRASIL possui um artigo específico que protege todo e qualquer bicho de maus tratos. O artigo 32 é citado na Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal 9.605, de 1998), que descreve o crime: maltratar, ferir, abusar ou mutilar animais silvestres, domésticos, domesticados e exóticos. “O problema é que a pena é irrisória (de 3 meses a 1 ano de detenção) e ninguém fica preso”, conta o Capitão da Polícia Militar e chefe de operações da Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo, Marcelo Robis Francisco Nassaro.

O MAIS chocante é que essa impunidade vai além da esfera animal. Segundo uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, pessoas que maltratam animais também cometem crimes na sociedade. Baseado nesse princípio, denominado Teoria de Link, o Capitão abordará os principais pontos estudados sobre essa teoria no 2º Encontro Nacional de Apoio a Protetores de Animais (E.N.A.P.A), realizado no dia 6 de outubro, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, iniciativa da fabricante de alimentos para cães e gatos, Total Alimentos.

Coronel Marcelo Robis publicou um livro sobre maus tratos pelo Instituto Nina Rosa (R$ 25)

Coronel Marcelo Robis publicou um livro sobre maus tratos a animais pelo Instituto Nina Rosa (R$ 25)

O ESTUDO gerou o livro “Maus tratos aos animais e a violência contra pessoas”, do próprio Capitão Robis, que descreve o perfil dos criminosos. A pesquisa também alerta para o fato de que se há registro de maus tratos animais dentro de um lar, possivelmente pode haver idosos ou crianças também sendo prejudicados. “De acordo com a Teoria de Link, 83% dos casos familiares envolvem, inclusive, violência do ponto de vista sexual. Nossa intenção como Polícia Militar é estar atento às ocorrências de maus tratos animais como forma de prevenção primária: salvar vidas e evitar crimes sociais”, finaliza Robis.

CONFIRA abaixo uma entrevista exclusiva com o Capitão da Polícia Militar e chefe de operações da Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo, Marcelo Robis Francisco Nassaro:

CANINABLOG: Quem deve ser acionado em um caso de violência contra animais no Brasil?

Marcelo Robis: Caso seja flagrante ligar 190 e solicitar emergência policial. Via de regra, as Polícias Militares devem atender, porém não apenas elas. Existem inúmeros municípios que têm guardas municipais que atendem essas ocorrências. O importante é acionar as autoridades para o atendimento e não deixar os maus tratos contra os animais serem perpetrados. Não sendo flagrante e o caso exigir investigação, procurar remeter essa demanda à Polícia Civil local, se possível a especializada em crimes ambientais. No Brasil já há algumas instaladas.

CANINABLOG: Qual é o perfil de pessoas que cometem esse tipo de agressão?

Robis: No Estado de São Paulo, 90 % são homens de 43 anos em média e cometem esses crimes em ambientes urbanos. O perfil também aponta que 32 % dessas pessoas autuadas por maus tratos também cometeram outros crimes além dos maus tratos. E, desses outros crimes, 50% deles são de crimes de violência contra pessoas, especialmente lesões corporais.

CANINABLOG: Como as autoridades no Brasil reagem diante de um caso confirmado?

Robin: As autoridades agem conforme a previsão do artigo 32 de Lei de Crimes Ambientais, ou seja, conduzem os responsáveis aos Distritos Policiais para apuração do crime, com posterior processamento do Ministério Público para imposição da pena. O problema é que a pena é irrisória e ninguém fica preso, quando muito acaba pagando uma cesta básica para alguma casa de caridade o que é um absurdo diante da complexidade do crime e da potencialidade dele de gerar outros crimes, em especial os violentos contra as pessoas.

SAIBA mais: Quer fazer uma denúncia de maus tratos contra animais?

PM Ambiental São Paulo: telefone (11) 5082 3330

Secretaria Estadual do Meio Ambiente: ligue 0800 11 35 60

Secretaria de Segurança Pública: disque 181.

SERVIÇO

Evento chega a segunda edição este ano

Evento chega a segunda edição este ano

2º Max Encontro Nacional de Apoio a Protetores de Animais.

Data: 6 de outubro de 2013

Horário: das 9 às 17h

Local: Centro de Convenções Rebouças

Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 23 – São Paulo (SP)

Inscrições:

www.maxemacao.com.br/2enapa

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Pesquisadora afirma que cães e bebês são igualmente dependedentes de humanos adultos

Pesquisa afirma que cães e bebês são igualmente dependentes de humanos adultos

PESQUISA | CHAMAR seu cachorro de filho e tratá-lo como um bebê pode ter uma explicação científica. Um novo estudo publicado na revista PLoS One revelou que cães e bebês humanos são muito semelhantes quando o assunto é a dependência dos humanos adultos. Isto é o que afirma uma reportagem publicada no site da revista norte-americana The Week.

O JORNALISTA que assina a reportagem, Chris Gayomali, faz uma viagem ao passado e lembra que os primeiros cães domésticos teriam começado a seguir nossos antepassados entre 15.000 a 33.000 anos atrás. Embora a razão desta aproximação ainda é uma questão em discussão no meio científico. Alguns  cientistas acreditam que os seres humanos domesticaram os primeiros lobos quando os encontraram bisbilhotando nos arredores da aldeia por restos de comida. Outros especialistas acreditam que foram os cães que desenvolveram uma relação com os nossos ancestrais caçadores-coletores muito mais cedo, roubando pedaços que sobravam de grandes caçadas.

Pesquisadora ainda quer descobrir quando e como os cães se tornaram dependentes dos humanos

Pesquisadora ainda quer descobrir  como os cães se tornaram dependentes dos humanos

NOVA pesquisa

NESTE novo estudo publicado na revista PLoS One a pesquisadora Lisa Chifre da Universidade de Medicina Veterinária de Viena procurou examinar exatamente como os cães são dependentes de seus cuidadores humanos. Para isso, ela e sua equipe observaram um grupo de cães de teste, que poderiam ganhar alimentos como recompensas através da interação com certos brinquedos em três condições diferentes: enquanto o proprietário estava ausente; enquanto o proprietário estava presente, mas em silêncio; e enquanto o proprietário estava incentivando o cão. Os pesquisadores descobriram que, quando o proprietário não estava próximos, os cachorros eram muito menos interessados ​​em conseguir as guloseimas.

EM SEGUIDA, o experimento foi repetido, só que com um estranho no lugar do dono do cão. Os pesquisadores ficaram surpresos quando os cães foram, em grande parte, indiferentes ao calor de outro ser humano e incentivo, mesmo quando petiscos foram usados ​​como motivação.

HORN e sua equipe chamam isso de “efeito da base segura”. Originalmente publicada pelo psicólogo John Bowlby, é descrito como uma “conexão psicológica duradoura entre os seres humanos”. Isso significa que as crianças são dependentes de seus pais para o alimento, abrigo e amor, o que cria uma “base segura” para eles como eles exploram um mundo desconhecido. Aparentemente, o mesmo é verdadeiro para os cães.

APLICADO aos cães

CACHORROS olham diretamente para humanos específicos – não algum impostor com um petisco em punho – como uma base resistente, mesmo em ambientes desconhecidos, exatamente igual aos bebês humanos. “O estudo fornece a primeira evidência da semelhança entre o efeito de base segura encontrado no dono do cão e as relações criança-cuidador. Não vemos a hora de descobrir como esse comportamento evoluiu nos cães”, afirma a pesquisadora. (Publicado originalmente: The Week)

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Existem fortes evidências de que cachorros que convivem com donos fumantes podem sofrer com a fumaça e apresentar processos alérgicos

Cachorros com donos fumantes podem apresentar processos alérgicos

SAÚDE | O TABAGISMO é a principal causa de morte evitável no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Todo ano, cerca de 5 milhões de pessoas morrem por causa do cigarro. Nada menos que 50 doenças, de câncer até impotência sexual, são relacionadas ao fumo. Por isso, muitos estados brasileiros têm proibido a presença do cigarro em locais fechados e punido donos de estabelecimentos que não cumprem as regras. Mesmo assim, cerca de um terço da população mundial adulta é fumante.

SE você fuma ou está tentando parar, saiba que não é somente a sua saúde que está em risco, mas também das pessoas ao seu redor. Segundo a OMS, nada menos que sete fumantes passivos morrem por dia no mundo. Além disso, o tabagismo passivo aumenta em 30% o risco de câncer de pulmão e 24% o risco para infarto.

"Animais de fumantes já devem ser colocados em grupo de risco", afirma veterinário Marcelo Quinzani

“Animais de fumantes já devem ser colocados em grupo de risco”, afirma veterinário Marcelo Quinzani do Hospital Vet Pet Care

RISCO para seu melhor amigo

AINDA não está convencido? Então saiba que existem fortes evidências de que os cachorros que convivem com donos fumantes podem sofrer com a fumaça e apresentar processos alérgicos como rinite, traqueite, bronquite e também a possibilidade de desenvolverem carcinoma pulmonar, pneumopatia e cardiopatia secundária.

“POTENCIALMENTE, todos os cães que vivem dentro de um ambiente fechado e convivem com o fumante e a fumaça do cigarro correm esse risco independente da raça ou porte. O cigarro faz mal para todos. Fumantes ativos e passivos correm o mesmo risco, inclusive os animais  que por fidelidade acompanham o dono em todo momento e lugar”, afirma Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care. O veterinário afirma ainda que animais de fumantes já devem ser colocados em grupo de risco.

CUIDADOS

SE VOCÊ é fumante e nota estes sintomas no seu cachorro, é recomendável levá-lo ao médico veterinário para exame clínico e exames diagnósticos como rx de tórax, tomografia, ecocardiograma e hemograma. Mas o melhor para prevenir as doenças respiratórias e todas as outras causadas pelo tabaco, tanto para o dono, como para o animal, ainda é o abandono do vício.

“SABER que a fumaça do cigarro consumido faz mal ao melhor amigo é o melhor incentivo para largar o vício, mas para os que insistem em continuar fumando, adotar cuidados como: manter o animal mais longe possível da fumaça e fumar em locais abertos e ventilados ajudam a minimizar os danos à saúde do bicho”, finaliza o diretor.

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Ossos crus podem combater tártaro, mas não são única solução

Ossos crus podem combater tártaro, mas não são a única solução

SAÚDE | SABE aquela regra de se mastigar 30 vezes antes de engolir a comida? Bom, quem tem cachorro sabe que eles não conhecem e, muito menos, praticam essa regra. Cães praticamente engolem os alimentos inteiros quando comem e assim restos de comida ficam parados em sua boca e sobre seus dentes. A consequência é que as bactérias que já existem ali se juntam a estes restos de alimento e acabam formando então a placa bacteriana, também chamado de tártaro, que atinge nada menos que 80% dos cães.

TAL problema, quando agravado, pode ter conseqüências terríveis para o cão como a dificuldade para mastigação, mau hálito, perdas dentárias, infecções secundárias em importantes órgãos como rins, coração e dor ao se alimentar, lista a veterinária da PremieR pet Keila Regina de Godoy.

Tártaro não tratado pode causar até problema cardíaco

Tártaro não tratado pode causar até problema cardíaco

A BOA notícia é que a placa bacteriana pode ser facilmente removida, seja através da escovação, ossinhos e brinquedos. “No entanto, ocorre que, se não for removida, elas sofrem um processo de mineralização em que o cálcio contido na saliva se liga a ela, promovendo seu endurecimento. A partir daí já podemos considerar que existe o cálculo dental, o qual só pode ser removido por meio do tratamento feito pelo médico veterinário e precedido de anestesia geral”, explica Keila.

DICAS de combate

O USO de osso é recomendado para se combater o tártaro, mas segundo a zootecnista Tula Verusca Pereira, do blog Cão Natural, não é a solução perfeita para retirar o problema, principalmente para os dentes da frente, chamados de incisivos. “O ideal é que se escove os dentes todos os dias”. Ela ainda alerta que ossos cozidos são perigosos porque podem perfurar do esôfago ao intestino e nunca devem ser consumidos. “Os ossos, quando cozidos, tem sua estrutura modificada fazendo com que as pontas formadas possam perfurar o cão.” E o osso cru? “Bem, o osso cru não corre o risco de perfurar o cão. Mas, assim como ossos de couro, pode ocorrer engasgo. Sendo assim, supervisione sempre seu cachorro enquanto come um osso, ou a situação pode se transformar em uma tragédia”, adverte a zootecnista.

O PAPEL da alimentação

A VETERINÁRIA da PremieR pet Keila Regina de Godoy defende que o alimento seco industrializado (ração) pode auxiliar de duas maneiras no combate ao tártaro: mecânica e química. A mecânica inclui a ação de abrasão promovida pela mastigação de um grão de formato e tamanho apropriados ao porte do animal. Já a química evita o endurecimento da placa bacteriana, não permitindo que ela se transforme no cálculo dental. “Isso é obtido pelo uso, já na composição do alimento, de substâncias especializadas que em contato com a saliva (como o hexametafosfato de sódio) previnem a formação do tártaro em até 47%. Esses tipo de substância sequestra o cálcio presente e impede que o mesmo se ligue na referida placa”, explica.

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Pesquisa brasileira prepara exame mais simples para detectar demência canina

SAÚDE | HÁ MUITA controvérsia sobre o início da ‘terceira idade’ dos cães, mas o fato é que os animais de grande porte envelhecem mais rápido e têm menor expectativa de vida. E assim como os humanos, a velhice canina também pode acarretar problemas de memória e aprendizado. “Infelizmente, o serviço de neurologia está muito distante da rotina veterinária”, lamenta o médico-veterinário Rogério Martins Amorim, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Unesp de Botucatu (FMVZ).

SEGUNDO uma reportagem publicada no site Rede Notícia, um estudo da FMVZ coordenada por Amorim propõe que um teste clínico de rotina para detecção da disfunção cognitiva canina – também conhecida popularmente como “demência dos cães idosos” ou “mal de Alzheimer canino” – faça parte dos exames de rotina dos veterinários no consultório. “Infelizmente, o serviço de neurologia está muito distante da rotina veterinária”, lamenta Amorim.

Demência canina pode acarretar problemas de memória e aprendizado

A DEMÊNCIA canina

A POPULAÇÃO canina no Brasil tem envelhecido e, assim como os humanos, a velhice canina também pode acarretar problemas de memória e aprendizado. A doença se caracteriza por uma intensa desorientação do cão, diminuição da atividade física, alterações em padrão do sono, memória visual, rotinas e hábitos de higiene e até o não reconhecimento dos donos. No caso da disfunção cognitiva canina, essas alterações são muito intensas, agem no cérebro de forma semelhante ao mal de Alzheimer, diminuindo sensivelmente a qualidade de vida do animal.

NOVO método de avaliação

O VETERINÁRIO Rogério Amorim explica que há modelos de detecção da doença criados por cientistas de universidades de EUA e Canadá. “Mas ainda não há um teste laboratorial adaptado à rotina de atendimento clínico e que seja aplicado como forma de diagnóstico precoce da doença”, diz o professor. Por essa razão, a Faculdade de Veterinária e Zootecnia da Unesp de Botucatu está preparando uma maneira mais simples de diagnóstico. O novo método consiste em um aparelho de madeira que oferece um petisco ao animal sempre que este escolher o objeto correto entre dois – pode ser uma cor específica ou um formato. O próximo passo do projeto é validar cientificamente o modelo para que ele passe a ser usado no atendimento clínico do Hospital Veterinário da Unesp de Botucatu e assim garantir uma terceira idade mais feliz para milhares de cães. (Fonte: Rede Notícia)

PARA ler a reportagem completa, publicada no site Rede Notícia, clique aqui. Confira mais pesquisas sobre cachorros clicando nos links abaixo:

Cientistas confirmam que cães têm consciência

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Pesquisa afirma que mamíferos também têm as estruturas nervosas da consciência

CIÊNCIA | UMA pesquisa realizada pelo neurocientista canadense Philip Low e assinada por especialistas de todo o mundo afirma que mamíferos e aves, incluindo cachorros, têm consciência. A notícia foi publicada em uma reportagem da revista Veja e esclarece que outros estudos sobre o comportamento animal afirmavam que vários animais possuem certo grau de consciência. Já esta nova pesquisa mostra que o cérebro é o real responsável pela consciência e que a semelhança cerebral entre seres humanos e outros animais é imensa. Sendo assim, os cientistas concluíram que mamíferos e aves também possuem consciência. Para se ter uma ideia da importância e respeitabilidade da pesquisa, o cientista Stephen Hawking, uma das mentes mais brilhantes do mundo, estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra, afirma a revista Veja.

CONFIRA abaixo parte da entrevista que o neurocientista canadense Philip Low deu para a Veja a respeito dessa descobeta. Você pode ler a entrevista na íntegra no site da Veja clicando aqui:

O consagrado cientista Stephen Hawking confirma a pesquisa

VEJA: Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito?

Philip Low: Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.

VEJA: Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência?

Philip Low: Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

LEIA sobre mais descobertas científicas que envolvem cachorros clicando nos links abaixo:

Meu cachorro assiste televisão. Será mesmo?

É verdade: Cachorros podem ler nossos pensamentos

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FDA recomenda que donos não deem ossos para cachorros

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Um cachorro obeso, assim como os humanos, pode desenvolver diabetes 

SAÚDE | A QUANTIDADE de pessoas diabéticas no Brasil é assustadora. Nada menos que 5 milhões de brasileiros têm a chamada doença silenciosa – e muitos nem sabem disso. Assustador também é a quantidade de cachorros vítimas dessa doença. Segundo uma pesquisa realizada pela Applied Research and Knowledge (BARK) nos EUA, com base na ficha médica de 1,9 milhões de cães, a diabetes atinge principalmente animais machos castrados com mais de 10 anos e a obesidade tem uma relação direta com a doença.

OS SINTOMAS da diabetes podem ser visíveis não só ao veterinário, mas também ao dono. Se seu cachorro é gordinho, toma água sem parar, apresenta um início de formação de catarata e começou a perder peso rapidamente, é bom ficar de olho. Ele pode ter diabetes.

TRATAMENTO de graça em São Paulo

A BOA notícia é que a faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Santo Amaro (UNISA – SP) está oferecendo 28 vagas para tratar gratuitamente cães e gatos obesos e/ou diabéticos. Os pacientes caninos e felinos receberão acompanhamento veterinário gratuito por até três (3) meses, além de exames clínicos e laboratoriais e também alimentação com ração especial. Será cobrada somente uma taxa única de R$ 30 por animal.

A VETERINÁRIA endocrinologista responsável pela iniciativa e professora da UNISA Viviani De Marco explica que os projetos também têm como objetivo conscientizar os donos dos animais sobre a diabetes e a obesidade. “A maioria das pessoas só procura o veterinário quando o cão obeso já está ofegante, mais cansado e com dificuldades locomotoras. Os donos dos animais desconhecem as conseqüências da obesidade e síndrome metabólica e não sabem como fazer um manejo nutricional adequado”, diz a veterinária. Os animais gordinhos serão submetidos aos exames e a uma restrição calórica moderada com ração terapêutica hipocalórica, a Equilíbrio Obesity & Diabetics da Total Alimentos, parceira da Universidade nestes projetos.

OS INTERESSADOS em participar do Projeto Obesidade devem escrever para projetoobesidade@hotmail.com. Já os interessados no Projeto Diabetes, devem se manifestar pelo endereço projeto.diabetes@hotmail.com. Cada um dos projetos está oferecendo sete (7) vagas para cães e sete (7) para gatos.

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Obesidade: Projeto coloca cães gordinhos na linha

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